Macho Alfa - O Novinho quase Arregou

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PARTE 4


Ele foi puxando-me pelo pau até o seu quarto como se estivesse no comando. Chegando lá, ele sentou-se na beira da cama e começou a mamar de novo enquanto eu retirava a minha camisa. Ele lambia a cabeça de meu pau com sua língua imensa enquanto mantinha o olhar fixo em meus olhos. Tirei os sapatos. Abaixei minhas calças. Peguei-o pelas perninhas e num movimento só o virei de bruços na cama como se fosse uma bonequinha de tão leve. Surpreso, ele emitiu um leve gemido.

Logo tratou de empinar aquela bunda redondinha para mim. Puxei seu short de uma vez enquanto levantava suas pernas e joguei-o no chão num canto do quarto. Finalmente pude apreciar aquele rabinho só com a calcinha fio dental. Dei dois tapas forte em seu rabo branco fazendo-o “quicar” e gemer. Logo as marcas vermelhas de meus tapas apareceram.

O fio no meio de sua bunda era tão fino que mal escondia o seu cuzinho, afastei a calcinha com um dedo, expondo seu buraquinho, que era perfeito. Como um bom apreciador de cu que sou, posso dizer que as suas preguinhas pareciam ter sido desenhadas à mão. Era um cu tão pequeno e apertado que parecia ser virgem. Aproximei meu rosto daquele cuzinho cheiroso e dei-lhe um beijo de língua demorado. Lambi. Cuspi. Linguei aquele rabo com vontade. Lambuzei-o todo de saliva. Eu parecia um bebe de tanto que eu babava em seu cu, estava tão molhado que minha cara deslizava no meio de sua bunda fazendo-me querer entrar totalmente dentro dele.

Dei dois puxões na calcinha e a rasguei.
– Era da

minha irmã – ele me disse. Fiz pouco caso, o que me deixou com mais tesão e a ele também.

Enquanto eu dava um trato no cu dele eu já havia encapado meu caralho. Deitei na cama e mandei que cavalgasse. Ele me lubrificou, agachou sobre mim, posicionou cabeça de minha pica na entrada de seu cu e foi tentando introduzi-lo dentro de si enquanto eu alisava as suas pernas. Ele ia quicando, dando leves forçadas enquanto meu pau latejava.

- Faz tempo que não levo um desse tamanho – ele dizia para tentar justificar a dificuldade enquanto tentava abocanhar meu cacete com o cu. Quando pareci estar se abrindo para mim ele fechava os olhos e fazia uma leve expressão de dor seguida de um gemidinho e tirava-me de dentro dele.

Ele estava com dificuldade para montar em mim. Então segurei-o pelas pernas novamente e o virei, colocando-o de frango assado. Pude notar a sua expressão de medo imediata.
- Relaxa – disse para tranquilizá-lo - só relaxa o cuzinho para mim - , enquanto eu lambuzava meu pau com mais lubrificante para facilitar a entrada.

Posicionei meu pau no seu cu. Coloquei suas perninhas sobre os meus ombros e ele me segurou pelo pescoço, entrelaçando os dedos atrás de minha nuca.
Fui forçando meu cacete duro com seu cu. A cabeça de minha rola deslizou para dentro dele quase que imediatamente. Ele fez uma expressão de dor. Parei e comecei a beijá-lo na boca, pescoço, orelha, e deixei que ele se acostumasse com a circunferência.

Voltei a penetrá-lo, deslizando cada um dos 22 centímetros para dentro dele, e ...


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