Meu colega me mamou atrás do Ginásio

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Parte 1 - Ganhei fama de Pauzudo no Colégio

Parte 2

Eu sempre costumava chegar ao colégio mais cedo. Certo dia eu cheguei e fui guardar minha mochila na sala, que estava vazia, e ir ao banheiro.
Faltavam aproximadamente 5 minutos para começar a primeira aula quando retornei para a sala, abri a minha mochila para pegar meu caderno e encontrei uma folha solta lá dentro. Era um bilhete que dizia “me encontra atrás do ginásio no recreio sem falta”. Achei estranho, mas fiquei muito curioso para saber quem e o que era. Mas pensei que podia ser algum tipo de armação.

Fiquei as três aulas sem conseguir me concentrar pensando o que podia ser. No recreio eu nem fui merendar para eu matar a minha curiosidade, e também para aproveitar que todos estavam merendando e não teria ninguém lá por perto. Fui para lá. Tinha um corredor estreita entre dois lados do ginásio e o muro da escola. Na entrada de um dos lados tinha uma árvore que quase cobria a passagem, atrapalhando a visão. Do outro lado a passagem era mais livre e tinha uma porta que dava para dentro do ginásio e para o banheiro, foi por onde eu entrei.

Fiquei encostado na parede quase no encontro dos dois lados, com medo, nervoso, e pensando em sair dalí. Fiquei menos de 2 minutos, mas parecia uma eternidade. Quando de repente eu vejo o marquinhos se aproximando pelo mesmo lado que eu havia entrado. Quando o vi eu tomei um susto, meu coração gelou e pensei em dar no pé mesmo sem saber do que se tratava.

Marquinhos, apesar do apelido no diminutivo, era do mesmo tamanho dos demais garotos, no entanto, se destacava pelo corpo mais desenvolvido, era até bonitinho, e pegava algumas meninas do colégio. O apelido era devido a ele ser muito brincalhão, o palhaço da turma. Ele sempre usava bermudas moletom que destacavam sua bundinha, que não era grande, mas dava para ver que era redondinha, dura e bem desenhada.

Ele estava vindo em minha direção com as mãos nos bolsos, ombros meio encolhidos, olhar esquivo, e verificando se não tinha ninguém atrás dele. Desisti. Me descorei do muro rapidamente e fui na outra direção pretendendo sair do outro lado.

Com isso, ouvi ele vindo correndo em minha direção e dizendo “espera” em voz baixa, fingi não ouvir e continuei. Quase chegando na quina do muro senti ele me segurando

firme pelo braço e repetindo “espera aí”.
“Que é?”, perguntei a ele.
“Eu que coloquei o bilhete na sua mochila pow”, disse olhando para trás e colocando as mãos nos bolsos de novo.
“Pra quê?”.
“Me mostra aí”, pediu fazendo um sinal com a cabeça e olhando para baixo, em direção ao meu pau.
“Mostrar o que?”, perguntei fingindo não saber o que estava querendo dizer.
“Você sabe, pow”, ele respondeu meio tímido, cruzando os braços e se escorando na parede num dos ombros.
“Num sei de nada não”, relutei de novo. Ele estava bem retraído, como jamais eu poderia imaginar. Ele ficou um tempo em silêncio, ora brincando com uma pedrinha no chão com os pés, ora descascando a tinta na parede, meio que esperando uma atitude minha e pensando no quê falar. Sempre desviando o seu olhar de mim.

“Vou nessa”, e me virei.
“Não, pow, pera aí”, ele suplicou “Mostra aew rapidão, na moral”, disse enquanto dava uma apertada na malinha dele e olhava para o meu pau. Agora não tinha como eu me fazer de João sem braço e respondi, “Você já viu lá no banheiro com os outros meninos”.
“Vai vacilar, cara? Qual é”.
“Pode chegar alguém e pegar a gente aqui”.
“Vai não. Geral tá merendando”, ele ficou insistindo, “Cê tá perdendo tempo. Só pra gente comparar, cara”.
Acabei cedendo. “Chega aí então”, disse chamando ele para irmos para o lado onde a saída era coberta por árvores e podíamos ficar escondidos, vendo caso alguém entrasse do outro lado. “Mas tem que ser rápido, pode chegar alguém”
“Beleza”, ele consentiu balançando a cabeça.

Comecei a abrir meu zíper e desabotoar a minha calça. Abaixei-as até a metade da coxa. Ele fixava o olhar na minha mala, atento a cada movimento e claramente ansioso. O volume no moletom denunciava a sua exitação.
“Tá aí”, disse assim que tirei o pau para fora, “Tá mole”.
“Caralho”, ele exclamou espantado.
Ele tirou o dele em seguida, já duro como pedra, tanto que apontava para cima. Devia ter uns 13 cm. Comparando, o meu pau mole tinha o mesmo tamanho que o dele e ainda era mais grosso.

“Tá mole e ainda é maior que o meu, cé doido”, ele disse sem jeito. Eu também estava meio constrangido em estar com o pau para fora com outro menino e não saber bem o que fazer. Eu ficava segurando o pau e mostrando para ele.
“Pronto. Cê já viu. Vamo nessa agora”
“Não. Pera aí. Assim não vale. ...


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