O Moleque Do Vizinho Enrabou Minha Esposa

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Eu sou casado há sete anos com Sonia, uma mulher que no auge dos seus 29 anos, é uma tremenda gata e faz todos os homens virarem a cabeça para a olharem. Ela tem 1,68 de altura e pesa 53 quilos, tem cabelos castanhos escuros, seios fartos e firmes, um bumbum redondo e empinado, pernas longas, com coxas bem delineadas e uma barriga enxuta e lisinha. Ela foi modelo durante três anos, mas como sempre foi muito tímida, e cresceu com a rigidez da educação de seus pais que sempre a proibiram de tudo ela deixou de trabalhar e logo nos casamos e tivemos um filho mais tarde. O que passo a contar agora aconteceu há três anos. Nos morávamos em uma casa alugada, num bairro de classe media alta e na casa dos fundos da nossa residência moravam os locadores, Seu Ari e dona Nina, que eram um casal de, ele uns 60 anos e ela uns 50 anos. A casa deles é uma mansão grande e luxuosa. Nos acreditávamos, que eles deviam estar bem financeiramente, pois eles tinham uns quatro carros importados na garagem. Com eles morava um garoto que era bem novinho, o Zezinho, fiz amizade com ele logo que fomos morar lá, pois as nossas casas tinham o muro que as separa, muito baixo e um portão que ligava os nossos quintais, e o Zezinho passou a sempre o usar para ir a nossa casa, pois o moleque gostava muito de computador ele não saia do meu pé, vivia me perguntando as coisas e pegando jogos e programas de computador emprestados, minha esposa vivia reclamando que ele era muito metido e que dei liberdade demais pra ele. Eu realmente concordei com ela, ao invés dele chamar no portão, quando nos menos esperamos, ele já estava batendo na porta da nossa sala e se a porta estivesse aberta ele só ia nos chamar com o pé já dentro de casa. Fora o Zezinho, minha esposa simplesmente não podia nem ver a cara do seu Ari, pois o achava muito nojento. Era só ela pensar em aproveitar para se bronzear, colocando um biquíni, já que nosso quintal era totalmente descoberto e ótimo para pegar um bronzeado e lá estava o velho, dando um jeitinho de dar uma espiada da janela de sua residência, para os movimentos de minha esposa, ele babava com suas pernas provocantes, seus seios fartos e seu bumbum lindo. O velho às vezes ate sentava na mureta dos fundos, só para ficar assistindo de camarote, não sei como Dona Nina nunca percebeu. E olha que ela era uma mulher linda pra sua idade, com um corpo malhado de dar inveja a qualquer menina, fora os cabelos loiros, a pele branquinha e seus olhos grandes e azuis. Já o Seu Ari era de aparência física muito feia, com bigode grosso e grisalho, gordo, careca e todos os quesitos para que nenhuma mulher se aproxime dele. Quando estávamos no verão resolvemos deixar a porta de casa aberta devido ao calor, foi à deixa pro Zezinho, sem a mínima cerimônia, pegar Sonia de surpresa com trajes sumários. A primeira vez ela estava no sofá com uma camisolinha pequena sem soutien que mostrava a calcinha e ele entrou, Sonia se assustou e gritou saindo correndo e subindo as escadas para o quarto dando é claro um show para aquele moleque tarado. Noutra vez ela estava de calcinha e soutien na cozinha terminando um cozido e Zezinho entrou sem avisar, eu que tinha ficado na sala, ouvi o grito de Sonia, que foi pro nosso quarto depois da bronca que deu em mim, por ter dado liberdade pro moleque. Mas embora eu tivesse dado uma chamada no Zezinho, um dia Sonia estava saindo do banho pelada e não deu outra, bem na hora que ela estava passando pela sala em direção ao quarto, o moleque entrou e deu de frente com ela como veio ao mundo, minha esposa gritou, o moleque ficou constrangido, pediu mil desculpas e ficou por isso mesmo. Mas essa situação começou a acontecer com freqüência, acho que ele ficava de olho na janela do banheiro do quarto de hospede e sabia exatamente o instante que poderia entrar pra ver minha esposa, de tanto acontecer isso, minha esposa um dia em que se bronzeava no sol da janela do quarto de hospede, que ficava na parte de cima de minha casa e de frente pro sol, teve que levantar rápido para atender ao telefone e depois foi ao banheiro, e ao ouvir uma gritaria de crianças atrás de uma pipa na rua, ela olhou pela janela do banheiro e qual não foi sua surpresa quando viu que tinha uma pessoa olhando pela janela da casa de seu Ari, de lá se tinha visão plena de todo o banheiro e do quarto onde ela toda tarde tomava sol, Sonia quase desmaiou de vergonha, só não sabia qual dos dois estava ali, se era o Zezinho ou o Seu Ari. Como Sonia já sabia que naquele momento ele estava esperando ela retornar para o quarto pra pegar sol, ela disfarçou e voltou, ficou ali mais 15 minutos bem comportada para não dar bandeira, e nisso ela pensou em tudo que ela havia feito em outros dias, naqueles momentos em que achava que tinha privacidade. Ao tomar sol ela enfiava todo o biquíni no rego, já tinha feito top-less, arreganhava toda a perna para pintar as unhas dos pés, fazia ginástica, dava certas coçadas indiscretas, se depilava e até tirava os pelos pubianos encravados. Essa foi a ultima vez que ela tomou sol nesse quarto e ficou com muita vergonha e me contou o ocorrido. Fiquei doido de raiva, mas pensamos bem e achamos melhor não fazermos confusão pra não perdermos a casa que no mais era maravilhosa. O Zezinho estava sempre em nossa casa, no fim do dia vinha sempre jogar comigo, algumas vezes, assistíamos TV, foi só ai comecei a perceber que ele estava tarado por Sonia, ele a comia com os olhos e não perdia oportunidade de secá-la e eu sempre colava na minha esposa e mantinha minha seriedade. Mas admito que achei engraçado e a alta estima de Sonia cresceu e até me excitei com isso, passei a me acautelar para não alimentar as taras do moleque. Eu percebi que da janela da casa deles tanto Zezinho, quanto Seu Ari expiava, quando Sonia estendia as roupas com vestidinhos curtos e ao se esticar para pendurar o cabide ela expunha parte de seu bumbum e calcinha. Dei um toque nela e ela não usava mais roupa curta nessa hora. Sonia comentou que quantos shows ela não ofereceu para aqueles dois sem saber. Agora sabendo de seus Voyeurs ela passou a usar mais shorts

e mesmo assim sentia ser espiada por eles. Sonia sabia que agora ela tinha frustrado boa parte da visão de seus admiradores, o restante fazia parte da tara deles e ela não podia fazer nada quanto a isso.

Aconteceu então, que um dia eu estava na cozinha, que tem uma janela onde dá pra ver pela abertura a sala inteira e no fundo da sala tem também um espelho enorme, a Sonia estava descendo e penteando o cabelo e a escova caiu no chão por trás de sua cabeça, ela se virou e agachou pra pegar, bem nessa hora o Dudu estava entrando e não me viu, quando olhei pra cara dele pela fresta, ele estava com o olho arregalado e se deliciando com a visão de ver minha esposa, que pude perceber pelo espelho, estava mostrando ao mesmo tempo a racha toda depilada e seu bumbum maravilhoso com aquele buraquinho todo rosadinho, fora que minha esposa tem uns peitos grandes e deliciosos, sendo que ela estava com as pernas um pouco abertas e deu para vê-los bem. Quando ela virou e deu de cara com Zezinho já nem gritou mais, ela só deu uma bronca no moleque do tipo Puxa Zezinho de novo, Pô garoto chama no portão antes de ir entrando. Essa deve ter sido a cena que provavelmente gerou vários e vários motivos para o moleque fazer calos em sua mão por um bom tempo. Mas ganhei outra bronca por essa, ela disse que tinha cansado de se repetir e de agora pra frente não ia mais se envergonhar com a presença do garoto. Na vez seguinte, eu estava na sala conversando com Sonia que estava cortando as unhas dos pés, sentada e com os dois pés em cima do sofá, só de ligerie, ou seja, a parte de dentro da calcinha dela estava totalmente exposta, a visão era simplesmente excepcional, ela estava com a cabeça abaixada então não percebemos há quanto tempo, mas o Zezinho estava atrás de mim, vendo toda aquela cena maravilhosa, para minha surpresa, Sonia levantou a cabeça, viu que o Zezinho estava ali e simplesmente não saiu, nem se assustou e disse pra ele, Porra! Nem vou falar mais nada pra você Zezinho, não adianta eu falar mesmo. Já até acostumei a ficar sem roupa na sua frente, espero que você não se acabe depois no banheiro. Seu tarado. Eu olhei pra ele e disse Pô meu, sua namorada não deixa você a ver pelada não?, Zezinho me pediu desculpas e puxou uma cadeira e pra sentar ao lado da minha poltrona do computador. Eu fiquei jogando e ele olhando eu jogar como sempre fez só que Sonia continuava ali sentada, com seu corpo a vista, e ele pra disfarçar um pouco, em vez de olhar direto pra ela, olhava-a pelo espelho, como se eu não fosse perceber que ele estava vendo tudo e quase pulando em cima do espelho. Uns 20 minutos depois a Sonia levantou e passou pela gente em direção ao quarto, eu até pude perceber o suspiro que o Zezinho deu ao meu lado. Assim que terminei de jogar eu fiquei conversando um pouco com o Dudu na sala e disse a ele pra não ficar fazendo isso de entrar sem chamar, porque fica chato ele ficar vendo minha esposa sem roupa e depois que ele ia descontar tudo na namorada e ainda brinquei dizendo que a namorada dele não devia ter sossego do jeito que ele era tarado e ficava armando pra ver a Sonia, ele devia querer comer a garota o tempo todo. Mas o Zezinho me respondeu que ele não conseguia fazer direito, que sua namorada era inexperiente também, e eles tentavam, com vergonha, fazer, mas nunca conseguiam, pois ele ficava nervoso e ela mais ainda. Ele confessou que, além dela ser virgem e ele também isso o deixa com muita vontade, mas nunca conseguiam fora que ela não o deixa a ver totalmente nua, só o deixava abrir o zíper da calça dela. Eu rindo falei pra ele que era por isso então, que ele ficava todo tarado armando pra ver a Sonia nua. Mandei-o tomar juízo, que isso era chato, que eu sabia que ele ficava olhando da casa dele o banheiro onde Sonia tomava banho pra ele entrar na nossa casa. Mas que tava tudo bem, que eu sabia que ele era meu amigo e não ia fazer nada de ruim com minha esposa, mas eu o mandeiele parar com aquilo, que quem sabe se ele me prometesse que não ia dar mais essas mancadas eu desse uns toques de como ele deveria agir com a namorada dele pra conseguir transar com ela. Ele agradeceu dizendo que eu era o seu amigo mesmo, que ninguém nunca se oferecera pra ajudar como eu, e me pediu desculpa por ficar vendo a Sonia, mas era que ela era muito bonita e ele não agüentava ficar sem olhar, desde o dia que a viu saindo do banho, ele ficava pensando em querer a ver novamente, mas que ele sabia que aquilo tava errado. Ele se desculpou novamente, prometendo que não ia entrar mais sem avisar. Nesse mesmo dia eu contei a conversa que tive com o Zezinho para minha esposa, ela ficou com dó do garoto e disse que iria tentar ajudá-lo que fosse possível. No dia seguinte, Sonia estava a vontade como sempre e o Zezinho para nossa surpresa chamou no portão, eu falei que ele podia entrar, mas olhei pro lado e a Sonia continuou a vontade. Eu perguntei para ela se não ia se vestir, e ela me respondeu que o coitado do Zezinho já tinha visto ela daquele jeito mesmo, e que o moleque era virgem, e que ela nunca ouvira falar de tarado virgem, e perguntou se eu achava que ele ia fazer algum mau a ela. Eu respondi que não e ela disse que então deixássemos ele ser feliz, que afinal de contas eu sabia que ela era só minha e que ele só ia a ver com os olhos e lamber com a testa. Eu respondi que o que faríamos se ele quiser lamber com a língua. Sonia riu dizendo que o coitado nem sabia onde tinha que colocar a língua, se eu achava que ele ia fazer isso. Ela disse que inclusive eu, como amigo, deveria ensinar-lhe essas coisas. Eu disse que ensinaria, só que ia ter que mostrar pra ele o que é um clitóris primeiro, se não o moleque nem ia saber onde exatamente onde tinha que chupar e sorri. Sonia mais uma vez me surpreendeu dizendo que era eu quem sabia o que fazer que ela dissera que estava disposta a ajudar o garoto, que se eu quisesse, ela poderia ser ...


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