O amante que sonhei

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Pensei que havia terminado todo meu estoque de fantasias em ocasiões inusitadas, que me permitiram muito tesão e experiências de todas as formas de sexo. As que conto aqui quase sempre são inspiradas em relações consideradas homossexuais, apesar de na verdade se realizaram com muito prazer e emoção. Sem restrições ou mesmo discriminação de gêneros. Homem, mulher, gay, viado… Essa que acaba de acontecer já se desenhava há mais de quarenta anos atrás.
É que tinha um amigo jovem, bonito, atencioso, educado, sensível e leal, que muitas vezes saiu comigo para passeios e aventuras em farras e baladas, onde cada um arrumava a sua parceira e nos divertíamos bastante. Com ele jamais me despertou qualquer interesse de uma transa, éramos machos e como machos sempre nos entendemos.
….
Sempre fui liberal nas relações sexuais com minha mulher, e sempre tivemos memoráveis seções do mais infinito prazer, com brincadeiras, brinquedos e fantasias as mais extravagantes. E a que mais nós alimentávamos era a de ter um homem em nossa cama. Até com outra mulher já transamos, mas com homem só na vontade e na promessa. Saímos muitas vezes com essa vontade de conhecer alguém e partir para uma putaria a três, mas nos jantares e bares que frequentávamos nunca encontramos alguém que nos inspirasse confiança e o tesão se dissipava.
O tempo passando, a idade avançada tanto minha como a dela – eu 72 e ela 65 anos – mas com uma vida sexual quase que normal, sem a mesma virilidade de antes, mas com uma prática adaptada às nossas condições físicas. Para mim mais complicada, porque minha excitação tem que ser acompanhada com ereção, mais forte ou mais fraca, mas sempre se conseguindo finalizar.
O massagem da região do ânus tem me dado muito, mas muito prazer mesmo, coisa que minha mulher faz com maestria, ajudada por um aparelho em forma de falo, macio e firme, que dá a sensação de um pênis me penetrando, com prazer, em que ela complementa com caricias maravilhosas, chupando meu pau e me leva ao gozo profundo em sua

boca.
Passei então a pedir que me conte suas trepadas extra conjugais, a pica que ela mais gostava de chupar e qual o cara que ela gostaria de ver me comendo. E ela acaba me revelando que nunca me traiu com ninguém, mas o seu sonho era foder com aquele rapaz de quem falei no inicio, que ela o acha muito bonito, muito gostoso e que ela achava até que ele já me comeu, porque eu saia muito com ele e eu sempre o elogiava.
E passamos a fantasiar com ele, eu mesmo me encarregava de pedir para ela me penetrar o brinquedinho e eu na intenção de Denis, aquele macho bonito e gostoso, que nós decidimos ser o nosso amante. E nossas preliminares com a pica macia que ela passava caprichosa na porta do meu cu, forçando suavemente, me fazia chamar pelo seu nome, e implorava que ele me penetrasse aquele pau gostoso, e a representação era quase real, ela se incorporava nele e me fazia todas as vontades, fazia todo carinho em cima de mim, com aquele cacete vestido numa camisinha bem lubrificada a deslizar por minha bunda e descendo até os testículos, numa luxúria incontrolável e de prazer intenso sem controle.
E o tempo todo ela brincava comigo, me chamando de viadinho de Denis, e eu passei mesmo a gostar da situação e até lamentei de ter perdido a oportunidade de dar para ele. Tamanha a fixação, que encontrei com o Denis e fiquei descontrolado ao lhe ver, vindo em mente tudo que falava com minha mulher transando como se fosse com ele. Mas o convidei para que fosse qualquer dia em nossa casa almoçar e colocar os assuntos em dia, já que tinha muito tempo que não nos víamos.
Até que, semana passada ela telefona dizendo que antes do meio dia estaria lá em casa e que eu preparasse uma boa caipirosca. Falei com minha mulher e ela se animou toda, passando a preparar uma comida caprichada para receber o nosso amante platônico. Da mesma forma teria que ter ...


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