O tratamento – parte 2

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto, e hoje vou transcrever o que a Ana contou para mim sobre o encontro dela com o Diego (do conto O tratamento – parte 1). Para quem não lembra, a Ana é a mesma dos contos “Calor no chalé” e “Gritos no acampamento”. Aliás, aconselho que vocês leiam esses outros contos antes deste para que entendam um pouco das características dela.

A história aconteceu no dia 07 de março de 2016, ou seja, dez dias depois do que aconteceu comigo, e que vocês podem ler, no conto “O tratamento – parte 1”. A Ana me ligou, dizendo que tinha uma história para contar, pois ela não consegue escrever o que rolou com ela, mas consegue contar para que eu transcreva da melhor maneira possível. Segue abaixo o que ela me contou. Ah, no final do conto vou fazer uma observação.

Era dia 02 de março de 2016 quando o Diego me ligou e eu não fazia a mínima ideia de quem era, até que ele comentou sobre alguns amigos que nós tínhamos em comum, e mais especificamente sobre o acampamento que tínhamos ido a alguns anos atrás. Consegui lembrar dele e do seu sorriso, que era muito bonito, e ficamos conversando por telefone durante algum tempo.

Nesta ligação ele me contou o que tinha acontecido com ele (leia O tratamento – parte 1), tudo o que o médico falou, sobre a cirurgia, recuperação e o tratamento. Foi aí que eu comecei a ficar tensa, pois comecei a perceber que ele estava me ligando por um motivo e não apenas para trocar uma ideia comigo. Comentei com ele que estava ficando com um garoto a uns 3 meses, mas o Diego disse que não estava pedindo envolvimento.

Antes de terminarmos de conversar por telefone, Diego me pediu para nos vermos pessoalmente e ele poder explicar melhor qual era o tratamento e como eu poderia ajudar. Falei para ele que era melhor não, que eu estava ficando com alguém, mas o Diego insistiu mais um pouco, continuei dizendo que não e ele desligou, mas antes me pediu desculpas por ter ligado.

Então, eu que sou uma idiota sentimental, comecei a me sentir mal, sei que você pode me achar boba, mas achei que tinha sido grossa com ele e que não precisava ter falado daquele jeito. Mandei uma mensagem para ele por whatsapp pedindo desculpas se fui grossa e que poderíamos conversar, pois amizade nunca é demais. Depois de uma meia hora ele me respondeu agradecendo pela amizade e pedindo mais uma vez para nos encontrarmos pessoalmente, como amigos para conversar. Eu disse que iria pensar e que responderia para ele no dia seguinte.

No mesmo dia meu ficante foi na minha casa e fizemos amor na minha cama. Era a quinta vez que acontecia, nos 3 meses que estávamos juntos, e novamente não tinha sido bom. Não era ruim, mas ele ficava muito empolgado e

não aguentava muito tempo, mal dava para eu começar a sentir prazer e ele terminava, dizendo que era difícil se segurar pois eu era incrível, tinha um corpo lindo e etc.

Antes de dormir, nesse mesmo dia, fiquei pensando no Diego, no pedido de ajuda, no tratamento dele e no meu ficante. Como dizem, comecei a “colocar na balança” os prós e contras da relação, e percebi que o meu ficante só me procurava mesmo para transar e que não era de dar atenção para mim, ou seja, se eu precisava conversar ele não se mostrava tão disposto. Percebi o quanto ele era egoísta, mesmo depois de eu ter dito para ele que não gozava a 8 meses (a última gozada tinha sido em julho/2015).

No outro dia, 03 de março, não puxei papo com o Diego, e o ficante nem entrou em contato comigo. Na sexta-feira, dia 4, o Diego puxou papo comigo, perguntando se eu estava brava com ele e eu disse que não, nem motivo havia para isso. Ele então me disse que estava angustiado e que precisava falar comigo. Falei que tinha pensado e resolvi dar uma chance para que nós conversássemos pessoalmente. Feliz, ele me perguntou se poderia ser naquele mesmo dia, e eu disse que era impossível, pois minha mãe estava em casa, e no fim de semana (dias 5 e 6 de março) eu estaria na chácara da minha avó, pois era aniversário dela. Ele então perguntou quando poderíamos nos ver, e eu disse que só na segunda, dia 07.

E então, na segunda-feira, dia 07 de março de 2016, estava eu lavando louça logo após as 13 horas quando a campainha toca e eu vou atender. Vejo o Diego parado no portão com uma camiseta justinha, calça de moletom e tênis. Lembrei de como ele era charmosinho e que estava com um corpo legal, tinha evoluído desde que tínhamos nos visto há alguns anos atrás.

Ele entrou, me abraçou, disse que eu estava mais linda ainda e, quando me virei para irmos para a sala, percebi ele olhando para o meu bumbum, pois eu estava com um short jeans, que não era tão curto, mas era justinho. Sorri sem que ele percebesse e meu ego deu uma inflada.

Depois de uma conversa no sofá, ele me contou mais detalhes sobre a fratura, a recuperação e o tratamento. Disse que o pior era a coceira, que estava piorando desde a cirurgia e que ele não tinha como resolver. perguntei se doía e ele disse que não, só estava amortecido uma parte dele e que a coceira era o pior.

Então ele veio pertinho de mim, pegou no meu rosto e começou a me encher de elogios, disse o quanto eu era maravilhosa, e estava ainda mais linda desde que tinha me visto a alguns anos atrás. Antes que eu pudesse responder algo, ele me agarrou já me beijando e colocando a língua na minha boca. Afastei meu ...


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