O INÍCIO PASSIVO DE UM HETERO !!!

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Sou louco por uma bunda de homem. E quanto mais macho melhor. Assim era com o Mateus. Um cara alto, de 1,82m, moreno claro, cabelos lisos negros e uma barba rala de deixar a mulherada louca. Tinha um porte atlético, pois fazia academia, e que lhe rendia uma bunda redonda de abrir o apetite. Entretanto, tinha o corpo todo liso, poucos pelos no peito e nas pernas. Mateus era meu amigo há uns três anos e fazia o maior sucesso com as mulheres. Embora eu sempre transe com mulheres, Mateus sempre soube da minha preferência por homens. Não tinha preconceito e a gente se dava super bem, mas sempre deixando claro que eu não tirasse graça com a cara dele. Como ele era bem mais alto e mais forte que eu, nunca me atrevi, pois só iria perder a amizade e ainda pegar uns socos na cara. Mateus começou a namorar uma amiga minha, a Carla, que logo se apaixonaram e levaram de vez qualquer esperança minha. A Carla era uma gata, branca, de olhos claros e cabelos louros, e de um corpo fenomenal. Eles já estavam com uns sete meses de namoro, quando um dia eu insisti muito pro Mateus ir comigo em uma boite gls da cidade. Embora sem preconceito, ele relutou muito, dizendo que se alguém o visse com um cara na boite o que não iria pensar. Eu insisti tanto que ele acabou cedendo, dizendo que ficaríamos por pouco tempo. Qual não foi a nossa surpresa, quando encontramos simplesmente a Carla num canto da boite, aos amassos com uma outra menina. Aquela cena acabou com o meu amigo, que tentou fazer um escândalo. Puxado por mais dois colegas meus que estavam na boite, tiramos o cara dali a força, enquanto a Carla simplesmente sumiu entre a multidão. Agradeci aos meus colegas, enquanto sentei com o Mateus na beira da calçada em frente a boite, que chorava muito, inconformado com aquela cena que acabara de ver. Eu não sabia nem o que falar. Ele então comprou uma cerveja de um ambulante em frente a boite e tomou toda em poucos goles. Comprou outra e mais outra, e foi bebendo uma atrás da outra. Pedi que ele parasse com aquilo, pois de nada iria adiantar. O cara não se conformava e dizia que era demais

pra ele perder pra um sapatão. Tentei várias explicações pra ele, mas não adiantava. Ele continuava a beber. Depois de meia hora ali sentados, o cara tava que era só choro e não conseguia se levantar. Pedi ajuda do ambulante da cerveja, e colocamos o Mateus em meu carro, que estava logo adiante estacionado. Como que eu ia levar o cara pra casa dele naquele estado? Ele morava com a mãe já idosa, e mais uma empregada. Levei o Mateus para a minha casa, e a muito custo consegui colocar ele em minha cama. Confesso que nessa hora me deu uma vontade louca de me aproveitar, mas continuava com medo de levar umas porradas, principalmente agora que ele estava tão revoltado com a classe dos gays. Nunca tinha visto o Mateus chorar, ainda mais daquele jeito. Ele era mesmo apaixonado pela Carla, pensei. Deitado, olhando para mim, continuava a lagrimar e me perguntava por que ela tinha feito aquilo com ele. Eu respondi que ela curtia isso e ele não podia fazer nada pra mudar. Ele de repente me pergunta: “Cara, é tão bom assim pra voces não conseguirem parar?”. O que eu pude responder foi simplesmente que sim. Ele disse: “Acho que eu nunca conseguiria ser, cara”. Senti que havia ali a minha oportunidade. Resolvi ousar: “Todo mundo consegue, é só querer. É um tipo de relação que dá muito prazer. É intensa, cheia de mistérios e satisfação”. Ele se calou e resolvi ousar, afinal ele estava porre mesmo: “Porque voce não experimenta com um homem? Só uma vez? Não precisa ninguém ficar sabendo. Se voce sentir que não curte mesmo, não faz mais”. Ele continuou calado e eu não podia perder a minha talvez única chance. Peguei seu rosto e o virei em direção ao meu. Olhei-o fixo nos olhos e aproximei meus lábios dos seus. Ele finalmente falou: “cara, olha lá o que voce vai fazer hein?”. Eu só pude responder: “Se voce quiser experimentar, faz comigo. Eu nunca conto nada pra ninguém” Ele fechou seus olhos, e eu aproximei meus lábios ainda mais. Ele finalmente entregou-se aos meus beijos. Beijamo-nos como um casal de namorados. Ele me puxou para um abraço, enquanto continuávamos a nos beijar. De lado, aos beijos, fui descendo minhas mãos à procura de sua tão desejada bunda. Ele ...


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