O loiro do chalé

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. E hoje a protagonista mais uma vez sou eu, e contarei o que se passou logo após o rolo que eu tive com o Gabriel (leia o conto “A carona”). Para refrescar a sua memória, leitor, a transa com o Gabriel aconteceu no dia 5 de agosto de 2016.

Desde esse dia minha vida virou um marasmo, ou seja, ficou chata demais. Trabalhei muito em um emprego que eu detestava, estudei bastante para ocupar a cabeça e porque era época de provas. Fiquei com três garotos de agosto a dezembro de 2016. Fui para a cama com dois deles e me arrependi. Um foi em outubro e eu só fui porque ele era lindo. Foi bem ruim, ele não aguentou nada e eu mal senti prazer.

O outro foi em dezembro de 2016 e eu quase gozei. Digamos que se eu sentisse uns 15% a mais de prazer eu gozaria. Ele beijava super bem e isso deu uma compensada. Por isso, dei mais uma chance para ele em janeiro de 2017 e foi pior que em janeiro, pois não cheguei nem perto de gozar.

A frustração por não ter conseguido gozar me deixou chateada e isso fez com que eu deixasse de lado os garotos por um tempo. Mas como sempre eu não aguento ficar muito tempo sem sentir vontade. Para ser sincera me dá raiva quando alguma menina me diz que se ficar sem nada não sente falta. Tenho certeza que é mentira. Se fosse assim ficaria virgem a vida toda.

De janeiro a junho eu fiquei tranquila, apesar dos pesares. Um dia ou outro sentia uma vontadezinha, mas que logo passava, principalmente quando eu distraia a cabeça com alguma outra coisa. Descobri que, apesar de clichê, banho frio me acalmava. E olha que eu odeio água gelada.

Porém, a partir do final de junho, começo de julho, a vontade voltou a todo vapor e com toda a potência possível. De uma hora para outra vinham os garotos na minha cabeça e faziam com que “ela” desse uma leve umedecida. E cada dia que passava sem eu transar piorava a situação. Comentei isso com uma amiga em agosto deste ano (2017) e ela então me perguntou: Isa, a quanto tempo você não transa?. Foi aí que lembrei que já fazia um ano que eu não tinha um orgasmo.

Durante todo o mês de agosto e até a metade do mês de setembro, fiquei super excitada praticamente todos os dias, e eu sabia, lá no meu íntimo, que estava na hora de algo acontecer, pois meu corpo já estava pedindo aquela sensação de explosão que só o orgasmo proporciona. E para tudo isso, eu sabia que precisava de um homem, e principalmente, de um pênis.

Então, na terça, 19 de setembro, estava relendo alguns contos que eu escrevi,

quando me deparei com o ‘Calor no chalé’. Nele, o personagem Renan transa com a personagem Ana no chalé, numa viagem do colégio. Lembrei da Ana, que é minha amiga, contando sobre o Renan e aquilo me animou ainda mais. Pensei: por que não?

No mesmo dia procurei ele e achei no facebook, pois não tinha mais o contato. A noite, ele me respondeu, disse que lembrava sim de mim, apesar de ter me visto mais por foto do que pessoalmente, que aliás, foi uma vez só a algum tempo atrás. Antes que eu pudesse jogar qualquer indireta para ele, eis que ele diz pra mim: me passa teu whats. Passei e, não demorou nem dez minutos, ele disse que seria legal conversarmos pessoalmente.

Na sexta, dia 22 de setembro, chamei um uber e fui na casa dele, pois queria variar um pouco, estava enjoada de só eles virem na minha casa. Então, cerca de 25 minutos depois, o motorista parou na frente de uma casa bonita, aparentemente grande e com um portão super alto. Como o dia estava um pouco frio, fui de calça jeans, uma blusinha preta de alcinha justa e um casaco leve por cima.

Toquei a campainha e logo ele me atendeu. Me surpreendi com ele, pois, apesar da Ana ter me dito que ele era bonitinho, acho que evoluiu, pois achei ele um gato, além de ser mais alto que eu (tenho 1,75), o que é bem atrativo para mim. Ele estava de camiseta e calça de moletom. A roupa ficava um tanto justa nele, o que evidenciava que ele continuava a academia desde a época do rolo dele com a Ana, que foi 4 anos atrás.

Entramos na casa, direto numa sala grande e sentamos num sofá enorme. Nele ficamos conversando durante um tempo, sobre as nossas vidas, trabalho, faculdade, relacionamentos. Ou seja, assuntos comuns. Ele então perguntou sobre os meus contos e eu disse que sempre gostei de escrever. Então, sentando bem perto de mim ele me questionou o motivo de eu ter entrado em contato com ele. Aquilo me pegou de surpresa e a única coisa que consegui responder foi: ah, para conversar. Ele disse: só conversar? E eu respondi: sim, o que mais seria?. Mal terminei de falar e ele me atacou.

Os nossos beijos e amassos duraram uma meia hora, mas nem precisava de tanto, pois cinco minutos sentindo a pegada dele foi o suficiente para eu ficar doida, com vontade de transar com ele ali mesmo no sofá. Ele então parou de me beijar, levantou e me puxou pela mão. Subimos um lance de escadas e fomos parar no quarto dele. Lá chegando, ele me abraçou, nos beijamos mais um minutos e fez eu sentar na cama.

Virando de costas para mim, deu uma olhadinha para trás com um sorriso safado, andou alguns passos e, com as duas mãos ...


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