No píer em Cabo Frio

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Sou do Rio de Janeiro e durante uma época namorei uma mulher de Cabo Frio. Jovens ainda, sem dinheiro, então eu ia pra lá e ela vinha pra cá, alternávamos. O problema é que, quando eu ia pra lá, não podia dormir em sua casa, mãe conservadora né… então eu ia cedo, dávamos uns passeios pela cidade e eu voltava no final do dia. Mas e o tesão? Foda. Um dia ficamos de namorico num píer. O final do píer era um nível abaixo do resto, ficamos lá encostados, o nível acima batia na cintura, então escondia bastante. Eu fiquei de frente pra entrada do píer e ela encostada virada pro mar, um de frente pro outro. E aí fomos testando. Ela começou a passar a mão no meu pau por cima da bermuda, eu ficava vigiando se alguém vinha. Ninguém. A gente se beijando muito, respirando pesado e a sacanagem aumentando. Logo sua mão desceu pra dentro da minha bermuda e começou uma punheta. Aquela mão quente deslizando no meu pau naquela situação me deixava maluco, ela ainda me olhava com uma cara de safada que me deixava mais louco ainda. Eu desabotoei sua calça e desci pela sua calcinha, boceta super molhada, meu pau também molhado e tudo combinava

pra uma foda gostosa. Mas não dava. Da cintura pra cima estávamos expostos, então ainda disfarçávamos. Mas lá pra baixo… ela puxou meu pau pra fora e já desatou uma punheta forte. Quando alguém parecia olhar pro pier eu falava pra ela parar, pra disfarçar o movimento. Ela parava, mas apertava forte meu pau, passava o dedinho na cabeça e espalhava aquele pre-gozo que saía. Eu olhava pra sua blusa decotada, os bicos grandes que marcavam sua camisa mesmo por baixo do sutiã, minha boca aguava pra mamar aqueles peitões. Quando notei que deu uma esvaziada, puxei um peito pra fora, ela tomou um susto. Mas rapidamente dei uma mamada forte, suguei com sofreguidão o bico, apertei com desespero aqueles peitos que me deixavam doido e rapidamente botei pra dentro da sua blusa, ali não dava pra arriscar muito da sorte. A gente naquela punheta louca, eu dedando sua boceta, sentindo seu grelo e alternando com longas dedadas, ela gemia, eu arfava sem ar… e logo uma família veio pro pier. Pai, mãe e filho pequeno caminhando pra ver o mar de perto, logo nos recompomos, pau pra dentro, cara de paisagem, ficamos rindo e conversando. Desejando que fossem embora logo ou que um raio caísse pra desintegrar aquela família, ...


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