O marido descobriu tudo II

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Se estiver se vingando ou não, para Ruth tudo era uma satisfação só. Mamando no colosso caralho daquele jovem enquanto seu marido assistia ao jogo na televisão, ela se deliciava com a textura rígida e vibrante do pênis que chupava como já algum tempo não fazia.

Téo ainda não acreditava que aquela fabulosa mulher estava ali se entregando com toda sua sensualidade e, como ela mesma dissera antes, que ele a comia com os olhos sem jamais imaginar que ela estaria sugando seu cacete com tanta vontade.
Baba já começa a sair de sua boca e escorrer pelo queixo até cair nos seus bojudos seios. Téo já está a ponto de ejacular e não sabe se avisa ou não pra que ela decida se se ele goze fora ou dentro de sua boquinha.

“- Cacete! Essa gostosa tá querendo sensações e, salvo engano, quer experimentar de tudo! Ah, Não dá mais tempo… Vou… vou gozaaaaar!”
Ruth não percebeu quando as mãos de Téo seguraram os lados de sua cabeça e no segundo seguinte uma mangueirada de esperma lhe inundou a boca. O volume era tanto que parte da ejaculação espirrou por entre seus lábios. Por uns segundos seus olhos se arregalaram e suas narinas tremeram de tanta excitação por deixar um homem gozar pela primeira vez em sua boca.

Algo como uma impaciência se apodera dela ao mesmo tempo em que está fervendo de tesão. Era assim que ela se sentia quando fazia sexo com Otávio.
Não foram poucas vezes que ela deu a desculpa de ir ao banheiro pra se masturbar. Só que agora ela pouco se importa de se envergonhar ao enfiar uma mão dentro da calcinha e se masturbar na frente de Téo enquanto ele ainda treme do intenso gozo que está tendo.
Se a grossura da rola de Téo não lhe estivesse enchendo a boca e assim ensurdecendo os gritos e murmúrios que Ruth estava fazendo, o marido teria descoberto que Ruth lhe estava corneando a poucos metros às suas costas.
Chega o momento em que Ruth tem seu primeiro grande orgasmo. Incrível, ela pensa, que esse menino lhe tivesse provido tal prazer e que

aparentemente seria o macho com que sempre imaginava em suas fantasias masturbatórias.
Ruth deixa a rolona escapar da boca e encosta-se à parede com a expressão de satisfação.

Quando recupera o ritmo normal da respiração, ela se levanta e encara Téo que ainda está respirando descompassadamente.
Um calor lhe percorre todo o corpo porque sabe que ele está alí pra satisfazê-la, pois ainda não estava saciada e da sorte de ter esse jovem que não dever ser mais do que dois anos mais velho que seu próprio filho.
Pegando pela ponta da gravata, ela carinhosamente o puxa para acompanhá-la para o quarto. Ela pára na porta da suite dela e de Otávio, mas então decide ir pro quarto do filho.

– Ele esteve deitado aí o dia inteiro. Vamos pro quarto do Diogo. Ele foi pra casa da namorada e deus sabe lá quando volta!
De repente uma onda de pudor e timidez envolve Ruth. Ela, só de calcinha, com a boca e o queixo melados de saliva e esperma querendo fazer sexo loucamente com um menino de pelo menos uns quinze anos mais novo que ela.

Ruth vira de costas para Téo. Ela não tem mais coragem de encara-lo.

Com a mão tremendo ela alcança uma camiseta do filho com a intensão de vestí-la, mas antes a passa pela boca e o queixo.
Então, ela se sente abraçada por trás e os lábios dele lhe beijar a curva do pescoço. Téo a vira e quando vai beijá-la, ela vira o rosto.

Ruth está desnorteada com o próprio pensamento moralista e a luxuria daquele menino que tenta beijá-la e com a enorme tora lhe roçando as coxas.
Pela cabeça de Téo, ele acha que ela está fazendo charminho. Ou que talvez ela seja como a juíza Amanda. Então, bruscamente, ele empurra Ruth que desequilibrada cai em cima da cama.
Com ar assustado, ela tenta se levantar mas só consegue ficar apoiada nos cotovelos pois Téo se posicionou entre suas coxas com as mãos em seus ombros.

Gentilmente ele vai baixando as mãos até chegar nos seios e passa a acaricia-los, de vez ...


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