Lembranças da infancia

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Aos amigos que tem lido meus contos, quero dizer que todos eles foram vividos por nos, eu e minha esposa, todos são veridicos.

Hoje vou contar mais um da minha infancia, acho que foi a época que eu mais dei o cu, depois eu tive namoradas, casei, nunca parei de dar o cu, mas ultimamente é só nas festas que fazemos, eu e minha esposa.

Depois que me afastei de Rafael, a minha fama já era conhecida, e, mesmo eu querendo dar uma de dificil acabava dando pra muitos muleques, eu gostava mesmo de dar para os meninos maiores, pois o pinto já era maior tambem e assim dava mais tezão, tambem porque eles eram mais experientes.

Uma vez combinamos de ir pescar em uma represa que ficava à uns 5 km da cidade, fomos em 4 colegas, eu mais 3, o mais novo era eu (devia ter uns 10 anos), os outros eram maiores (14 anos), no caminho eles já comecaram a me azarar, dizendo que eu tinha que ser bonzinho com eles, senão eu não viria na proxima.

Eu concordei com eles e perguntei o que tinha de fazer pra eu vir sempre pescar com eles, eles disseram que deveria obedecer a tudo o que eles mandassem, chegando na represa um deles perguntou.

– É verdade que voce é veado.

– Não, quem falou isso.

– A mulecada toda comenta que voce é veadinho, e nos trouxemos voce aqui pra te comer.

– É mentira, eu nunca fiz isso.

– Voce ja deu pro Rafael, pro primo dele e pra mais um monte de muleque que nos estamos sabendo, é ou não é.

Eu abaixei a cabeça e concordei, não tinha como negar, eles já sabiam de tudo.

Ai um deles me segurou pelo braço pra mim não fugir e disse:

– Eu vou ser o primeiro.

– Não, vamos disputar no par ou impar.

Eles disputaram no par ou impar, e o guri que estava me segurando foi quem ganhou, ele puxou-me pelo braço e disse:

– Vem aqui ser a minha mulherzinha.

Os outros deram

risada, e ele me levou pra depaixo de uma arvore, bem proximo da represa (uns 20mt), mandou eu ajoelhar e disse:

– Chupa meu pinto, veado.

Ele foi falando e tirando o short, pegou o pinto já duro e colocou na minha boca, eu comecei a mamar e ele dizia:

– Que boquinha macia a minha menininha tem, chupa bem gostoso o meu pau, que depois eu vou enfiar ele no teu cu.

Enquanto eu mamava os outros meninos ficavam olhando lá da represa, quando esse menino (não lembro o nome) que eu estava mamando disse para os demais:

– Olha mulecada, ele esta chupando meu pau, ele é bem veadinho.

Os outros meninos se aproximaram, e eu falei que com todo mundo ali não ia dar, ai, combinamos que eles podiam ficar ali olhando, mais seria um de cada vez. Eles tiraram os pintos pra fora e ficaram punhetando, enquanto que eu chupava o pinto, depois ele falou que queria me comer, mandou eu ficar de quatro e veio por traz (muleque é meio brutão pra fuder),encostou o pau no meu rabo e foi forçando a penetração, senti o momento magico quando a cabeça passou, depois ele foi enfiando, até ir tudo, ficou bombando e falando pros outros:

– Que cuzinho quentinho e apertado esse veadinho tem, depois que voces comerem ele eu quero comer novamente,

Marcelo, o menino que ficou em segundo lugar disse:

– Arregaça esse cu, deixa ele bem aberto para mim.

Ele socava bem fundo e pelo ritmo percebi que iria gozar,

– Vou deixar o cu dele bem aberto e melado com a minha porra, agora.

Senti os jatos de porra indo bem fundo do meu cu.

Quando Marcelo viu o amigo gazando no meu cu disse:

– Agora é a minha vez, chupa meu pau igual uma mulherzina.

Vi que o pinto do marcelo era do tamanho do amigo que tinha me comido, uns 16cm, mas o pau do Tonho, o que tinha ficado em terceiro era bem maior, quando o Tonho viu que eu tinha levado um susto quando tinha visto seu pau, ...


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