Nos braços do ator

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Nos braços de um ator.
O que passo a narrar, ocorreu em julho 15.

Estava em São Paulo, em busca de um novo representante para a filial da empresa. Tinha que encontrar um gerente. E deveria passar alguns dias na capital que nunca dorme, até encontrar tal pessoa. Enquanto isso, tinha que administrar a planta, resolvendo os problemas burocráticos durante o dia e voltando ao hotel que fica no Largo Santa Efigênia a noite.

Tinha um amigo paulista que estava me ajudando a encontrar tal pessoa. Ele selecionava os currículos durante o dia e me passava a noite no hotel. Então, agendava as entrevistas para o dia seguinte.

E assim foi minha rotina durante a primeira semana. Não encontrava ninguém dentro do perfil que deseja. Até que, numa noite de volta ao hotel, um currículo, apenas um, havia sido selecionado por esse meu amigo. Liguei pra pessoa logo em seguida, uma voz firme e grossa do outro lado me respondeu. Conversamos um pouco, ele, achou estranho uma ligação aquela hora para tratar de emprego. Mas, aceitou agendar para o dia seguinte.

Terminei a conversa e fui descansar. Meu amigo, foi embora…

No dia seguinte, no horário marcado, chegou meu postulante a gerente regional. Paulo (fictício), 48 anos, grisalho, forte. Aparência rude, jeito agressivo, cheio de ímpeto. Paulo devia ter 1,80 de altura, 88 kg. Praticante de tênis. Pegada forte. Um aperto de mão firme, selou logo de início o que seria um relacionamento de trabalho com bons resultados. Conversamos, expliquei as necessidades da empresa, o foco do trabalho, nossa política, visão de mercado. Ouvi suas experiências, projetos concluídos, etc… Encerrei com um almoço o nosso encontro, formalizando que entraria em contato novamente. Nos despedimos.

A tarde, entrei em contato com meu primo que é o CEO da holding, informei sobre Paulo, suas experiências em grandes empresas e que poderia ser ele, a pessoa quem procurávamos. Meu primo, me deu carta branca para seguir com o Paulo e se houvesse minha aprovação, ficaria faltando apenas conversar com primo e formalizar a contratação.

Terminado o dia, fui para o hotel, cheguei apressada, queria um banho e descansar. Passo na recepção e retiro a chave do quarto, ao passar pelo buffet, ouço meu amigo me chamar… Aline!!! Olho, e vou em sua

direção. “Aline minha amiga, quero te apresentar meu amigo famoso, senhor k. Não acreditei quando vi em minha frente, um ícone da indústria pornô. Claro, não sou de ferro, conheço o trabalho do cara devido alguns vídeos assistidos.

Me apresentei e lógico, assumi ser uma fã. Tive que pedir licença, pois precisava muito de um banho e me trocar. Perguntei se poderia me aguardar uns minutinhos, pois adoraria poder conversar um pouquinho com tal celebridade.

Ele deu um sorriso, mas é claro que aguardo. Sai correndo pro quarto, para não perder tempo. Arranquei a roupa e fui direto pro chuveiro. Enquanto a água caia sobre meu corpo, pensamentos passaram em minha cabeça. Sai rápido. Olhei minhas roupas e pensei, o não eu já tenho. Se sim, irei agregar uma experiência e tanto em meu currículo devasso (risos).

Poxa, como chamar a atenção e despertar vontade num ator pornô conceituado?

Dei meu jeitinho. Vestidinho leve, cabelos soltos, salto. Um pouquinho de maquiagem. Pronto!

Desci e fui encontrar com eles novamente. Estavam bebendo wisk. Sentei, cruzei as pernas, deixei a coxa a mostra. Ele veio pro meu lado e não se fez de rogado, passou as mãos e disse, muito gostosa. Perguntou de onde era. Respondi, mineirinha. Ele riu e emendou, as mineiras são quietinhas, comem pelas beiradas, adoro elas.

Sorri e pedi uma dose pra mim também. Pra dar uma esquentadinha no sangue e tomar coragem pra investir.

Logo em seguida, perguntei: aquilo nos filmes é real ou utiliza recurso da câmera para aumentar? K me responde, uê, quer saber?

Claro! Como faço?

Uê, só pedir. Então, eu quero ver.

Meu amigo apenas ouvia, não falava nada até então. K se levantou, me segurou pelas mãos e disse, vamos? Meu amigo, opa, quero também. Fiz cara de assustada, tipo, cai fora, não vai rolar em pensamento. Ele pediu só pra ver, pois era voyeur. Bom, sendo assim, porque não?

Pedi pro pessoal anotar as despesas em minha conta e subimos os três para o meu quarto.

Lá, eu pedi pra k aguardar, enquanto iria me preparar. Peguei um conjunto que havia levado (afinal, uma mulher como eu, tem que estar preparada), fui para ...


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