O Tratamento – final

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. O último que eu postei, foi “O Tratamento – parte final” que eu achava que era o encerramento, porém uma menina, amiga da Ana de “O Tratamento – parte 2” entrou em contato comigo após ter lido esse conto especificamente, e me disse ter sido procurada pelo Diego algum tempo depois do envolvimento com a AnaP. Pediu para que eu não contasse para a Ana … sobre o que rolou para que nada afetasse a amizade das duas.

Se você quiser entender um pouco mais, recomendo que leia os contos anteriores (O Tratamento 1, 2 e parte final).

Oi Isadora, aqui é a Bruna, amiga da Ana. Depois de ler os seus contos da série

“Tratamento”, decidi entrar em contato com você, pois ao ler a “parte final” e ver que a data que rolou a relação entre o Diego e a AnaP. (19 de março de 2016) foi anterior a minha, então gostaria de te contar o que aconteceu, pois acho que a minha sim foi a “parte final”.

No dia 09 de abril de 2016, recebi uma mensagem no whatsapp mas não conseguia reconhecer a pessoa pela foto. Respondi o ‘oi’ e perguntei quem era, e ele me respondeu que se chamava Diego e era amigo da Ana. Estranhei pois ela nunca tinha me falado sobre ele. Começamos a conversar e, depois de três dias ele me contou sobre o acidente dele e o que ele deveria fazer para melhorar.

Então, no dia 13 de abril ele me perguntou se poderia vir na minha casa para conversarmos e eu disse que não, pois nem o conhecia. Quando me perguntou se eu namorava, falei que não. Minha mãe sempre me disse para não ser fácil, pois menina assim acaba mal falada, então ele tentava vir na minha casa e eu dizia não.

No outro dia (14), ele falou comigo de novo e me mandou uma foto dele sem camisa, e eu achei lindo o corpo com aquela barriga com gominhos e o sorriso brilhante. Tocou novamente no assunto de vir na minha casa e, como eu recusei mais uma vez, ele disse que um dos efeitos colaterais da cirurgia e da recuperação é a coceira que ele sentia por dentro. Disse ele que tinha diminuído quase 100% a

dor e que a coceira também, porém como fazia cerca de um mês que não acontecia nada, ele sentiu que a coceira começou a voltar e a incomodar. Então eu perguntei o porquê de ele vir atrás de mim, e ele disse que tinha visto uma foto minha com a Ana e tinha me achado linda. Agradeci o elogio e disse que pensaria. Normalmente eu manteria o ‘não’, porém ao ver a foto dele, achei tão lindo e tão gostoso que aquilo me deixou pensativa.

Nunca namorei sério, e por ser filha única e sem pai, minha mãe sempre foi de ficar grudada no meu pé, sem deixar eu sair sozinha ou raramente ficar sozinha em casa, por isso tinha feito sexo poucas vezes, e, apesar de os garotos darem em cima de mim, eu não conseguia fazer nada. Ou seja, passei muita vontade.

A atitude do Diego de vir falar comigo e pedir ajuda me deixou curiosa, não fazia ideia do que ele estava sentindo, pois nem sabia se um acidente daquele era possível de acontecer, aliás, nem sabia se ele estava falando a verdade ou apenas tentando vir na minha casa.

Ele ficou cerca de 10 dias sem falar comigo e eu comecei a pensar que ele já tinha arranjada outra e aquilo me deixou chateada, então engoli meu orgulho e resolvi puxar papo com ele no dia 25 de abril. Quando ele me respondeu, disse que não queria mais me incomodar, perguntei sobre a coceira e ele disse que estava muito chata, então falei: se quiser me ver, só na sexta-feira.

No dia 29 de abril, ele chegou na minha casa, e era mais bonito do que por foto, sendo pouco mais alto que eu. Quando me abraçou senti como ele era saradinho, com os braços fortes e as costas um pouco largas. Começamos a conversar e ele me contou o que tinha acontecido com mais detalhes, sobre a cirurgia e com o que ele sentia após, tanto sobre a dor quanto a coceira.

Cerca de meia hora depois levantei e fui na cozinha, ele veio por trás, me abraçou e puxou meu rosto, me beijando de leve na boca, nisso me virei e agarrei ele. Demos um amasso muito gostoso e eu coloquei as mãos debaixo da camiseta dele, sentindo todo o seu corpo. Quando ele atacou meu ...


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