Meu vizinho virgem

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Havia no condomínio da Avenida Principal onde morava dois prédios, um de frente pro outro, da janela da sala do meu AP eu via as janelas dos APs do prédio do frente, a entrada pra garagem passava entre os dois prédios e de frente pra rua tinha um pequeno jardim, com alguns bancos, ali que a galera do condomínio se encontrava pra trocar ideia e apelidaram esse espaço de “play”, eu quase não participava mas morria de vontade.

Na minha casa só eu e minha mãe, que era enfermeira chefe de UTI, trabalhava uma noite e folgava duas, além de ser gerente de um postinho de saúde, por isso ficava muito sozinha, minha irmã era casada há muito tempo e meu pai se foi quando tinha 16 anos, eu tinha acabado de fazer 18.

Era meu primeiro ano na faculdade, meu curso era noturno, chegava em casa tarde, os trabalhos eram muitos e os livros também, passava as tardes estudando, ficava exausta, mas o tesão continuava o mesmo, o sexo sempre foi uma tentação permanente na minha vida e essa foi uma época marcada pelas deliciosas siriricas, sem namorado, só me restava fazer amor com a pessoa mais tesuda que tem...Eu mesma...

Num dia desses de muito estudo no meu quarto, escutei as gargalhadas da cambada do condomínio lá embaixo, o barulho animado era um convite:

-Vem Sibila!...vem vagabundar Sibila!!...vem logo, larga tudo e vem menina!!!....Ahhh!...

Não resisti mesmo, larguei os livros, coloquei meus chinelos, prendi os cabelos num rabo de cavalo comprido até perto da cintura, vesti um short curto e apertado que não só destacava o “capô de fusca” como também mostrava as polpas da bunda empinada, um top mostrando a

curva perfeita da minha cintura um piercing de pedrinha branca no umbigo e desci pro “play” feliz da vida.

Cheguei lá, estavam os irmãos Rafael e Rafaela que moravam no AP a cima do meu, eu morava no primeiro andar, o chato do Canaó no térreo do prédio da frente, Traíra gatíssimo que pegava geral, Natália apaixonada por Traíra que só a pegava quando ninguém via, Lucian era uma mona loira maravilhosa, divertidíssima, do terceiro andar e um garoto que não saiba o nome, mas que oconhecia de vista, pois ele morava há pouco tempo no condomínio.

Eles zuavam uns aos outros, riam pra cacete, se divertiam, quando me viram chegando pro bate papo ficaram até surpresos, e Lucian disse:

-Eita que quem é vivo sempre aparece heim!!

Eu:- pois é! Estava estudando mas gargalhas me perturbaram tanto que resolvi descer pra rir também ué...

Traíra:- gostosa demais, gata, chega aí...

Falou isso me zuando e veio pro meu lado me pegando e eu o empurrei pra trás dizendo:

-Ehhh, sai fora, sua namorada aí!...cria vergonha nessa cara assume logo, Nat é linda e tu gosta da menina...

Virei pra Natália e disse:

-Nat, se eu fosse você botava de castigo, tá merecendo... O Canaó sem noção, sacaneou o garoto que eu ainda não conhecia e disse aos berros:

- Caraca maluco!! Tu ficou mudo?!...Oh Fred! Fala pelo menos um oi pra menina ae pow...Sibila num morde não cara...dá um chiclete pra ela aí....

Eu: - Opa!!... pode me dá um que eu quero!!...

Cheguei perto e o garoto desviou o olhar, e enfiou a mão no bolso da calça, tirou um chiclete todo amassado e me deu, peguei e agradeci, o moleque ficou com vergonha até de me ...


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