Meu marido levou o frentista pauzudo para me comer

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Ele disse que tinha uma surpresa pra mim. Fiquei curiosa, e perguntei várias vezes qual era a surpresa. E ele não falava nada, pois senão estragaria a surpresa. Mas devagar fui descobrindo o que era. Na hora do almoço ele me falou que era um amigo nosso que estava na cidade e estava louquinho de vontade de me ver. Mas quem? Pensei logo no Rick, mas ele garantiu que não era. Fiquei um tempo encucada até que descobri quem era: o Frentista. O meu marido confirmou e na hora me fez uma cobrança: “Lembra o que você falou há mais de um ano atrás? Que quando você tivesse a oportunidade, ia dar o cuzinho pra ele…”. Gente, o Frentista não é normal…rsrs. Quando o meu marido falou isso, me deu um “friozinho” na barriga, ao mesmo tempo que senti minha boceta molhar. Sem ter nenhuma certeza do que estava falando, disse pra ele: “Ele escolheu o dia certo… Hoje eu to muito a fim de um pau na bundinha…”. O resto da tarde foi de provocações. O meu marido subia até onde eu estava e me provocava, mexendo na minha boceta. Dizia que não via a hora de me ber “brincando” com o pau do frentista. Eles marcaram de se encontrar numa pizzaria, perto das 8 horas. Pra comer alguma coisa e depois irmos pra casa do meu marido. Depois das 6, o meu marido pediu que eu fosse com ele até a loja de um amigo dele, pra resolver alguns problemas. Saímos de lá já eram quase 8 horas e falei que tinha que passar em casa pra pegar roupa pro dia seguinte. Mas estávamos atrasados e ele falou que depois daria um jeito nisso. Chegamos no local combinado e ele já estava lá. Foi até estranho ver o Frentista fora do seu “habitat”… rsrs. As poucas vezes que tínhamos ficado junto foram em lugares atípicos. Ou no fundo do Posto, quase no meio do mato e numa escuridão de dar medo, ou então dentro do banheiro do posto. Tinha uma tonalidade de depravação. Ali, sentado na mesa de um restaurante, tomando um refrigerante, não parecia o mesmo. Depois de conversarmos algumas banalidades, o meu marido se encarregou de “esquentar” a conversa. Disse pro Frentista que eu tava louca de vontade de fazer sexo anal com ele. Até engasguei… rsrs. Eu tava realmente louquinha de vontade de sentir um pau no meu cuzinho, mas também tava totalmente insegura. Eu me sentia como uma criança, querendo provar que eu poderia conseguir alguma coisa. Sexo, mesmo quando fazemos alguma “extravagância”, acontece

naturalmente. Eu adoro sexo anal, mas naquele caso eu “tinha que conseguir” pra mostrar pro meu marido. Quando o meu marido falou isso pra ele, ele olhou com um ar de superioridade, como se soubesse “aquilo tudo” que ele tem. E falou: “Não sei se ela agüenta… Mas não tem problema. Já “passei por aí” e a boceta dela é o meu número”. Num primeiro momento me assustei com a maneira que ele falou, e não sabia se tinha gostado ou não. Mas a umidade na minha calcinha tirou a dúvida… rsrs. E a conversa não mudou mais de rumo. O Meu marido dando dicas pra ele do que eu gostava, de como gostava de ser tratada, foi hilário. Tive que interromper ele, falando que tava parecendo aquelas orientações tipo “agite antes de usar”, “mantenha na geladeira” ou “consumir quente”… rsrs. Fomos pra casa do meu marido e, chegando lá, fui direto tomar um banho, pois tinha feito muito calor aquele dia. Voltei pra sala e sentei no lado do Frentista, no sofá, enquanto o meu marido preparava uma bebida pra eles. O Frentista tomou a iniciativa e virou pro meu lado. Começou a beijar meu pescoço e minha orelha, enquanto passava a mão nas minhas pernas. Logo ele já estava tocando minha boceta com seus dedos, pois eu não tinha nada por baixo da camiseta. Vi quando o meu marido tirou a roupa, e falei pro Frentista que queria chupar o pau dele. Ele levantou, tirou a roupa também e sentou novamente no sofá. Me levantei e me ajoelhei na frente dele, afastando um pouco suas pernas pra poder chupa-lo. O pau dele não estava totalmente duro, mas já era imenso daquele jeito, o que me deu um pouquinho de medo novamente. Segurei ele com a mão e comecei a passar a língua e chupar o pau dele. Aí eu esqueci do que poderia acontecer. Esqueci do mundo chupando aquele pau delicioso, apesar de não caber muita coisa na minha boca. Até que senti as mãos do meu marido passeando na minha bundinha. Enquanto chupava o Frentista senti os dedos do meu marido várias vezes dentro da minha boceta e passeando na entrada do meu cuzinho. Até que colocou dois dedos no meu cu e bateu na minha bunda, enquanto falava: “Vai cadela… Baba no pau dele… Chupa… Vou gozar na tua cara quando você tiver com o pau dele cravado na tua bunda…”. Não sei quanto tempo ficamos assim, e percebi que o pau do Frentista não ficava totalmente duro… Minha boca tava doendo já… rsrs. Uma hora ...


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