Minha vida de escrava – Parte II

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Depois de “Violentada por três numa estrada”, estou de volta para contar mais sobre a nova vida que passei a ter, ou seja, a vida de escrava sexual.

Como eu havia relatado, fui abusada durante quase toda uma madrugada por três homens e depois fui levada por Ricardo até uma de suas fazendas. Ao chegar lá, mesmo estando em frangalhos (física e mentalmente), pude observar bem o lugar. Vi uma bonita casa, bem decorada, com empregados e, para minha surpresa, devidamente preparada para a prática do sadomasoquismo, já que havia argolas por toda parte (teto, chão, paredes, colunas), duas colunas no meio da sala, roldanas no teto, além de uma sala mais escura cheia de adornos para tortura e dominação. Ao final de um corredor bem comprido, ficavam os “quartos”, que na verdade eram espécies de selas, apenas com uma cama, várias argolas presas em toda parte e um armário, onde ficavam roupas e acessórios que a escrava (no caso, eu) deveria ser usada de acordo com as ordens de Ricardo. Ah! Havia ainda as jaulas, onde fui colocada diversas vezes durante as sessões de tortura e humilhação às quais fui submetida. A visão de tudo aquilo me fez pensar no que eu ainda viria a passar e me deu arrepios.

Assim que entramos, Ricardo, me arrastando violentamente pela coleira, levou-me até um banheiro, me desamarrou, tirou a coleira e me deu um banho completo (lavou todo o meu corpo e me fez uma lavagem intestinal), onde também aproveitou para me depilar totalmente. Enquanto me dava banho, disse que eu teria que estar sempre limpa e depilada para ele e por isso deveria tomar banho e me lavar intimamente três vezes ao dia. Eu me sentia tão humilhada que nem tinha forças para contestá-lo. Sentia sua mão passando por todo o meu corpo e sentia também que já não era mais dona desse corpo, que ele agora pertencia a outra pessoa, que era o Ricardo.

Depois do banho, ele me levou até a “sala das torturas”, retirou uma nova coleira do armário (essa, para minha surpresa, tinha meu nome gravado) e me disse: “Essa coleira é sua. Ela significa que a partir de hoje, de agora, você é minha e não passa de uma cadela, uma cadela suja e vadia. Sua vontade é a minha vontade, seu prazer é o meu prazer

e por isso você só deve fazer o que eu ordenar, pois, caso contrário, será severamente punida”. Dizendo isso, ele colocou a coleira no meu pescoço e completou: “Você deve me chamar apenas de Mestre ou Senhor. Ah! E você receberá todo o treinamento para ser uma escrava perfeita, bem submissa e bem vadia.”. Depois disso, ele colocou uma guia na coleira e me conduziu até minha sela, prendeu minha guia numa argola no teto, de modo que fiquei sem poder me mexer muito e ordenou-me que descansasse bem, pois logo seria muito usada. Por incrível que pareça, acabei pegando no sono, pois, por mais que estivesse assustada e com medo, estava muito cansada depois de tudo o que já havia passado naquela noite horrível.

Não sei ao certo quanto tempo dormi, mas fui acordada por Ricardo, que estava acompanhado por mais um homem alto e forte, do tipo rústico. Ele me acordou com um forte tapa no rosto e disse ao homem, de nome Josias: “Olha aí, essa a cadela que te falei. Ela se faz de difícil, mas sei que ela é bem do tipo que logo logo vai implorar pra ser arrombada toda hora”. E o tal Josias respondeu: “Hum… bela vadia você arranjou, hein? Parece coisa fina, dessas que esnobam a gente aí na rua… Assim dá até mais gosto de colocar ela no rumo”. “Então ela é toda sua agora”, falou o Ricardo. E os dois deram uma gargalhada, me deixando ainda mais humilhada.

Da minha sela, fui levada para uma outra sala que eu ainda não tinha visto, uma espécie de masmorra, fria, meio escura… Ali o Josias colocou em mim pulseiras e tornoseleiras bem apertadas, todas com argolas, e me mandou deitar de barriga para baixo num cavalete, onde amarrou minhas pernas, que logo ficaram bem abertas, me deixando totalmente exposta. Meus braços foram colocados para trás e presos a uma corrente que ficava pendurada no teto, em minha coleira ele colocou uma corrente que prendia também nos pulsos e em minha boca ele colocou uma espécie de gag, mas aquela que nos deixa com a boca aberta. Assim, estava eu ali, numa posição totalmente desconfortável e humilhante. Não demorou e eu já estava sentindo dor e babando, mas não não podia ver e nem ouvir ninguém; o silêncio tomou conta do lugar ...


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