Minha nora, minha amante (continuação)

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Depois da primeira transa, minha nora começou a ficar cada dia mais à vontade em minha casa. Parecia minha “esposa” (rsrsrs)… Pediu até para colocar o carro novo em seu nome. E eu não a decepcionei. Fui ficando cada dia mais apaixonado por aquela mulher maravilhosa e fazia tudo o que ela pedia. Mais e mais provocante, Silvia, minha nora, andava nua pela casa, principalmente quando meu netinho estava na escola ou na casa da avó. Às vezes, ela se esquecia do menino e saia do banho sem a toalha, nuazinha. Mas o menino nem reparava, por causa da pouca idade. Eu ficava doidão com aquela exposição sensualíssima, rebolativa e provocante. Sílvia sabia fazer um pau subir…

Numa noite em que minha nora dormiu comigo na minha suíte, me surpreendeu com um papo estranho:

_ Mané, sabe que eu tenho um carinho especial por você. Nem sei como poderia viver sem a sua companhia, sem a sua ajuda, sem o seu amor… mas, até hoje, não consegui AMAR você como amei seu filho, no início do namoro… mas confesso que AMO sexo e você me deixa louca… Mané, desculpe-me, mas eu quero MAIS… eu quero – com sua permissão e participação – MAIS SEXO… sexo pesado, sexo de todos os jeitos…Por favor, não pense mal de mim… não me despreze… não fique com raiva… é apenas um desabafo.

Ouvi atentamente aquela confissão e, por estar apaixonado, iniciei um discurso de desespero + decepção + frustação + TESÃO sem igual:

_ Sílvia, o que você está querendo? Virar uma PUTA? Pelo amor de Deus, menina, cria jeito… assim…

Parei, por um instante, de falar bobagens e de dar “tiro no pé) e mudei o rumo da conversa: ora bolas, se a putinha quer ser mais putinha, o que posso fazer? Dispensar? Nem pensar… Vou é dançar conforme a música.

_ Pois é, pensando e agindo assim você vai me deixar logo… vai me abandonar … e justamente agora que estamos tão bem… Vamos, confessa, você já está de olho em algum macho?

Fingindo um falso ciúme, fui direcionando o papo bravo e, ao mesmo tempo, demonstrando meu grande amor por ela. E, para demonstrar meu amor e, sobretudo, meus nobres sentimentos de altruísmo, desprendimento, desapego, generosidade… em outras palavras: minha inesperada convicção de ser CORNO manso e o temor de perder aquela preciosidade… aquela menina maluquinha (ou taradinha).

Silvia percebeu que eu estava, veladamente, aceitando dar todo apoio àquelas loucuras confessadas por ela. Achou oportuno iniciar um PACTO comigo, deixando bem claras as regras

de conduta daquela data em diante:

_ Mané, você viu no meu notebook que eu ADORO as mais loucas sacanagens. Eu vou às nuvens quando vejo nos vídeos as surubas, gangbangs, dupla penetração e outras taradices pornôs. E eu quero experimentar TUDO isso… Por favor, diga AGORA se concorda em me ajudar ou ….

Super excitado, com o pau DURÍSSIMO, nem esperei Sílvia terminar a frase e, imediatamente repliquei:

_ CONCORDO… apoio TUDO o que você queira fazer, desde que eu possa participar e que tudo seja feito com a máxima segurança possível. Não podemos correr risco de forma alguma.

Sílvia sorriu satisfeita e pegou minha mão, caminhando para a suíte:

_ Mané, vamos começar nossa NOVA vida de putaria… e para começar você vai comer meu cuzinho, que está há muito tempo querendo uma rola…

Sílvia, que já estava nua, se jogou na cama de bunda pra cima e, com as duas mãos separou as nádegas e mostrou seu cuzinho piscando. Passei um lubrificante no pau e no rabicó de minha nora e, com paciência, iniciei uma tímida penetração.

_ Vamos Mané, mete logo esse pau no meu rabo. Envia duma vez. Vai doer, mas a dor passa logo… Mete… mete… meu macho gostoso.

Com a ajuda dela dando um solavanco pra trás, meu pau entrou duma vez só naquele cuzinho fechado. Eu senti uma dorzinha gostosa no pinto e ela uma baita dor no rabo. Gritou, gemeu, xingou… mas adorou.

Com o pau no cuzinho de minha norinha, fiquei horas segurando o gozo, mudando as posições. Além de coloca-la de quatro ou cata cavaco (posição sensual, que dá para apreciar aquela lindíssima bunda num vai e vem sensual), fizemos coqueirinho, com Sílvia cavalgando sobre meu pau; peito com peito unidos e com o pau no seu rabo, beijei minha nora com muita paixão …

E foi abraçado que enchi seu cu de porra, com Sílvia lambuzando a cama com orgasmo múltiplo que escoria pela bocetinha encharcada.

Deitamos para descansar, após Silvia tomar uma ducha para tirar a porra do seu cuzinho.

Na cama, Sílvia continuou a comentar seu plano de iniciar sua vida devassa:

_ Mané, você já ouvia falar em casa de swing? Em São Paulo, no Morumbi, há uma excelente … Em Natal, RN, também Pousada maravilhosa… eu vi na Internet… E como queremos conhecer o nordeste…que tal fazer uma visita a uma dessas casas?

_ Devagar, meu bem… acho que você ...


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