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O Ceguinho

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9.5 (1)
aline-carreiro
Hetero

Quem já ouvi a expressão: como um cego bate punheta, se nunca viu uma buceta?

Pois é, foi ouvindo essa frase de uma amiga, que acabei aprontando mais uma em minha vida.

No semáforo perto de onde trabalho, fica um ceguinho vendendo desde agulha para fogão, até giz chinês para matar formigas kkkk.

Parada com o carro no sinal, minha amiga que também é muito safada, abriu o vidro e começou a conversar com ele. E foi logo abrindo o verbo.

Amigo, você é casado, tem filhos?

Ele respondeu que era solteiro, sem filhos.

A louca perguntou. Então, como você faz para se aliviar?

Ele perguntou, como assim?

Ué, você não sente vontade de transar?

Ele respondeu de forma inocente, há!!! Eu bato punheta!

Como assim? Você é cego! Já viu uma buceta?

Não!!!

O sinal abriu e eu fui embora, rindo das perguntas constrangedoras da maluca.

Aline, se ele não fosse tão feio, iria deixar ele ver minha buceta

Eu ri, e respondi. Como ele vai ver, sua louca!

Ué, eles enxergam com as mãos. E não vou deixar ele me tocar.

Pensei… Pensei… Porque não?

Dia seguinte, novamente no sinal. Minha amiga abre o vidro de novo.

Hei ceguinho. Já viu uma buceta?

Ele riu, oh, você de novo. Quer me mostrar a sua?

Ela respondeu: eu não, Deus me livre! Mas minha amiga aqui adoraria mostrar a dela kkkkkk.

Ele perguntou, como ela é?

“Loira, alta, cabelos altura das costas, seios médios durinhos, bumbum médio empinado, é alta, olhos verdes”

Aí o safado perguntou: e a buceta dela?

Aline: como está sua buceta?

Eu fiquei espantada. Mas entrei no jogo. E respondi, ela está com um filete aparadinho no meio, fechadinha. Ele perguntou, tem pêlinhos? Eu respondi tem. O sinal abriu e fomos embora rindo. Duas loucas. Ela me perguntou. Então Aline, vai mostrar pra ele?

Hummmmm, estou pensando. E rimos.

No sábado, tinha que ir no escritório para uma vídeo conferência com cliente estrangeiro. Acordei cedo para me preparar. E durante o banho, lembrei do ceguinho. Ah, pensamentos vieram…

Sai do banho, fui me vestir. E partiu loira pro trabalho.

Fim da conferência, hora de ir embora. E lá estava o ceguinho no sinal.

Parei o carro do seu lado, abri o vidro e comecei a puxar conversa. Ele reconheceu minha voz. Disse que iria parar o carro mais a frente pra não atrapalhar o trânsito e voltaria.

Ele atravessou a rua e me aguardou no passeio.

Então safadinho, verdade que nunca viu uma buceta?

Respondeu, sim. E perguntou na lata, se iria mostrar a minha pra ele.

Eu respondi, safado! Você quer ver? Vai dar conta?

Ele disse, ué, só tem um jeito de saber. Eu respondi, concordo! Vamos lá?

O ceguinho já ficou excitado, vi o volume se formando dentro de sua calça, e parceria ser grande.

Vi aquilo e já senti minha bucetinha dar sinal verde que queria ele.

Chamei ele pra sairmos. Ele perguntou mais uma vez, vai me mostrar sua buceta?

Tá, vou te mostrar ela. Vamos? Ele pôs a mão em meu ombro e seguimos para o carro. Entramos, ele achou que já seria ali mesmo. Calma! Vamos pro lugar certo. Liguei o carro e saímos. Virando numa rua e outra, acabei chegando em meu apartamento. Deixei o carro na garagem, pegamos o elevador e ele o tempo todo perguntando se já estava na hora kkkkkk.

Entramos no ap. Ele… É agora?

Calma! Pedi pra aguardar um pouco na sala. Peguei uma toalha e direcionei ele para o banheiro, para tomar um banho. Estava calor e queria ele limpinho.

Enquanto isso, fui para meu quarto, tomar um banho também e me arrumar pra ele.

Coloquei algo especial para o momento, já que ele enxergaria com as mãos.

Meias 7/8, liga, calcinha fio dental, espartilho, batom, sombras, cabelos soltos e saltos.

Fui pra sala. Lá estava ele enrolado apenas na toalha. Sentado no sofá. De longe já sentiu meu perfume. Aproximei, segurei pelas mãos, levantei do sofá, passeia minhas mãos por seu peito que era muito peludo, me viro de costas pra ele e coloco suas mãos em meus ombros. Tudo em silêncio. Sinto suas mãos suadas descendo por meus braços, sua respiração ofegante em meu pescoço, sentindo meu perfume. Vagarosamente, suas mãos voltam por meus braços e desta vez, indo de encontro aos meus seios, duros, biquinhos rígidos. Por cima do corpete, sinto me tocar, seguro suas mãos, e as coloco dentro do tecido. Ele acaricia, apalpando, sentindo o volume, me causando arrepios. Ele então tirou suas mãos, deslizando por minha cintura, até chegar em minha bundinha. Começou a beijar meu pescoço e foi descendo pelas costas, até chegar em minha bundinha, enchendo de beijos.

Me viro de frente pra ele, abro e retiro o corpete, deixando meus seios livres, encosto-os em sua boca, ele começa a chupar, mamar como quem sabia o que estava fazendo.

Seguro sua cabeça e vou guiando para baixo, ele vai beijando minha barriguinha, até chegar em minha bucetinha. Aí, ele sente meu cheiro de fêmea.

Então falo, você está diante minha bucetinha. Ele passa a mão sobre a calcinha e… arredando para o lado, pela primeira vez, toca e sente como ela é.

Afastei sua mão e tirei o pequeno pedaço de pano, ficando totalmente livre pra ele. Sentei no sofá com as pernas abertas e chamei ele. Ajoelhou diante de mim, coloquei suas mãos em minhas coxas e ele foi percorrendo até chegar nela. Fechei meus olhos para curtir o momento. Com carinho e com jeito, ele toca minha bucetinha, sente os pelinhos, apalpa, passa suas mãos sobre ela. Eu peço, sinta a quentura dela, como está molhada, ele passando as mãos, acaba abrindo-a, e eu peço, coloque o dedo nela. De forma suave, ele busca pela abertura, encontra e sente o que lhe falei. E introduz o dedo. Hum…. arranca um gemido de mim. Sinto minhas pernas tremerem.

Era hora de retribuir o carinho. Troquei de lugar, sentei ele no sofá e seu pauzão, duro cheio

de veias grossas, pulsando, apontando para cima, ali na minha frente. Seguro firme e abrindo minha boquinha, vou colocando cada centímetro, passando minha língua pela cabecinha, olhando e vendo na cara dele a expressão de estar gostando. Pergunto: já fizeram antes? Ele com voz rápida responde, não! E me pede para não parar.

Apertando meus seios, coloco seu pau no meio deles.

Ah, quanto mais chupava, mais duro ficava e mais molhada eu estava.

Já não estava mais aguentando, tinha que ter aquilo dentro de mim.

Mas…o ceguinho cortou meu embalo. Quando estava pronta pra subir em cima dele. Se esquivou. E.. pediu para chupar minha buceta. Hunmmm. Gostei da idéia. Voltei pra primeira posição que estava, pernas abertas, ele voltou pro chão, ajoelhado à minha frente, começou a me chupar. Passava a língua, lambendo feito um cachorrinho, todo sem jeito. Mas aí… Ah, o extinto falou mais alto, e ele começou a passar a língua dentro dela, sugando meu grelinho, colocou um dedo dentro dela e me fez contorcer em sua boca. Soltei um grito num gozo intenso.

Agora sim, totalmente louca, era hora de arrancar o leite precioso do ceguinho. Deixar ele esgotado.

Pergunto pra ele:

Como quer me foder? Ele responde, fica de quatro!

Hummm, obediente, fiquei como pediu. Ele veio por trás, passou a mão em minha bunda para encontrar onde estava. Foi apalpando, até sentir a bucetinha molhadinha. Quando achou… Deu mais uma chupadinha, ajoelhou atrás, empinei um pouco mais a bundinha para dar altura. Ele segurando seu pau, com uma mão indicando o caminho, foi batendo até encontrar a entradinha. Colocou a cabecinha e foi forçando, minha bucetinha foi se abrindo, acomodando aquela verga dentro.

Ele empurrou até não caber mais kkkkk.

Ah delícia! Totalmente preenchida.

Ele conseguiu me penetrar sem enxergar.

Tá certo que num quarto escuro, o pau entra sem precisar ver né kkkkk

Ele segurou minha cintura e foi devagar, metendo. Entrando e saindo.

Mais saindo do que entrando kkkk

Sai de sua frente, tive que tomar a ação. Sentei ele no sofá, aquele pau duro, com a cabeça brilhando, subi em cima, de frente pra ele, com meus peitinhos batendo em sua cara, seguro seu pau, aponto pra mim bucetinha e desci meu corpo, pra ele sentir tudo dentro.

Começo então a cavalgar, subir e descer com aquilo dentro da minha bucetinha, ele pede pra ir mais rápido, pois estava gostando. Eu rebolava em sua pica, esfregava, fodida seu pau. Estava me acabando em cima dele, quando ouço ele começar a gemer forte e me puxar firme pela cintura. Ahhhh,o ceguinho estava gozando pela primeira vez em uma buceta. Agora ele poderia bater punheta, pois acabara de comer uma buceta.

Estava trêmula em cima dele, e sentindo seu leitinho escorrendo de dentro de mim. O ceguinho havia dado conta do recado.

Sai de cima dele e me deitei no tapete. Chamei ele pro meu lado e ele veio.

Fiquei de barriga pra cima, peguei sua mão e coloquei na minha bucetinha.

Vem, sinta você escorrendo de dentro de mim. Ele passando a mão, acariciando, enfiou o dedinho dentro dela e sentiu seu leitinho. Trouxe o dedo até minha boca e me deu para chupar. E assim foi fazendo, até tirar quase tudo. Estava adorando isso.

Corpos suados, cansados, exalando cheiro de sexo.

Descansando um pouco ali no chão, perguntei se ele nunca tinha trepado. E respondeu que não. Nunca tinha imaginado que fosse tão bom comer uma mulher. Perguntei, o que ele via? Respondeu, vivo na escuridão creio pois é tudo preto.

Cego desde o nascimento, passou por dificuldades. Não tinha estudos. Apenas treinamento para andar nas ruas usando a vara, aguçando a audição, reconhecer as cédulas. E eu acho que nosso dinheiro, deveria ter alguma indicação em braille, para ajudar essas pessoas.

Bom, nos levantamos, coloquei sua mão em meu ombro e fomos para o banho.

Debaixo do chuveiro, eu o ensaboava, passava minhas mãos em seu pau que foi ficando duro novamente.

Me virei de costas para ele, encostando minha bundinha em seu pau, sentindo aquilo duro me pressionando. Eu queria mais e ele também.

Ceguinho, que tal irmos pra cama?

Fechei o chuveiro, e guiando-o, fomos para o quarto. Totalmente nus, fomos para a cama. Deitada de frente, ele veio por cima de mim, me beijando, chupando meus seios novamente e foi descendo até chegar em minha bucetinha. Fez um oral incrível, me fazendo gozar novamente.

Então, continuando em cima de mim, num papai e mamãe ele encaixou seu pau na minha bucetinha e foi metendo forte. Lacei minhas pernas em volta de sua cintura, pra ele ficar bem grudado em mim. Ele arfando, nossos corpos unidos, tranpirando juntos, o suor escorrendo. Ele então segura minhas pernas para cima, ahhhh, adoro essa posição. Vai metendo, me arregaçando. Comecei a morder o travesseiro. E gozei forte, quase desmaiando. Meu ceguinho acelera seus movimentos e crava em mim sua estaca, novamente, descarregando seu precioso sêmen, inundando minha bucetinha.

Ele havia gozado duas vezes e eu, perdido a conta e o sentido.

Ali, no embalo do momento, o pau ainda duro, ele deitado com aquilo pra cima, hummm, pensei… Fodas! Subi novamente, e dei mais um pouco de prazer pra ele. Segurando seu pau, aproveitando que estava molhada de suor e melada de porra, fui passando ele na entrada da minha bucetinha pra deixar bem lubrificado e… Coloquei na entrada do meu cuzinho. Forcei um pouquinho e logo a cabeça passou. Ele… Aline, é o que estou pensando? Eu gemi e respondi, simmm. Foi entrando apertado e eu fui baixando até sentir seus pêlos na minha bundinha. Apoiei minhas mãos em seu peito e fui subindo e descendo lentamente, até acostumar com aquilo tudo dentro de mim por trás. Ardia, queimava, mas… Foi ficando gostoso. Fui aumentando o ritmo. E logo, já estava pulando em cima dele. Só ouvia seus gemidos e ele os meus. Já não aguentava mais, mesmo sabendo que ele iria demorar a gozar no meu rabinho, pois a poucos minutos tinha enchido minha bucetinha. Mas, me mantive firme. E ele então me avisou, Aline, vou gozar. Desencaixe dele e fui com a boca em seu pau, vai ceguinho, me dá esse leitinho grosso que ordenhei com meu cuzinho. Ele ouviu isso é me deu seu líquido, que agora não era mais abundante nem grosso, quase que apenas uma ...


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