O Pegadorzinho

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Passei uma tarde muito legal com a Ana, minha amiga, que tem algumas histórias contadas por mim aqui no site, como “Calor no chalé”, “Gritos no acampamento” e “O Tratamento - parte 2”. Ela então me contou mais algumas coisas e eu conto para vocês agora.
Era o ano de 2014 e faziam cerca de 2 meses que eu tinha me envolvido com o Erick no acampamento. Lá eu tinha sentido a melhor experiência sexual da minha vida. Dentro daquela barraca eu pude sentir o ápice do prazer algumas vezes, tanto é que, involuntariamente eu gritei de tesão por alguns momentos.
Entre o rolo com o Erick, que foi em janeiro e a transa com o Renatinho, demorou pouco mais de 8 meses. Nesse tempo eu fiquei com alguns garotos, mas apenas rolou beijo na boca, mais por falta de oportunidade do que por vontade.
Tudo começou quando eu fui visitar uma prima minha, um ano mais velha que eu, num outro bairro da cidade onde eu moro. Era o mês de julho e eu estava de férias do colégio. Chegando lá ficamos conversando na casa dela, até que, pouco depois das 3 da tarde, saímos perto do portão. Foi aí que um garoto baixinho passou na frente da casa dela, olhou para o portão e disse oi. Ela respondeu e eu percebi que ele ficou me encarando. Logo que passou minha prima começou a me encher o saco falando que o garoto tinha ficado hipnotizado por mim.
Achei ele muito gatinho, com um sorriso lindo e uma voz muito bonita. Mas o mais interessante dele era a altura: eu tenho 1,72, ele tem no máximo 1,60, ou seja, era bem baixinho. O menor que eu tinha ficado era o Diego (O Tratamento - parte 2), mas era bem pouquinho a diferença. Descobri que ele era um ano mais novo que eu e que tinha uma fama gigante de ser um pegador. E era dos quietinhos, ou seja, pegava e ficava na dele.
Fui para casa nesse mesmo dia e, cerca de dois dias depois minha prima mandou mensagem me dizendo que o garoto, que chamam de Renatinho tinha perguntado tudo sobre mim. Minha prima então respondeu tudo para ele e ainda disse que eu era solteira, o que não era mentira.
Ele então pediu o meu telefone e minha prima, depois de pedir a minha autorização passou para ele. Ficamos conversando por telefone e rede social durante quase dois meses. De vez em quando ele jogava umas indiretas para nos vermos pessoalmente, mas eu desconversava. Até que, num dia que acordei um pouco mais animada e aceitei ver ele.
Nos encontramos em um dos shoppings aqui da minha cidade que é perto da casa da minha prima, e, coincidentemente ou não, perto da casa dele também. Após um tempo de conversa informal, apenas falando sobre as nossas vidas, ele sentou do meu lado e começou a me elogiar, pegar na minha mão. Não resisti e ficamos. Foi muito bom.
Na saída do shopping, quando fui me despedir, ele me agarrou de novo e ele me perguntou se eu não queria ir na casa dele que era pertinho dali. Disse que era melhor não, pois não o conhecia direito. Ele então disse que eu não deveria ter medo, pois minha prima conhecia ele e os pais dele e que não tinha perigo nenhum. Como ele sabia convencer bem, acabei indo.
Chegando lá, uma casa simples mas bem arrumada, eis a surpresa: a mãe dele estava lá, junto com a irmã dele que é criança de colo e mais uma duas mulheres que ele disse que eram tias dele. Quando entrei, uma das tias dele olhando pra mim disse: olha Renatinho, que menina linda essa heim? Vê se cuida direito. Quase morri de vergonha e fomos direto para a cozinha. Lá conversamos mais um pouco, mas como a mãe dele tem um pouco de problema auditivo, tanto a televisão quanto as conversas estavam altas, então fomos para o quarto dele.
Entramos e ele trancou a porta. Questionei o motivo e ele disse que a irmã dele estava aprendendo a andar e sempre vinha encher o saco ali. Sentamos na cama e começamos a nos agarrar. Como eu disse anteriormente, minha última transa tinha sido em janeiro daquele ano, e como nós estávamos em setembro, não foi difícil eu começar a sentir vontade, ainda mais com um beijo gostoso daqueles.
Ele começou a me empurrar, fazendo eu deitar na cama e veio por cima. Eu estava muito tímida, pois tinha gente em casa. Percebendo isso ele disse: relaxa gatinha, a gente só vai namorar um pouquinho. Abriu as minhas pernas e veio por cima. Durante alguns minutos ficamos nos beijando e eu estava aguentando, porém quando ele começou a beijar o meu pescoço e dar apertões nas minhas coxas, comecei a sentir calor.
Falei baixinho no ...


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