Mulher de bêbado não tem dono

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Sou Débora e meus amigos me chamam de Dedé. Sou uma quarentona enxuta e cheia de amor pra dar. Casei com Carlos há vinte anos. Nossos filhos cresceram, saíram de casa e caímos na rotina. Novela, futebol, eventuais restaurantes e teatro, curtas viagens … enfim, nosso dia a dia estava uma merda. Carlos até que tentava mudar nossa vidinha chata, comprando alguns brinquedinhos no Sexshop. No início, era legal mas, depois, enjoava. Eu já estava achando que nosso caso de amor já estava chegando ao fim, quando Carlos me surpreendeu, de madrugada e durante uma as preliminares de uma rapidinha costumeira:

_ Dedé, que tal fazermos um swing com um casal?

_ Carlos, você tá doido, fazer troca de casais nessa época de doenças venéreas mortais. Que ideia louca… – falei isso e sai correndo, furiosa, em direção ao banheiro para tomar uma ducha fria.

Eu me acalmei e, ainda com a toalha me enxugando, me joguei na cama:

_ Carlos, hoje você conseguiu me “brochar”… êta “empata foda”!

_ Mas Dedé, precisamos fazer alguma coisa para incrementar nossas transas. Se a gente continuar nesse marasmo, nessa monotonia, meu pau vai acabar ficando, definitivamente, murcho… aliás, mais murcho ainda… estou perdendo o tesão cada dia que passa… e você nem está mais pensando em sexo…só quer dormir… dormir…

Aquelas palavras mexeram comigo. Fiquei quietinha pensando na proposta indecente do meu marido que, agora, confessava querer ser o mais novo corno da praça. Se for troca de casais, eu também seria uma chifrudinha…

Com tais pensamentos, acabei até sorrindo de mim mesma. Ora bolas… chumbo trocado não dói. Se ele quer ter chifres… eu também posso ter.

Calado, Carlos foi se aproximando de mim na cama, querendo dormir de “coxinha”. Falou baixinho no meu ouvido:

_ Dedé, não fique brava comigo, meu amor. Eu apenas quero dar um novo tempero à nossa vida sexual. É melhor fazermos algo juntos do que separados, escondidos… vamos lá… pense sobre isso…

_ Está bem, Carlos… vou pensar… amanhã conversaremos.

Respondi resignada, porque aquela ideia maluca estava mexendo comigo. Pus a mão na minha xaninha e a senti molhadíssima. Eu estava gozando só idealizando uma iniciação ao swing, onde eu e Carlos, pelados, trocávamos carícias com outro casal, também nus.

Dormi com um sorriso no rosto.

Acordei com o pau de Carlos duro no meio de minhas pernas. Deixei ele enviar na minha boceta, que continuava molhada, por causa dos pensamentos indecorosos. Ele gozou rapidamente porque teríamos um dia cheio.

Enquanto nos aprontávamos para irmos ao trabalho, Carlos tentou falar sobre o assunto “swing”, mas eu interrompi:

_ Carlos, eu pensei muito sobre o que você me disse.

Você tem toda razão em querer dar um “up” em nossa vida sexual que já está quase sem vida…mas acho que devemos começar do começo mesmo. E já que você quer ser corno, então vamos fazer um ménage à trois, com um cara muito legal. Que tal começarmos pelo Ricardo, nosso amigo que ficou viúvo recentemente. Ele é discreto, bonito, charmoso… Além disso, ele vai se mudar no mês que vem para Portugal, onde vai fixar residência.

Carlos ficou perplexo com aquelas palavras que eu, mulher recatada e honesta, estava pronunciando com a maior naturalidade.

_ Está bem, Dedé, concordo com você, mas eu planejo e eu executo esse plano diabólico de trazer o Ricardo para nossa casa. Você fica incumbida de seduzi-lo. Tudo bem?

Formos trabalhar; cada um tomou rumo diferente.

Aliás, eu não consegui fazer nada direito no meu serviço. No dia todo eu só pensava no grandalhão do Ricardo. Ficava pensando no tamanho do seu pênis… Que homem! Fui ao banheiro três fazer um agrado na minha periguita. Até cansei meu dedo de tanta siririca.

Carlos ficou encarregado de planejar a forma de atrair Ricardo para nossa casa. Fiquei planejando o jeito mais inteligente de cumprir minha tarefa, ou seja, de seduzi-lo.

A noite, assim que nos encontramos em casa, após o trabalho, dei uma ideia ao Carlos:

_ Meu bem, eu acho que o Ricardo é capaz de ficar assustado com nosso assédio repentino e fugir de nós. Por isso, eu tive uma ideia que pode dar certo. Você convida o Ricardo para jantar aqui em casa. Você vai beber além da conta… quer dizer, você vai, apenas, FINGIR que está ficando bêbado durante o jantar. Devagar, você ficará TOTALMENTE bêbado. E como mulher de bêbado não tem dono, eu ataco o Ricardo.

Conforme eu descrevia meu plano diabólico, Carlos ficava excitadíssimo, com o pau tão duro que até saiu da cueca apertada. Catei o pinto do meu marido e chupei até ele gozar na minha boca. Reclamei porque fiquei na mão. Ele compreendeu minha situação e chupou minha xana até eu gozar. Gozei, balbuciando o nome do meu futuro amante Ricardo.

Ricardo aceitou o convite para jantar em nossa casa. Aliás, ele sempre aparecia por lá, depois que ficou viúvo, para tomar uma cerveja com Carlos, pois não tinha mesmo aonde ir.

Assim que anoitecer, Ricardo apareceu de bermuda e camiseta, com um sorriso largo. Trouxe uma garrafa de vinho chileno. Carlos o recebeu com um copo de caipirinha na mão, mas já fingindo que estava meio bêbado.

Jantamos. Carlos continuava bebendo. Na verdade, ele estava com copo cheio de água e algumas rodelas de limão, fingindo ser caipirinha.

_ Nossa Carlos, você está exagerando na caipirinha – ...


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