O escrotinho 2

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Depois de um “longo e tenebroso inverno” hehe, vou relatar mais um conto onde eu sou a protagonista. Se você que está lendo ainda não sabe o que tem acontecido, espero que leia “O loiro do chalé” antes desse conto. Nele que aconteceu meu último rolo.
Depois do que aconteceu com o Renan, no dia 22 de setembro, eu fiquei mais tranquilinha, pois a tarde com ele foi bastante agitada. Então, na segunda semana de outubro eu conheci um garoto e a gente começou a ficar. Achei estranho pois a gente sabia, davamos uns amassos no carro dele mas ele não tentava outras coisas.
E assim foi o restante de outubro e novembro. Ele me agarrava com toda a vontade e começava a me deixar doida, mas aí ele parava e me dava tchau. Eu tentei tomar a iniciativa duas vezes, e nas duas ele me cortou. Aí achei chato insistir e não rolou mais nada além de beijos e amassos.
Só que, no mês de dezembro ele veio me falar que estava de mudança para os Estados Unidos, assim, do nada. Aquilo me pegou de surpresa e eu fiquei triste, porque estava gostando dele. E assim como ele surgiu “do nada”, do mesmo jeito ele sumiu.
Passei o restante de dezembro tristinha, até que, na primeira semana de janeiro uma amiga que mora em São Paulo me chamou para ir na casa dela. No ônibus, indo para lá, encontrei um rapaz que já tinha visto em rede social e nós conversamos uma parte do caminho. E ficamos. Como estávamos no fundo do ônibus e era de madrugada (pois a viagem durou mais de 8 horas), demos um amasso bem forte.
Aquilo me deu uma animada. E o pior, eu tava de legging, essas calças de ginástica, e o idiota enfiou a mão dentro da minha calça. Uma pena que ele não sabia mexer direito, pois só me deixou excitada mas não me fez gozar. Mas pelo menos fiz ele feliz duas vezes. Única coisa ruim é a sujeirinha que faz hehe. E recebi elogios, pois ele disse que eu sei “tocar bem”.
Chegando na minha amiga, fomos para duas festas, e nas duas fui cantada por alguns garotos e acabei ficando com um garoto numa festa e com dois em outra. Aliás, o primeiro garoto da primeira festa beijava mal. O primeiro da segunda festa beijava muito bem, mas não tinha muita atitude além de me beijar.
Mas encontrei depois um outro garoto nessa segunda festa que, além de beijar bem, era cheio de atitude. Me puxou para o estacionamento e me jogou dentro do carro. Lá nos agarramos com vontade e tava muito bom. Tinha um pênis normal. Não era muito grosso, mas não era ruim.
Ele sentado, montei da mesma maneira que no Gabriel (conto “A Carona”). Porém, depois de ter ele

totalmente dentro de mim, dar umas mexidas e começar a sentar com mais força, ele começou a gemer e eu pensei que logo ele gozaria. Eu quase gozei, faltou pouquíssimo. Senti o orgasmo chegando pois eu sentava com tudo, mas ele acabou gozando antes. Me pediu desculpas e eu disse que não tinha problema.
Fiquei um pouco frustrada, mas sabia que não era culpa dele. Até foi esforçado, mas depois lembrei que devo ter apertado um pouco o pau dele com a minha vagina, e aí são poucos os garotos que aguentam segurar o tesão e não gozar. Provavelmente quando eu comecei a quicar devo ter apertado sem querer.
Contei minha frustração para a minha amiga e ela até quis que eu conhecesse outro garoto, mas eu não tava mais afim. Então voltei para a minha cidade e sentei sozinha no ônibus durante todo o trajeto.
Durante a viagem eu dormi e sonhei com umas coisas muito fortes com garotos que eu já tinha transado, e isso fez com que eu acordasse “doida" de vontade.
Cheguei na minha cidade e estava começando a escurecer. Mais a noite comecei a conversar com a Ana, que já apareceu em vários contos que eu escrevi.
Contei para ela tudo que rolou e de como eu estava e ela disse que eu precisava resolver. Mas então eu disse para ela que não sabia como.
Então ela me falou sobre o Luan (do conto “O Escrotinho". Falei pra ela que não rolaria exatamente por ele ser um idiota, como ela mesma tinha me falado. E ela concordou comigo.
Cerca de duas semanas depois disso eu abri o meu facebook e lá estava um convite de amizade do Luan. Não aceitei e depois de uns 3 dias ele mandou mensagem me questionando sobre eu não ter aceitado ele.
Falei que nem o conhecia e ele disse que eu parecia ser metida. Eu disse que não era e ele duvidou. E então me disse: se não é, então me adicione.
Então fiz o que ele pediu e começamos a conversar. Não demorou nem uma semana para que ele pedisse para ir na minha casa. Claro que eu falei que não, e nisso, assim como aconteceu com a Ana, ele ficou bravinho e me criticou. Eu disse que acharia melhor a gente se ver num local público, e para minha surpresa ele aceitou.
No shopping nós nos encontramos e eu achei ele bonitinho. Foi educado e simpático, e até comecei a pensar que a Ana tinha exagerado sobre a grosseria dele, porém, quando ele me levou para casa depois do encontro (que não rolou nada além de conversa), ele pediu para entrar na minha casa, e eu disse não.
Aí ele mostrou as garrinhas, pois pediu para ir ao banheiro. Deixei, mas era apenas uma desculpa dele para entrar. Logo que “usou” o banheiro, ele veio perto de mim e perguntou onde era o meu quarto. Mal deu ...


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