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Meu pai…

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THECOACH
Incesto

Sou a Ana, Aninha como todos me chamam. Sou filha única, vivo com meus pais e hoje estou com vinte anos. Faço faculdade de arquitetura e tenho um filho. Um lindo menino agora com dois anos.
Minhas últimas semanas tem sido de correria intensa. Estou de casamento marcado para daqui a um mês e para completar novamente grávida… Meu noivo está muito feliz, ele me ama e eu adoro ele. Um excelente rapaz também com vinte anos que eu conheci no meu serviço. Sim além de ser mãe e fazer faculdade ainda acho tempo para trabalhar em um escritório de engenharia por meio período. Meu noivo o Marcos é filho do dono e assim que nos conhecemos nos apaixonamos… Meu futuro sogro e patrão torceu o nariz para mim já no início do namoro, mas agora com o neto chegando me adora e só tem boas palavras para comigo. Até me deu um bom aumento.
Hoje uma quarta feira normal, acordei cedo como sempre. Meu filho o Juninho felizmente é um dorminhoco e sempre dorme no mínimo até as dez da manhã… Mamãe enfermeira certificada como instrumentalista de transplantes está no turno da manhã no hospital. Já deve ter saído bem cedo. O horário dela pode variar conforme as urgências no hospital. Papai muito mais tranquilo é advogado com banca própria. O Dr Júlio só trabalha e atende seus clientes a tarde, a menos que tenha compromisso no Fórum.
Desço para a cozinha e lá está papai lendo seu jornal com cara de “Dr Júlio”, sério e compenetrado. Murmura um “dia” bem distraído para mim e eu respondo:
-Bom dia papai!!!
Bebo quase de um gole só meu chocolate com leite e engulo dois ou três biscoitos rapidamente….Papai com desaprovação:
-Você não toma jeito mesmo Aninha. Coma devagar! Aproveite o alimento e mastigue bem…
Eu ignoro e apenas afasto o jornal das mãos dele…Com agilidade de quem está acostumada pulo no colo do papai e começo a beijá-lo. Ele oferece uma mínima resistência de início mas logo sua língua está em minha boca do jeitinho que eu gosto. Amo o cheiro do papai e estou muito excitada, sempre fico assim pela manhã…Sinto a mão dele entre minhas pernas e sei que logos seus dedos já estarão dentro de mim como sempre…Me sinto toda arrepiada…
Estou apenas com de shorts e camiseta que uso para dormir, sem calcinha muito menos sutiã…Papai ainda de pijamas me segura com força, gosto disso nele. Em pouco tempo as mãos do Dr Júlio já estão explorando meu corpo sem pudor algum. Não demora sinto os dedos do papai dentro de mim enquanto com o polegar massageia meu clitóris…Pronto! De agora em diante eu não respondo mais por mim. Papai sabe que me tem e pode fazer tudo comigo, e faz! Eu posso sentir sua masculinidade crescendo e forçando minha bunda…Aquilo que papai carrega entre as pernas me domina desde que ele tirou minha virgindade logo após eu completar meus dezoito anos. Eu sou uma moça normal, com vida sexual bastante ativa, tive muitos namorados e gosto de transar, mas do jeito que o papai faz comigo não existe outro. Realmente meu pai é muito bem equipado, “sua ferramenta” é sem dúvidas algo especial e que ele sabe usar muito bem…Como tudo isso começou?
Quando completei dezoito anos quase entrei em um período de depressão. Papai logo percebeu e procurou descobrir o que me incomodava. Sempre tivemos um excelente relacionamento de pai e filha, então abri o jogo…Foi até fácil. O problema é claro eram os rapazes. Eu sempre fui muito popular, os rapazes faziam fila para sair comigo, mas no sexo eu nunca dei sorte com eles. Um bando de babacas desajeitados…De valentes homens prontos para deflorar mocinhas incautas na intimidade a maioria virava menininhos assustados, atrapalhados e inseguros… Nenhum deles conseguiu me foder, mas foder mesmo, a maioria gozava “nas minhas coxas” outros não conseguiam uma ereção suficiente e a desgraça se repetia até eu desistir. Com mais de dezoito anos eu era virgem e isso me decepcionava, foi o que falei para o papai.
Meu pai foi muito legal. Me ouviu deu conselhos de pai, pediu paciência, falou da imaturidade dos meninos na minha idade. Principalmente me tranquilizou garantindo que o problema não era comigo. Me elogiou como mulher, falou do meu corpo bem feito e até disse que me achava muito atrativa sexualmente. Deve ter dito isso para me ajudar, me animar e afastar qualquer complexo ou culpa da minha parte e se teve outra intenção no momento não sei, mas não foi o que me pareceu…
Conversa vai, conversa vem, nós dois sozinhos em casa quase sempre por muito tempo e nossa intimidade foi aumentando. A conversa que tivemos mexeu comigo. Gosto de pensar que o papai não me manipulou. Eu acho que a ideia de transar com meu pai foi minha e surgiu tão naturalmente que eu nem sei exatamente quando. Menos de dois meses depois da nossa “conversa” transamos! Eu pedi para o papai. Sim, pedi diretamente. Não fiz o joguinho de me insinuar como muitas meninas fazem com seus pais. Não seduzi de maneira alguma o Dr Júlio…Apenas procurei ele cedo na cozinha tomando o cafe e abri o jogo:
-Papai! Eu quero transar com você! Por favor…
Não sei como tive coragem. Não sei como foi possível e exatamente que pensamentos me levaram à isso. Possivelmente o fato de

acordar todas as manhãs toda molhadinha depois de sonhos onde homens muito viris me possuíam de maneira animalesca…Mas a reação do papai no momento logo após meu insólito pedido me deixou pensativa por algum tempo:
Ele não mostrou surpresa alguma, ou estar assustado nem mesmo preocupado…Parecia só estar esperando eu pedir…
-Tem certeza de que é isso mesmo que quer Aninha? Você sabe que uma vez feito não tem volta e nossa vida vai mudar para sempre. Será difícil senão impossível esquecer isso…para sempre! Qualquer dia você vai casar e nós sempre teremos isso em mente…
Eu respondi com firmeza:
-Sim pai, eu tenho certeza!
E fiquei parada no meio da cozinha sem saber o que fazer, qual seria o próximo passo…Seria agora? Eu deveria começar a tirar minha roupa na frente do papai? Foram momentos para lá de constrangedores! Para mim… Meu pai aparentava tranquilidade…Muita tranquilidade para ser exata…
Então ele começou uma conversa que me desnorteou totalmente por não saber se ele estava me seduzindo ou querendo que eu desistisse da ideia louca. Também achei que podia ser amor mesmo:
-Veja bem minha princesa…Você pouco sabe do sexo. Está em uma idade normal para ter as descobertas que certamente vai ter. Mas a verdade é que você não sabe quase nada ainda…Eu sou uma pessoa de certa forma especial…O teu pai, minha filha…É o que costuma se chamar de “bem dotado”…Eu tenho um pau muito grande, maior que a maioria dos homens tem, e você é uma moça delicada, puxou sua mãe que sofreu um bocado comigo quando recém casados…Eu não quero te machucar, você sabe…
Eu me sentindo agora uma garotinha, mas não assustada:
-Bom pai, se eu não aguentar é só parar…certo?
Ele então realmente me surpreende:
-Não sei filha…Os homens em momentos assim podem não ter muito controle, não sei se vou poder atender seus apelos, uma vez que eu…hã…esteja fazendo o que você me pediu não sei se vou conseguir parar…Vou ter que ir até o fim…E se você é virgem mesmo, não gosto disso, mas já vou te avisando: Vai doer e não será pouco!
Eu apenas me ouvi falando com uma firmeza surpreendente:
-EU SOU VIRGEM! E eu posso aguentar uma transa, sou mulher e não tenho defeitos, posso ser delicada mas tenho uma boceta não tenho?
Papai apenas sorriu…O que de certa forma me desconcertou, mas eu não pretendia voltar atrás…
Meu pai sempre foi um homem forte. Sem falar nada e um pouco sério demais agora ele me pegou como uma criança e me sentou na mesa da cozinha. Afastou as coisas, xícaras e leiteira do jeito que deu. Em segundos ele arrancou minhas roupas, apenas uma camiseta e um shorts e abrindo minhas pernas me examinou em minhas intimidades:
-Olha só…Raspadinha minha filha?
Não falei nada, o que poderia falar?
Ele sem muitas carícias apalpou meus seios e meteu um dedo na entradinha da minha perereca…Eu me arrepiei toda e esperei meio sem reação o que viria.Nesta situação tão bizarra só me restava me entregar assim mesmo, sem muita reação…Achei melhor deixar o papai fazer do jeito que quisesse…E assim foi!
Ele começou como que testando sua filhinha…Um tapinha nas coxas, beliscões de leve nos mamilos e dedos na minha xaninha. Quando ele tocou meu clítoris eu quase soltei um gemido que tratei de abafar logo. Papai então falou:
-Pode se soltar filha. Preciso saber o que te excita. Se tiver que gemer ou mesmo gritar saiba que isso é normal. Um homem gosta de ver sua mulher gemendo de prazer…
Esse “sua mulher” me deixou mais confiante na hora. Abracei meu pai e o beijei na boca. Foi nosso primeiro beijo de amantes. Um beijo molhado e bastante íntimo para deixar tudo muito claro, e depois disso tudo fluiu de uma maneira linda, nosso amor, nosso sexo foi maravilhoso e eu nunca mais fui a mesma.
Em algum momento senti meu papai me deitando na mesa, colocou minhas pernas erguidas nos seus ombros e me deixou assim bastante vulnerável. Senti quando seu pau tocou na minha vulva e só então tive coragem de olhar para aquilo. Que susto! Mas já era tarde e não tive tempo de falar nada. A penetração começou e toda minha atenção estava agora comprometida. Eu tive certeza que seria rasgada, não tinha como eu receber tudo aquilo e de fato comecei a sentir os lábios da minha xaninha se afastado um do outro, a vulva se alargando e o canal vaginal resistindo sem sucesso a invasão. Aquilo foi entrando e eu sentia algo entre ardência, dor e aquecimento. Podia perceber minhas entranhas se esticando, se acomodando mas parecendo que seriam arrebentadas. Nestes momentos iniciais eu não senti prazer nenhum, luxúria ou sensações mágicas descritas em romances com sexo que eu gostava de ler. Eu estava agora com medo, certa de que seria muito machucada e tudo estava doendo muito:
-Pare pai! Aiiíi…Pa…Pai pare…Por favor. Eu tô pedindo…Paizinho!!!!!
Claro que ele não parou! Pareceu nem me escutar e uns minutos depois de muita tortura para mim que pareceram meia hora ele falou:
-Agora falta pouco filha….Calma!
Foi quando senti minha virgindade rasgar. Aquele monstro passou devagar mas firme e a ardência que eu senti me deu a certeza de que acabou minha vidinha de virgem. Eu acho que devo ter de alguma forma dado um sorriso porque papai falou
-Pronto! Era isso que você queria?
Depois disso as coisas melhoraram um pouco. Um pouco mas não muito. Eu me sentia totalmente ...


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