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Mãe e filha

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dianagray444
Grupal

Casei aos 34 anos com Maria, uma mulher 2 anos mais nova. Era uma mulher madura e fogosa. Vestia-se sedutoramente, de saia e saltos. Antes mesmo do casamento, frequentávamos motéis e entregava-se. Em algumas ocasiões levei-a nas viagens que fazia pela empresa em que trabalhava. Tinha uma filha adolescente, Monica, que morava conosco e ficava com as tias quando viajávamos.

O sexo era quente entre nós apesar de Maria negar seu rabinho. Seus seios eram grandes e a cintura esbelta o que me agradava. Com o passar dos anos, percebi que Maria se descuidava de sua aparência. Só vestia calças compridas, blusas soltas e sapatos baixos demonstrando desinteresse em manter nosso relacionamento.

Monica cresceu e encorpou. Seus seios, grandes e de mamilos protuberantes, quase furavam o tecido das blusinhas que usava, sem soutien. Desfilava pela casa em shorts minúsculos que apertavam sua bundinha empinada. Pela manhã, me dava um beijo de bom dia roçando os lábios no canto de minha boca. À noite, ao se despedir para dormir, repetia o ritual.

Um dia eu tomava banho e esqueci a porta entreaberta. Ouvi um ruído e me voltei: Monica me olhava nu. Percebendo que eu a vira, afastou-se para seu quarto. Acabei de me vestir e passando por ele ouvi ruídos dela se masturbando.

Nos dias que se seguiram, Monica se tornou mais ousada ainda: andava pela casa em blusas decotadas e transparentes e sem calcinha com o short moldando sua bundinha redonda e apetitosa. Em diversas ocasiões flagrei-a olhando em direção ao meu sexo o que me deixava com o pênis duro, embora eu não a incentivasse.

Estávamos vendo televisão e Maria comentou que ia dormir deixando-me com Monica que sentou-se a meu lado. Minha enteada encostou sua perna na minha e me acariciou. O pênis reagiu e ela segurou-o.

“Como é grande e duro. Minha mãe deve se acabar ao recebê-lo.” comentou.

“Ultimamente sua mãe não tem tido muito interesse em fazer sexo”, repliquei.

“Não acredito; eu jamais me recusaria.” Continuou a acariciar minha ferramenta. Em dado momento levantou-se apoiando-se no mastro e me beijou a boca. Afastei-a e, a pretexto de estar com sono, deixei-a a sós sabendo que iria se masturbar.

Levantei no meio da noite e vi uma luz acesa. Desci e Monica se masturbava, gemendo baixinho, ainda no sofá. Balbuciava meu nome enquanto enfiava dois dedos na vagina. Enquanto eu a apreciava, gozou.

No dia seguinte quando levantei, Maria havia saído às compras e Monica estava na cozinha. Sentei para tomar café e minha enteada me deu bom dia com um beijo na boca. Colou seu corpo ao meu, roçando os seios em meu peito.

“Você é um homem muito gostoso e eu o quero.” “Sou casado com sua mãe.” “Pouco me importa, quero ser sua. Eu o desejo há muito. Não me importo de dividi-lo com mamãe, mas quero-o na minha cama”, respondeu.

Não posso fazer isto com sua mãe apesar de ela não me procurar mais”.

“Deixe que eu a substitua. Eu fico toda molhada só de pensar em você dentro de mim”.

A conversa parou por aí. Monica foi para seu quarto e eu terminei meu café. Estava no computador quando ela entrou no escritório, completamente nua.

“Não suporto mais sua negativa. Minha vagina precisa ser preenchida.”

Meu pênis endureceu imediatamente ao ver seu corpo: a vagina estava depilada e as aréolas dos seios, rosadas, envolvendo os bicos dos peitos. Beijou-me outra vez segurando a vara. Não consegui resistir e correspondi ao seu beijo. Empalmei seus seios brincando com os mamilos. Monica se esfregava em mim sentindo a dureza do mastro entre suas coxas.

“Sei que me quer. Mete em mim. Preciso de sua vara.”

“Vista-se pois sua mãe deve estar chegando e não quero que nos veja.”

“Estarei esperando você em meu quarto à noite”, pediu. Dei uma chupada naqueles seios maravilhosos e ela saiu. Quando a vi novamente estava vestida sensualmente e me jogou um beijo.

Naquela noite Maria recolheu-se mais cedo pretextando

enxaqueca. Monica sentou-se a meu lado e acariciava meu mastro despudoradamente. Fui verificar e Maria dormia pesado. Monica me aguardava à porta de seu quarto. Entrei e me beijou puxando-me para a cama.

“Não aguento mais de tesão. Quero que me faça mulher”. Nus, deitamos na cama. Ofereceu os melões que suguei com força inchando os mamilos. Rodeei-os com a língua e mordi-os. Monica gemia baixinho. “Ai, que delícia. Não pare. Minha xoxota está encharcada”.

Apertei suas tetas e fui descendo as mãos pelas ancas, acariciando as coxas. Monica abriu as pernas mostrando a vulva lisinha. Movimentei-me para ficar entre suas pernas e lambi seu clitóris. Um choque percorreu seu corpo e gemeu alto AHHHHHH…..! Como é gostoso!

Pincelei sua vulva com o pênis, torturando-a. “Penetre, por favor. Tire meu cabaço. Me faça gozar”. Coloquei a vara na entrada e, num só golpe, meti naquela xoxota gulosa. A membrana não resistiu e rompeu-se abrindo caminho para o útero. Monica chorava de alegria. Comecei a movimentar e suas pernas me envolveram puxando-me para dentro. Gozou ruidosamente. Seus espasmos diminuíram e saí, deixando-a deitada e agradecida.

“Obrigada pela noite de ontem. Tornar-me mulher foi uma sensação inesquecível. Se me quiser, adoraria repetir”, disse Monica no dia seguinte.

Maria saiu para o cabeleireiro e Monica tomou banho deixando a porta aberta. Seu corpo jovem era apetitoso e acariciei-o enquanto se enxugava. Enquanto sua mãe não retornava, vestiu somente uma calcinha fio dental e desfilou pela casa, provocando-me. Eu estava de pau duro o tempo todo o que chamou a atenção de Maria. Surpreendentemente me chamou para o quarto e despiu-se.

“Quero esta vara dura dentro de mim. Deixe que eu a chupe antes de me comer”. Sugou como há muito não fazia e esporrei em sua boquinha. Engoliu tudo. Ainda duro, enfiei na sua buceta e gozei novamente. Maria chorava de prazer e pedia perdão por não ceder a meus desejos. Procurou uma das roupas de antigamente e se produziu. Suas tetas e coxas se mostravam sob o vestido decotado e curto. Parecia uma vadia e rivalizava com Monica.

À noite, Maria apareceu nua na sala. Depilara a xoxota e me provocou na frente de Monica. Fiquei embaraçado quando sentou em meu colo. Monica corou e chamou-a de vadia. “Sou vadia só porque quero meu homem ?” Monica foi para o quarto e naquela noite não trepamos.

Acordou com os olhos inchados de tanto chorar e preparou o café da manhã com um baby-doll transparente sem nada por baixo. Maria ainda dormia e encostou-se em mim. “Voces treparam ?” “Não, está reservado para você quando ela sair.”

Maria acordou e viu Monica. “Você ontem me chamou de vadia, mas está vestida como uma vagabunda. Vá se compor”, reclamou enquanto se roçava em meu pau. Monica saiu e se vestiu.

Maria usou uma calça comprida justíssima, um top que revelava seus seios e mamilos e saltos altos e saiu. Tão logo ficamos sós, Monica me levou para seu quarto e trepamos.

“Sua puta devassa, trepando com meu homem”, gritou Maria que voltara sem fazer ruídos e estava na porta do quarto. “Ele é meu macho. Tirou minha virgindade porque você não fode com ele”.

As fêmeas começaram a brigar e tive que separá-las. Maria chorava convulsivamente observada por Monica, ainda nua. Despi Maria sem qualquer resistência deitando-a ao lado de sua filha, chupando seu seio enquanto dedilhava o clitóris de Monica. Ambas suspiraram alto. Fiquei em cima de Maria e apontei o mastro para sua vagina, penetrando-a. Maria enlaçou-me com as coxas puxando-me para dentro. Monica olhava a mãe sendo fodida: “Ahhh, acabe comigo. Este pau é maravilhoso, grosso e comprido. Sinto falta dele.” “De agora em diante vai dividi-lo com sua filha. Vou foder as duas.”

Monica virou-se para a mãe chupando o seio desnudo. Maria puxou sua cabeça e beijou a filha. Suas línguas duelaram. Maria acariciou e sugou os seios de Monica que gritava seu prazer. Após o gozo de Maria, virei-a para comer seu cuzinho virgem. Lubrifiquei-o e apontei o mastro. Ela percebeu o que aconteceria e negaceou. Dei-lhe um tapa na bunda e ...


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