Minha nora, minha amante

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Meu filho se casou com uma linda mulher, com corpo bem feito (após lipo na barriga, silicone nos seios e nádegas…) e super sensual. Entretanto, estavam à beira do divórcio por incompatibilidade de gênios (e algumas trocas de bofetes). Por causa do meu neto, convidei minha nora Sílvia para morar em meu amplo apartamento, pois minha esposa havia falecido há oito meses.

Meu filho não se importou, porque já estava morando com uma periguete.

Sílvia tomou conta do pedaço. Ficou à vontade, ocupando uma das suítes do meu apartamento. Seu filho, Júnior (meu netinho), ficou com um bom quarto com TV, DVD e X-Box. Eu fiquei com a melhor suíte e a vida seguia…

Sílvia, minha nora, foi ficando, dia a dia, mais próxima de mim, apesar de eu ter vem mais idade do que ela. Em poucos dias, já estava ajudando a faxineira e a cozinheira vestindo roupas curtíssimas. A coleção de shortinhos micro valorizavam as polpinhas de sua bunda, que, mama mia, era de “fechar o comércio”. As blusinhas coloridas deixavam mais da metade dos seios lindos e bronzeados de minha nora. Cada andar, cada gesto, cada sorriso… ia me cativando pouco a pouco. Mas eu fiquei na minha, em respeito ao meu neto… Afinal, família é família.

Os dias foram passando e, depois de alguns meses Sílvia já estava abusando de minha timidez e respeito. Toda vez que ela bebia alguma coisa (adora caipirinha), minha nora ficava impossível. Passava de um lado para o outro com calcinha e sutiã. Muitas vezes, sem sutiã… Que abuso! Mas eu me policiava, porque achei que ela estava me considerando seu novo pai.

Ah, quanta ingenuidade… A provocação estava na cara

e somente eu que não via a safadeza daquela mulher de trinta e poucos anos e uma cinturinha de pilão, que rebolava cada dia com mais sensualidade. E rebolava mais ainda quando estava com pouca roupa. Mas eu “olhava com os olhos e lambia com a testa”, como diziam os antigos. Restava-me a masturbação. Como judiei do meu cacete. Para ajudar minha imaginação, instalei uma câmera na suíte de minha nora. Do meu quarto, dava para acompanhar aquela belezura tirando e colocando suas roupinhas curtas, diante do espero.

Um dia fiquei chocado quando, avo ver um vídeo pornô no notebook, minha nora Sílvia, iniciou uma violenta siririca, com um enorme consolo enfiado na boceta. Ela lá no quarto numa masturbação furiosa e eu, na minha suíte, me acabando numa punheta deliciosa. Percebi, finalmente, que um precisava de outro. Sim, eu, mais do que nunca, queria aquela bocetinha depilada, branquinha e com lábios rosas. Naquela agitação, minha nora, com certeza, estava pensando em meu pinto, apesar de nunca tê-lo visto…

Pensei em surpreender Sílvia, mas achei que ela havia fechado à chave sua suíte. Pensei em chama-la para tomar uma cervejinha, para aliviar o calor. Mas achei melhor terminar minha punheta e agir com calma e inteligência.

Eu tinha TODOS os motivos para atacar e agarrar aquela presa. Ela sempre demonstrou grande interesse em mim e, agora, demonstrou que é taradinha demais. Bolei um plano, logo cedo, para comer aquele piteuzinho.

_ Sílvia, por favor, empreste-me seu computador, porque eu preciso fazer um levantamento de preço de carros novos. Acho que vou trocar meu carro e quero ver os preços e outros detalhes…

_ Que bom, Mané(ela não me tratava mais ...


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