Invasão domiciliar ( Autor: Vera )

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Oi, meu nome é Vera, depois de ler vários contos resolvi contar uma história que aconteceu comigo, meu marido e minha filha, mas que até hoje não gostamos de falar no assunto, foi uma coisa desagradável no momento, mas quando lembro-me hoje em dia, me faz ficar com a calcinha molhada, se tornou um fantasia para mim, meu marido não sabe disso, mas foi a experiência mais erótica que tive em minha vida. Não sei o que é isso, não sabia que era assim, talvez eu seja uma mulher depravada mesmo, mais até aquele dia nunca tinha sido tão humilhada na frente de meus familiares, nunca tinha me sentindo tão impotente ante uma situação de risco.
Na época do acontecido tinha 42 anos, e modéstia a parte sempre fui uma mulher muito bonita, nunca deixei de me cuidar, meu corpo sempre fora muito bem feito, pernas, bumbum, seios, tudo proporcionalmente distribuído, sou branca dos cabelos longos e negros que vão até a cintura, sempre gostei de usar cabelo grande. Quando jovem, aos 19 anos de idade, fui modelo e participei de vários concursos de beleza, ganhei alguns, principalmente em campeonatos de surf, garota do biquine essas coisas assim, conheci meu marido num desses campeonatos, ele também pegava onda e sempre foi um gato, demonstrava ser um cara muito inteligente, o que me fez gamar nele. Quando começamos a namorar eu estava cursando direito em uma universidade particular aqui do Rio. Meu marido, ele se chamava Valdir, já fazia mestrado em ciências da computação e tinha um excelente emprego em uma empresa desenvolvedora de softwares, ganhava um bom dinheiro, ele tinha 26 anos, resolvemos nos casar. Ele foi pedir minha mão em casamento a meu pai, achei aquilo super-romântico, em pouco tempo estávamos morando juntos em um apartamento dado por meu pai.
Quando completei 24 anos tivemos nossa filha, uma menina linda que a cada ano que passava nos dava mais orgulho, pois era muito inteligente e desde criança brincava de teatro com os amiguinhos, eu sabia que ela tendia para o lado artístico, tudo indicava que ela queria ser atriz, então começamos a incentivar, colocamos ela no balé, depois a matriculamos em umas aulas de interpretação para crianças, ela se saia muito bem, chegou a fazer alguns comerciais de lojas de roupas, de brinquedos e shoppings, a cada dia que passava ficava mais orgulhosa de nossa filha, ela era uma menina linda, se parecia muito comigo quando tinha sua idade.
Certa noite, estávamos em casa eu e minha filha assistindo a novela das seis sentadas no sofá da sala, totalmente despreocupadas, pois moramos em um bairro relativamente seguro, um bairro de classe média onde não há muitas ocorrências de crimes, mas sempre há crimes. O Valdir estava trabalhando no setor financeiro de um banco, ele criou e dava manutenção em um programa encomendado por este determinado banco, Valdir chegava em casa por volta das dez da noite por causa do transito que estava horrível, morávamos numa casa não muito grande, mas que tinha um jardim que circundava toda ela. De súbito, sem que notássemos nada, entraram em casa três sujeitos encapuzados apontando armas para nós perguntando pelo dinheiro, eu e minha filha ficamos imobilizadas de medo, não conseguíamos nem responder direito ao homem que não tínhamos dinheiro, eles disseram que estávamos mentindo. Um deles, um grandão com uma barriga protuberante que falava conosco sussurrando talvez com medo de que os vizinhos

escutassem, tinha uma pistola quadrada que depois fiquei sabendo pelo meu marido que era uma Glock, acho que era o líder deles, também tinha um sujeito magro e negro que levava consigo um revolver 38, e por ultimo um sujeito também grandão meio musculoso com o corpo coberto de tatuagens negras, desenhos de diabos e demônios, coisas sinistras mesmo, esse homem das tatuagens não falava nada, era branco e tinha um olhar ruim na face, notava-se apenas uma faca na sua cintura, eu pensei comigo “Eles vão nos matar, não tem como escapar…” então comecei a chorar, a minha filha manteve-se impassível, notava-se que ela também estava com muito medo, mas tentava manter o controle, foi ela que começou a conversar com os homens enquanto eu chorava desesperada, ela disse que não tínhamos dinheiro, mas que eles podiam levar o que quisessem da casa, televisão, notebooks, ela tentou argumentar, vi que os bandidos não vieram preparados para levar eletrodomésticos, o que eles queriam mesmo era dinheiro, pela cara deles eu percebia que já estavam perdendo a paciência, o de barriga protuberante pegou nos meus cabelos colocou seu rosto bem próximo ao meu e falou enfaticamente que eles sabiam que tinha dinheiro em casa e que se nós não quiséssemos que acontecesse nada de ruim fossemos logo desembuchando onde estava esse dinheiro, eu disse de novo aos prantos que não sabia, então ele pegou Camila minha filha e começou a baixar o short dela, minha filha tentava impedir, mas não teve forças, rasgaram o short de algodão que ela estava vestindo e sua calcinha deixando-a nua da cintura pra baixo. Vestida apenas com uma camisetinha ela implorou para que não fizessem nada com ela, mas mesmo diante dessa situação ela não chorou um instante sequer, parece que não tinha noção do perigo, para mim eu tinha certeza que aqueles homens iriam nos matar.
Quando aquele homem gordo despiu minha menina deixando-a nua em pelo, eu não consegui dizer nada apenas fiquei olhando, até hoje me sinto uma covarde por não ter tentado impedir aquele estupro, eu estava olhando para o relógio e estava quase na hora de meu marido voltar, se ele entrasse e se deparasse com aquela cena, eu não sei o que ia acontecer, foi quando o gordo sentou no sofá e disse que sabia que o Valdir guardava uma grande soma em casa que ele tinha desviado do banco, e que eles iam pegar a grana de qualquer forma, eu disse que não acreditava nele, que meu marido era um homem honesto e que não precisava roubar, enquanto isso o homem negro magro e o tatuado deitaram minha filha no tapete e começaram a comê-la na minha frente, vendo ela com as pernas abertas, e aquele negro em cima parecendo mais um cavalo resfolegando, olhando para a cara de Camila que tentava a todo custo não emitir nenhum som, nenhum gemido, mordendo os lábios, comecei a ficar com a calcinha molhada, me senti muito mal por estar excitada com a cena, o homem balofo sentado no sofá olhou para mim e disse que me queria nua, mandou que eu tirasse a roupa, prontamente eu me levantei tirei o meu vestido e fiquei só de calcinha, ele começou a passar os dedos entre meus lábios vaginais e viu que eu estava toda molhada, e disse “A vadia ta gostando, pessoal, pega aqui na boceta dela como tá encharcada.” ...


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