O marido descobriu tudo III

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Aconteceu de certo dia e devido a melhora das condições físicas de Otávio, ele se virar pra posar a xicrinha de café na mesa enquanto ouvia o barulho da chave fechando a porta.

Nesta posição em que ele estava inclinado, a televisão refletiu fantasmagoricamente Téo e sua esposa se esgueirando pro quarto do filho Diogo.
Foi estranho ele não se surpreender tanto, apesar de considerar a esposa de certa forma bem puritana e incapaz de se envolver com outro homem.

“- Meu deus! O que tenho feito!? Isso tudo é culpa minha! Acabei induzindo minha mulher à infidelidade e isso provavelmente lhe trará um grande sentimento de culpa!”
Pensando desse jeito, ele ainda se lamentava de qual comportamento sexual ela estaria sendo submetida pelo Téo, que embora bonito, parecia ser tímido e inexperiente.
Ruth, por seu lado, era sem nenhuma imaginação sexual, assim pensava Otávio.
Quanto mais pensava, mais se sentia culpado. Ele tinha que fazer algo pra que Ruth não se amargurasse tanto quando o arrependimento lhe viesse.

E por curiosidade masoquista, virou a cadeira e evitando fazer qualquer barulho, chegou à porta do quarto.

Sentado na cadeira, ele estava na altura exata pra observar grande parte do quarto através da fechadura.
Ruth nuazinha e ajoelhada entre as pernas de Téo. O enorme e grosso caralho dele era masturbado febrilmente pelas mãozinhas dela que de vez em quando inseria todo o caralho na boca chegando a encostar o afilado narizinho na virilha dele.

Era inacreditável que ela conseguisse fazer isso com uma torona daquele tamanho.

– Chupa, gostosa! Chupa! Chupa como uma rampeira que te transformei! Chupa!
Quase se engasgando e densa baba lhe escorrendo da boca, Ruth procura por ar quando ela livra a rolona da sua performance de garganta-profunda, voltando a masturbá-lo gentilmente.

– Agora… agora eu quero lá! Quero lá! Já, já!
Otávio estava estático e agora totalmente surpreso vendo a naturalidade com que sua esposa se deixava depravar daquele jeito. Mais ainda com o jeito cafetão de Téo.
O que também o fazia mais temeroso não era só ver sua esposa ser tão safada, mas também se ela se machucasse com aquela descomunal rola do garoto.

– Cacete! Ele vai arrombar por completo a bocetinha da Ruth! Oh, meu deus, o que eu fui fazer!?
Otávio, ainda fascinado pelo colosso príapico de Téo, observa também com admiração a bela bunda de sua esposinha quando ela se posiciona para cavalgar o menino Téo.
Ruth, torce o corpo até conseguir segurar o pênis, parecendo um tronco de arvore com suas veias azuladas, e passar a esfregar a bolotuda glande por toda a racha da xaninha.

– Coloca lá, sua safada! Coloca lá! Lá na boquinha! Na boquinha do teu fiofó!
O marido não conseguiu entender direito o que Téo disse, porque sua voz chegou-lhe aos ouvidos bastante abafada. E no segundo em que ele deu duas piscadelas, sua esposinha engoliu com o anus a cabeçorra da assustadora rola.

A visão através do buraco da fechadura não dava pra ele definir que sua esposa estava sendo enrabada.
Ele ficou observando os dois até

eles gozarem entre gritos e urros abafados, pois cada um tapava a boca do outro com uma das mãos.
Otávio voltou pra sala o mais rápido possível e dessa vez se posicionou onde em frente da televisão ele poderia ver o reflexo atrás de si. Quando Téo saiu e Ruth se dirigiu pra suite levando as roupas nas mãos, ele foi atrás dela.
Ruth se assustou com a brusca entrada do marido no recinto. Pela cara dele, ela logo percebeu que ele tinha visto o ato de sodomia a que ela se submeteu.

– OK, voce descobriu que o Téo estava me so…

– Só, o quê!? Vai me dizer que ele estava SÓ te fazendo massagem? Ora, Ruth! Ví do jeito que voce guiou aquela monstruosidade pra entrada da tua vagina! Mas, a questão não é essa! Por que voce se depravou tanto!
“- Caralho! Ele não percebeu que eu estava sendo sodomizada?! Que eu estava dando meu cuzinho maravilhosamente pro cacetudo do Téo!?”
– Olha aqui, seu cretino! Voce me traiu primeiro! E com um viado! Agora vem com esse discurso de moralista, de maridinho passado pra trás! Sim, voce é corno agora!!

– Não trai nada! Eu só dei carona pra ela… pra ele! Além disso, eu sou homem, porra!

– … e por isso te dar o direito de me deixar na seca por quase seis meses! E ainda procurar um viado!! Eu sou mulher, mas tenho cu também!

– O quê!? Isso jamais se deve fazer na mãe de nossos filhos! E já disse, eu só dei uma carona!!

– E tu bateste com o carro enquanto ele te chupava!
“- Oh, meu deus! Ela nunca pode saber o que realmente aconteceu naquela noite! E, caramba, deixar ela seis meses sem meter… Oh oh! É tudo culpa minha! Só minha!”
– Falando em chupação, que foi aquilo que voce fez no Téo? Eu nunca te tratei assim, Ruth! E olha só, o esperma dele ainda está escorrendo de dentro de voce!

– Muito bem! Quero me divorciar!

– Ah ah ah! Pode pedir! Eu também quero!
Otávio vê a esposa virar-lhe as costas e pela primeira vez se inebria pelo rebolado das polpudas nádegas com a parte inferior das polpas reluzente com o esperma ainda úmido que lhe escorre do anus.
Quando Ruth volta do banho, ainda nua, encontra o marido no mesmo lugar de antes. Esses quase vinte minutos em que a esposa ficou no chuveiro, Otávio passou em conflito com as decisões que tinha de tomar.
De repente sua esposa, que lhe parecia uma mulher sem graça e que por diversas vezes a tinha traído, agora se revelava uma despudorada sem vergonha. Mas, encantadora.

Era esse conflito que Otávio tentava como justificar um perdão para ela. Optou pela mea culpa, mea máxima culpa, ou seja era justificável Ruth lhe trair uma vez já que por diversas vezes ele a havia traído. Era melhor esquecer o divórcio.

– Ruth… querida, vamos conversar moderadamente. Deixa eu ir até fim com minha exposição. Eu errei, voce errou. Espera, espera! Tá bem, voce ...


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