Novinha implora por anal

Loading

Nessa sexta-feira santa, ironicamente marcada pelo dia em que Jesus se sacrificou para nos absolver de nossas faltas, eu e minha namorada acabamos pecando como nunca havíamos pecado. Anna inclusive renovou as minhas crenças no divino (e no demônio), pois ela é a namorada perfeita – 18 anos, magra, com um corpo em formato de violão sutilmente distribuído em 1,65 metros de altura. Seios fartos, naturais e macios, que não cabem na mão e uma bunda grande, empinada e redonda, coxas tenras e mãos delicadas. Tudo isso é coroado com o rosto mais lindo que eu já vi na vida, um cabelo comprido até a cintura, ondulado negro, olhos castanhos, redondos e penetrantes que convidam quem encarar por mais de 10 segundos, para um mergulho na sua alma. O sorriso é de guria sapeca, que sabe muito bem o que quer fazer mas precisa de alguém que a instrua. – Cuidadosa e dedicada ao nosso relacionamento, nossos dias tem passado entre risadas gostosas, sanduíches rápidos e muito sexo.

Decidimos ir em nossa primeira festa juntos, uma casa “open-minded” com viés LGBT onde tocava Pop. Devido a experiências de relacionamentos anteriores, sou muito receoso com festas, pois sempre acabava a noite brigado, mas agora, foi tudo muito diferente. Anna e eu bebemos vodka com energético e na metade da noite ela já estava tontinha. Dançamos muito na pista, mas um tempo depois ela saiu completamente de si e ficou sentada no banheiro. Jurei que minha noite tinha acabado e que agora ia ter que cuidar de bêbada em casa, mal sabia eu o que estava por vir.

Coloquei ela num uber, onde ela desmaiou assim que sentou, no meio da viagem, enquanto eu pensava em como ia tirar ela do carro, já que ela não ia acordar, eu percebo que surpreendentemente ela está se tocando. Anna sabe ser silenciosa, ela deslizava a mão macia em sua bucetinha e tinha a cara de safada que tanto me excita, no início fiquei receoso, mas logo entrei na brincadeira e comecei a bater para ela, agora eu era sua mão e ela suspirava baixinho no meu ouvido.

Moro em um condomínio com 4 prédios e um pátio razoável, assim que chegamos lá, eu decidi que ainda não era hora de subir e resolvi explorar um pouco mais a coragem, e safadeza, da minha namorada. Demos uma caminhada pelos locais com menos convívio social e logo coloquei meu pau para fora, ela não teve dúvidas e começou a chupar com voracidade desde o início. Ela o segurava com a mão, enquanto com a boca ficava indo e voltando, de forma a deixar tudo bem lambuzado. O tesão era tanto que tive que comer ela ali mesmo, mas foi muito rápido porque não tínhamos camisinha,

então decidimos subir para fazer certinho.

O caminho para o meu apartamento tinha uns 100 metros ainda ao relento e mais dois lances de escadas, eu ganhei no mínimo uns 4 boquetes nesse percurso, ela tava insaciável, ajoelhava, levantava a blusa, esfregava meu pau nos seus peitos e depois chupava gostoso. Eu também ficava tocando ela, enquanto ela caminhava. Ao chegar no apartamento não conseguimos fazer nada que não fosse arrancar as roupas um do outro e nos pegarmos fervorosamente. Agarrei forte aquela bunda, trouxe o tronco dela bem próximo de mim e comecei a meter naquela bucetinha rosada. A cada estocada os olhos dela reviravam e ela gemia baixinho com a boca semiaberta, nossa, olhar para aquela boquinha me deixa muito louco, eu metia mais e mais. Botei ela de lado e comecei a massagear o grelhinho, ela adora ser comida e tocada ao mesmo tempo. Um pouquinho depois ela gozava, deixando meu pau todo lambuzado. E foi aí que, depois de gozar pela segunda vez ela falou as palavras que eu nunca vou esquecer:

– Come meu cuzinho?

Eu não acreditei por segundos, aquela deusa de apenas 18 aninhos, pedindo com uma voz doce para eu comer o rabo gostoso que ela tem. Eu disse para ela repetir:

– Come meu cuzinho?

Assim o fiz. Virei ela de bruços e me coloquei por cima dela, para poder ver aquele rosto de safada enquanto o meu pau entrava naquele cuzinho apertado. A sua expressão misturava dor com prazer, além de uma sensação de felicidade por estar me dando muito, muito prazer. Nossa, como eu sentia, ela pedia para eu meter bem forte, e eu metia. Arregacei aquele cuzinho, deixando meu pau lá dentro, ela sentia meu pau pulsar e gemia, gemia de um jeito que eu não aguentei mais, gozei. Aquele gozo que tava segurando desde quando comi ela no sereno do pátio do condomínio. Era como se unicórnios alados voassem em torno da minha cabeça, tudo no mundo fazia sentido e eu conseguia apalpar a felicidade. O prazer que aquela putinha me proporcionou ao me dar o cuzinho é impossível de ser transferido para escrituras.

Mas ela estava insaciável, o segundo round não demorou muito para acontecer. Comecei eu chupando ela dessa vez, eu adoro o gosto da bucetinha dela depois de gozar, é tão molhada, tão gostosa, se ela deixa eu fico horas e horas ali, adoro fazê-la gozar. Chupei, enfiei os dedos nela, enquanto chupava e depois fiquei só tocando para ver ela gozar de novo. Depois de gozar ela vinha pedindo meu pau de novo, comi ela forte mais uma vez. De frente e de costas, meu pau deslizava gostoso naquela bucetinha rosada e melada, ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]