MINHA PRIMA PRECISAVA DE DINHEIRO. EU DEI UM PAU

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MINHA PRIMA PRECISAVA DE DINHEIRO. EU DEI UM PAU.


Quando eu tinha meus 19 ou 20 anos uma de minhas primas com uns dois anos a menos que eu, vamos chama-la de Cris, era uma verdadeira tentação. Não consigo lembrar ou contar quantas punhetas não bati em homenagem a ela, imaginando como seria ter todo aquele corpo moreno de sol nas minhas mãos. Quando íamos a praia ficava tentando saber como seria o contraste da cor clara de sua pele embaixo do minúsculo biquine que ela usava em contraste com o so; que ela tomava. Ela percebia meus olhares famintos e pra provocar me pedia pra passar bronzeador em seu corpo e desamarrar o sutiã do biquine para não ficar a marca das tiras. Nessas ocasiões meu pau ficava pra estourar dentro da sunga e dava o que fazer pra que nossos pais não notassem o volume. A Cris certamente via e sorria maliciosamente olhando em meus olhos e passando levemente a língua em seus lábios. O tesão era indisfarçável.

Mas vamos ao que importa. A Cris por ser muito bonita e gostosa, gastava o que tinha e não tinha pra estar sempre na moda. Num final de ano por ter bobeado nos estudos não conseguiu fechar notas na facu em duas matérias. Ficou apavorada porque se carregasse depe para o ano seguinte seu pai tiraria todas suas regalias, como mesada, carro e liberdade.

Cris veio me procurar num final de tarde de sábado que nossos pais tinham saído pra um teatro e me contou sua situação. Me dizia que tava fudida se seu pai soubesse e não tinha grana pra pagar um dos professores assistentes para aulas particulares e tentar se safar da merda. Vi que tinha chegado minha oportunidade. Disse a ela que não precisava se preocupar em pagar algum professor afinal nas matérias que ela tava fudida eu era mestre, e poderia ser eu próprio seu professor. Ela abriu um sorriso lindo e me deu um beijo no rosto em agradecimento. Aquele contato e seu perfume já começaram a fazer efeito em mim. Disse a ela que poderíamos começar de imediato e fomos pra sua casa. Sentamos lado a lado em seu quarto e começamos a ver suas dificuldades. As minhas já eram visíveis. Meu pau já se manifestava por baixo da bermuda. O contato de seu braço encostado ao meu quando ela apontava algum ponto nos textos que analisávamos

era como um choque elétrico que ia direto pra cabeça do meu pau. Numa dessas vezes ela se inclinou um pouco mais e pude vislumbrar seus seios dentro da camisetinha que ela vestia. Ela notou que meus olhos comiam seus seios e tentou esconde-los me batendo de leve no braço dizendo pra eu me concentrar nas explicações. Disse a ela que era humanamente impossível se manter calmo e concentrado tendo uma mulher tão formosa tão próxima de mim. Ele disse que éramos como irmãos e que já tínhamos estado muito mais perto na praia quando me pedia pra passar bronzeador e que eu sempre soube me conter. Disse que na realidade não me continha, mas só disfarçava estar tudo normal, e se conseguia disfarçar na aparência não conseguia controlar outras reações. Ela perguntou que reações e não dominando meus instintos peguei em sua mão e coloquei sobre meu cacete que naquela altura estava mais duro que qualquer metal conhecido. Cris ficou meio assustada com minha ação e tentou tirar a mão. Segurei firme e pedi que ela fizesse um carinho nele, afinal eu estava ajudando ela a se safar de seu pai. Ela já menos insistente em tirar a mão mas sem pegar no meu pau, com uma carinha de safada me perguntou se eu estava chantageando ela. Disso que aquilo não era chantagem, mas o pagamento das aulas que ela teria. Ela disse que eu devia estar ficando louco mas já sentia que ela não tentava tirar a mão do meu cacete. Fui aproximando minha boca daquela boquinha doce e de lábios grossos e comecei a beija-la. No inciou ele não abria os lábios mas a medida que eu forçava mais sua mão no meu pau e com a outra comecei a acariciar sua barriguinha, seus seios denunciaram que os biquinhos estavam durinhos. Ela começou a abrir os lábios permitindo que minha língua invadisse sua boca ao mesmo tempo que minha mão chegava aos seus seios. Ela já começava a tremer de tesão e um gemido ainda tímido denunciou que ela começava a gostar dos meus carinhos. Sua mão no meu cacete já fazia carinhos sem que eu precionasse a mão dela em mim. Meu beijo foi apaixonado e ao mesmo tempo cheio de tesão, e enquanto uma mão acariciava seus seios a outra, agora livre, começou a correr por suas coxas. Seu tremor aumentava. Sua língua começou a trabalhar também. ...


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