MINHA MULHER ME TRAIU COM MEU MARIDO II

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__ Amor sabe o que queria de você? Que colocasse um implante gosto de seios volumosos.

__ Hoje mesmo procuro um cirurgião, tipo o que, igual daquelas americanas de revistas?

__ Não precisa exagerar. Apenas grandes.

Foram três semanas de recuperação, nisso a Jô foi boa comigo não deixava ele se aproximar . Quando fiquei boa resolveram festejar, fizeram me compor inteira como se fosse a um festa de noite e depois aos berros de tira…tira… a iniciar um striper.

Em cima da mesinha da sala ao som de uma musica sensual comecei a me despir, o Ricardo e a Jô se aproximaram tentavam passar a mão em mim e eu repelia, fingindo uma castidade que o momento não tinha. Resolveram jogar champanhe, o Ricardo foi até o bar e trouxe o champanhe que entregou para Jô que também já estava em pé ao meu lado na mesinha da sala. A champanha era jogada de cima um poco na minha boca outro pouco no colo e corria aos pouco pelo seios fartos que já tinha, procurando o rego que eles formavam ,descendo para a barriga e ensopando minha calcinha. Ricardo chupava e lambia mordiscava meus mamilos, me beijava na boca,descia até o umbigo, brincando disse:__ Mais pra baixo eu não vou.

___Mais eu vou! Disse a Jô. Olhamos pra ela espantados!?

___ Ele ainda é meu marido, não é?

Puxou minha calcinha de lado e caiu de boca no meu brinquinho. Pedi para todos descerem da mesa que ela não ia agüentar.

Meu amor sentou no sofá e pediu que viesse de costa me puxou pela ancas e fez que eu sentasse no seu pau, como não sei, mas furou a calcinha com ele e penetrou fundo no meu cu. A Jô voltou a tomar posição entre as minhas pernas e continuou a chupar meu brinquinho enquanto fazia isso massageava o pau do Ricardo, eu não vi se tivesse visto não teria deixado, soube disso tempos depois quando sem querer ele deixou escapar. O prazer daquele pau, sua violência, pelas costas me dava tapas no rosto e espremia meus seios recém operados, torcia meus braços, tampava minha boca e nariz pra me deixar sem ar. Eu gemia e pedia para parar dizia que estava machucando, chorava e gritava Não amooor!

A Jô já acostumada com a violência , nem dava bola continuava chupando, foi a primeira perceber meu gozo minha boca tampada não podia gritar mais meu brinquinho começou a jogar um monte de porra na boca da Jô junto com a porra do meu macho que escapava do meu cu e a vadia aproveitava para se lambuzar. Depois do coito, eu toda dolorida, fomos as duas para o chuveiro.

Tomávamos banho eu e a Jô, (Gozado

nunca mais chamei ela de esposa, era Jô pra cá, Jô pra lá, e detestava o jeito dela de por qualquer coisa me chamar de maridinho, no mínimo era provocação)quando era nos duas não deixava ele entrar, tinha ciumes não queria que a visse nua e nem que aumentasse a intimidade dos dois. Por isso quando entrou gritei com ele, foi a conta.

___O que você disse sua vagabunda? Quem é homem aqui?

___Vai bichinha de merda, quem é homem aqui …Pooorra!

Levei um tapa na cara que me jogou ao chão, depois me chutou varias vezes, fiquei como um pintinho molhado encolhido no canto do chuveiro, chorava e soluçava, mas nada dizia com medo de apanhar mais. Ainda me humilhou mais quando puxou a Jô pela cintura deu um beijo na boca dela e passando a mão pela boceta disse: __Essa pelo menos tem boceta. Dito isso saiu, a Jô ainda veio me consolar mais eu não quis, empurrei-a com violência .

Passada uma hora, eu ainda sentada naquele chão gelado, revoltada e ainda soluçando quando vi ele entrar, achei que ia apanhar mais. Chegou perto inclinou-se e me pegou no colo, forte que era não demonstrou nenhum esforço, abracei ao seu pescoço para me equilibrar em seus braços e enquanto me levava para o quarto sussurrava com a voz calma e melodiosa . _O minha gatinha manhosa por que você faz eu agir assim com você, eu não gosto de te magoar! Colocou-me sobre a cama, enxugou-me, se despiu e deitou ao meu lado, colocou seu pau entre minhas nádegas, sabia que aquele era o jeito que eu gostava de dormir, dormi feliz a noite inteira abraçada por aquele homem. Quando estava feliz costumava acorda-lo mamando aquela pica e bebendo todinho o seu leitinho, pedia para eu não fazer mais isso por que depois dava preguiça, não tinha mais vontade de sair da cama para trabalhar e eu retrucava: __Não precisa posso sustentar nos dois. Dizia que não era cafetão.

Uma noite acordei e ele não estava ao meu lado, achei que tinha ido na cozinha, levantei e fui atrais. Quando passei pelo quarto da Jô vi a luz acesa e um ranger de cama encostei o ouvido na porta e deu para ouvir claramente os gemidos da Jô junto com o de alguem que conhecia perfeitamente, desgraçados, minha mulher e meu marido me traindo na minha casa!

Entrei no quarto de supetão peguei o Ricardo deitado na cama e a Jô sentada na pica dele, a vadia pedindo pra ele foder gostoso e que a boceta dela nunca tinha levado um pau tão gostoso.

O sangue subiu! Possessa voei para cima dela, peguei-a pelos cabelos e arranquei ela dali com tanta violência que o pau dele ao sair da boceta ...


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