Macho Alfa - Deixei o Novinho Arrombado

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22/16. Estas são as medidas de meu membro, do qual muito me orgulho. Ereto. 22 cm de comprimento, 16 cm de circunferência. Flácido? Continua chamando atenção, às vezes, até mais que eu gostaria. Quando coloco uma sunga – as quais sou apaixonado, brancas, pretas, listradas -, e vou curtir uma praia no final de semana, os olhares curiosos voltam-se todos para mim, digo, para ele, o dito cujo, o pacote, a mala, o volume. A Pica.


Sejam homens, mulheres, adolescentes, todos dão aquela conferida básica. Básica? Eu disse básica? Na verdade, parecem perder o controle sobre o próprio olhar, meu amigão aqui parece exalar algum tipo de feromônio que faz com que todos os olhares voltem-se para ele, e, por mais que as pessoas tentem não olhar, elas não conseguem. O prazer em apreciar o volume que tenho entre as pernas é maior, o contorno, as veias saltadas. Os pelos pretos em meu peito, em contraste com minha pele branca, ao deslizarem pelo meu corpo, fazendo seu caminho pela minha barriga até esconderem-se por dentro de minha sunga parecem ir conduzindo os seus olhares lascivos, que evidenciam um desejo oculto, até meu mastro. Ás vezes eu sinto que meu pau tem vida própria, onde eu sou apenas um coadjuvante.

As fêmeas cochicham umas com as outras, boquiabertas, se cutucam, dão risinhos, apontando com a cabeça, as mais indiscretas, com o dedo indicador mesmo, quase fazem escândalo. As casadas disfarçam com o marido ao lado, quando este está distraído, mas não deixam passar batido. Já dos machos sinto olhares invejosos, outros inseguros perto de suas mulheres, inseguros quanto ao próprio pau. Brochas! Cornos, ah, os cornos, perdi a conta de quantos já solicitaram meus serviços, pediam mansinhos que eu desse um trato em suas esposinhas. Atendi à todos solicitamente. Em muitas dessas vezes fiz estrago em dobro, tirando o cabaço dos maridos junto.

Toda essa contemplação em lugares públicos acontece enquanto meu amigo está adormecido, imagino se todos eles pudessem presenciar o despertar do Titã e vê-lo acordado, imponente. Um colosso.
Há também o olhar desinibido dos adolescentes. Divirto-me. Alguns, ao identificarem minhas medidas nada modestas, olham para si mesmos logo em seguida, comparando as suas malinhas com meu pacote, coitados. Seus olhinhos parecem petrificar-se, como se um feitiço tivesse sido lançado sobre eles. Estes são os que eu mais adoro. Talvez por que me fazem lembrar da minha adolescência.

Já bem novo, por volta dos 13, 14 anos, eu já me destacava dentre os outros meninos de mesma idade dentro do banheiro. Recebia todo tipo de apelido, tripé, Zé jumento, etc., os velhos clichês. Em minha inocência, sentia certa vergonha quando isso acontecia, não demorou muito, toda a escola já estava sabendo do que eu escondia por dentro da calça. Meninos, meninas e até professores se mostravam interessados em despir-me deste segredo. A vergonha logo passou quando descobri que eu havia sido premiado.

Enquanto alguns foram agraciados com rostinhos de modelos, galãs de cinema, eu, não tendo tanta beleza, havia recebido aquilo que todos eles invejavam e continuariam a invejar para o resto de suas vidas, que pagariam caro para ter. A ponto de, caso tivessem oportunidade de tocar um pedaço de carne daquela magnitude, sentir a dureza, o calor, a pulsação, como se deles fossem, o fariam, mesmo dizendo-se convictamente héteros. Todos cultivavam secretamente esse desejo dentro de si, ainda que conscientemente não soubessem disso. Confesso que, hoje, ser adorado me envaidece. Envaidece-me também “enviadescer” aqueles que se dizem machões.

Seria um crime, um pecado, guardar essa benção que os deuses colocaram entre minhas pernas apenas para mim. Decidi usar este dom para satisfazer o desejo daqueles que atravessarem o meu caminho. Alimentá-los com meu leite, dar de beber àqueles que têm cede, compartilhá-lo com os necessitados, afinal, esta é, também, uma ordem Divina, quem seria eu se me negasse a isso. Agraciar os outros, ainda que poucos. E por que não, castigar aqueles que merecem?
Seu macho alfa, o prazer é todo seu.

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Despertei hoje às 8:00 h da manhã. Eu havia acordado com fome. Fome de cu. Meu pau estava hasteado, duro como pedra, pedindo para colocar para fora todo o leite acumulado de três dias, e, como eu não costumo desperdiçá-lo sozinho, eu precisava dar de mamar para alguém ou leitar um cu.


Logo

que me levantei, peguei o celular e abri o Grindr, Hornet e Scruff, os únicos aplicativos que eu uso. Haviam dezenas de mensagens em cada um deles. Exclui aqueles perfis sem foto, e procurei alguém que valesse a pena, que poderia me servir de depósito de porra.


Me interessei por vários, mas a logística, horário e local, tornava tudo mais difícil. Filtrei e selecionei 2 machos disponíveis. Um moleque novinho, de 18 anos e carinha de 16, branco, magro, delicado. Um sarado do tipo sigiloso, de 20 e poucos anos e com namorada. Mandei pau para os três com a seguinte mensagem – Aguenta? O novinho logo pirou, e respondeu – Caralhooo. Sou louco em pauzão mano. Preciso sentar nessa vara. Quero você todo dentro de mim – eu sabia que ele estava fazendo tipo e que, no fundo, ia penar para aguentar até o talo – Vem me comer agora, meus pais saíram –, faltava 10 minutos para às 10:00 h.

- Tô livre às 11:00 h – dizia a mensagem do outro cara, o saradinho, e me mandou o seu endereço. Esse era o horário de almoço dele.
O novinho estava a apenas 1 km de distância, o outro 2,5 km. Dava para eu sair da casa de um e ir na do outro depois. Foi o que eu fiz. Peguei a minha moto e fui.

Chegando na casa do guri, ele me recebeu todo cheirosinho e limpinho. Abriu a porta da frente e atravessou o quintal em minha direção para abrir o portão. Ele estava sem camisa, exibindo aquele corpinho magro, gostosinho, para mim. Ele estava vestindo apenas um shortinho branco de malha bem leve e semitransparente. Ele vinha em direção ao portão rebolando como um veadinho feliz para o abate. Enquanto ele se aproximava, olhei para a sua cintura fina e vi pequenas alças pretas nas laterais, saindo de seu shortinho. A putinha estava vestindo uma calcinha fio dental por baixo do short. Assim que ele viu que eu havia percebido, deu um sorrisinho safado de canto de boca.

Chegando no portão, notei que ele era bem mais baixo do que eu, isso o fazia parecer ainda mais jovem, tinha o rosto de um adolescente. Ele estendeu as suas mãozinhas finas e delicadas em minha direção com as palmas viradas para cima, sinal de submissão. Suas mãos eram pequenas e macias. Dei um aperto firme olhando-o bem nos olhos, mas puxei-o para perto de mim envolvendo-o em meus braços. Percebi nele certa surpresa, ele não esperava por essa atitude minha. Apertei o seu corpo contra o meu fazendo-o sentir o meu caralho já duro latejar em sua barriga. Pude sentir o cheiro adocicado do perfume que ele usava, e, logo pensei em quão cheiroso devia estar o cuzinho dele.

Enquanto nos abraçávamos, apoiei a sua cabeça em meus peitos acariciando-a com uma das minhas mãos, senti seus cabelos macios entre os meus dedos. Ele parecia cada vez mais frágil. Com a outra mão agarrei a sua bundinha, era redondinha e dura, cabia quase que perfeitamente em minha mão. Nesse primeiro contato eu lhe tratava com carinho e cuidado e ao mesmo tempo deixava claro de que aquele cu era meu.
Ele foi na frente e eu o segui com os olhos grudados no seu rabinho.

Eu e o novinho do Hornet nos encontramos em sua casa por volta das 10:20 h. - Pode entrar, fique a vontade – disse enquanto abria a porta. Meu pau já estava latejando dentro de minhas calças como uma fera presa em uma gaiola, faminto e implorando para ser liberto. Os olhinhos do menino discretamente observavam o volume nada discreto no meu jeans. Apesar de provocativo, ele era bem mais tímido pessoalmente do que se mostrou nas mensagens. Eu mal podia esperar para ter o meu pau cravado em sua linda bundinha.
- Quer uma água? – ele me perguntou na sala.

- Quero seu cu – respondi aproximando-me dele, afinal, eu não tinha todo tempo do mundo e depois dele eu ainda tinha outra parada a fazer. Segurei seu rostinho delicado com as duas mãos e fui dado-lhe um beijo lento e molhado. Enquanto me beijava de olhos fechados e tateava todo o meu corpo e ia direcionando suas mãos em direção ao meu caralho.

Ele parou de ...


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