O VELHO MARINHEIRO: MINHA PRIMEIRA VEZ

Loading

Me apresentarei aqui como João, nome que sempre utilizei na internet para marcar meus encontros nos sites de relacionamento e bate-papos da vida. Tenho 22 anos, 1,75 m de altura, 85 kg, cabelos e olhos castanhos, moreno, bronzeado do sol. Não sou um cara magro, tampouco malhado, mas as minhas proporções sempre agradaram os homens. Tenho pernas grossas, uma bunda grande, um pinto médio e tetas, sim, tetas, um prazeroso presente da natureza.

Diferentemente dos meninos da minha idade demorei a iniciar minha sexual, minha primeira transa foi somente aos 20 anos. Eu tinha acabo de me formar na faculdade e estava começando outro curso superior. Sou nordestino, nasci numa cidade na região metropolitana do meu estado, mas ainda assim, a cultura demasiadamente machista sempre travou qualquer tentativa minha de iniciação sexual, principalmente tendo o gosto que eu tenho.

Minha primeira tentativa foi com uma namoradinha. A mãe dela pediu, sem que eu soubesse, que ela transasse comigo, mas não deu muito certo. Nesse momento tive a certeza que mulheres não eram para mim, e que bucetas não faziam parte do meu cardápio. Não consegui ir até o fim. Esse fatídico dia só serviu para eu me convencer que o que eu realmente curtia eram homens e não era qualquer tipo de homem.

Sou gerontófilo. Tenho uma tara absurda por homens mais velhos, coroas, homens maduros e idosos. Quanto mais velho, mais rugas, mais cabelos brancos, mais pele flácida e barriga saliente, maior é o meu tesão. Eu já sabia disso desde os 14 anos. Ficava tarando os coroas da rua e me masturbando imaginando fazer sexo com eles. Chegava a enfiar cenouras no cu quando ia tomar banho me imaginando fazendo sexo com eles, mas até aí não passava disso.

Quando comecei a segunda faculdade, logo a pós o rompimento do eu namoro pelos motivos já relatados, comecei a procurar homens maduros na internet, em sites gays e bate-papos. Como fazia faculdade na capital, tinha uma ótima para desparecer de casa durante o dia.

Nessas buscas conheci Francisco, um marinheiro aposentado que morava próximo a uma praia da capital. Ele tinha 65 anos, era casado a mais de 40, tinha filhos e já era avô. Fisicamente, Francisco não tinha grandes atrativos, ele era branco, baixinho, medindo cerca de 1,60 de altura, era calvo, os poucos cabelos que tinha estavam todos brancos. Seu corpo era forte, acredito que em decorrência do trabalho pesado na marinha,

mas ostentava uma barriguinha dura de cerveja, em síntese, Francisco era um homem velho e feio, mas eu nunca me preocupei com beleza.

Iniciamos nossas conversas no MSN, me apresentei como João, por receio de ser reconhecido ou descoberto. Falamos da gente, como éramos, do que gostávamos e o que imaginávamos fazer na cama. Francisco era um homem experiente, contou que na juventude, mesmo sendo feio, teve várias namoradinhas, que as moças adoravam vê-lo de farda e se entregavam fácil por isso. Disse-me que nessa época, como quase não se falava em camisinha e dst’s ele comia sempre o cu das namoradinhas, para que eles não engravidassem, mas que quando casou, sua mulher era muito católica e se negou a vida inteira a dar o cu para ele.

Contei para ele das minhas experiências – da falta delas – que era tarado por homens velhos, mas que ainda era virgem, nunca tinha chupado nem dado para outro homem. O velho marinheiro se animou, confidenciou que nunca havia comido outro homem, mas que topava experimentar comigo, mas seria somente ativo. Conversamos por cerca de três semanas e marcamos de nos encontrar. Nos encontramos no centro da cidade, numa praça movimentada. Nos apresentamos, conversamos um pouco e marcamos de nos ver no final de semana, mas não sabia para onde iriamos.

No sábado, por volta das 8h nos encontramos no centro da cidade. Só nesse momento ele me contou o que planejava. Falou que não curtia motéis, que tinha medo de ser reconhecido, mas iria me levar numa praia mais afastada para passarmos a manhã, e a tarde iriamos para a casa dele, já que a mulher estaria no shopping com as amigas. A praia em questão ficava em outra cidade, cerca de uma hora de carro. Nesse tempo fomos conversando, falando sobre nossas taras, e no meio da conversa o velho marinheiro mandou que eu tirasse a roupa e ficasse peladinho do lado dele, que ele queria ver o que iria comer. De pronto atendi, tirei a camiseta, a bermuda e a cueca, fiquei peladinho e me virei ajoelhado no banco do carona, ficando com o inteiramente arrebitado para ele. O velho falou que era assim que ele curtia, que me queria um menino obediente e vadio para servi-lo e que nossa primeira vez, era a primeira de muitas.

Quando me ajeitei no banco ele parou o carro no acostamento, retirou o cinto a baixou sua roupa, mostrando um ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]