Pacto de Silêncio

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Pacto de Silêncio

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amlaec
Incesto

Sexta-feira, feriado, por volta de treze horas, seguia viagem para passar o final de semana na casa de minha sogra, que fica numa cidadezinha no interior, bem retirado do centro. Uma chácara montada pelo meu sogro quando este ainda era vivo. No carro, comigo, estavam minha mulher, minha sogra e minha cunhadinha. Estávamos em viagem já quase por uma hora. Empolgados com o feriado prolongado fazíamos planos de como seria nosso final de semana. Quando deixamos a rodovia e pegamos a estrada de terra, faltariam mais uns vinte quilômetros até chegarmos. No meio desse trajeto aconteceu algo que marcou nossas vidas. E essa história, passo a relatar para todos. É real. Tão real que se tornou o maior segredo que trago comigo. E não só meu. Tanto minha mulher, como minha sogra e minha cunhada, jamais contaram isso pra alguém.

Na estrada de terra, com muitos buracos e pedras soltas, eu era obrigado a dirigir bem devagar. Num determinado trecho, avistei um veículo parado no lado da estrada. Tinha o capô levantado e um sujeito estava encostado nele. Quando estava me aproximando, o sujeito levantou a mão pedindo ajuda. Parei o carro e perguntei o que havia acontecido. Ele explicou que o carro dele havia parado de funcionar derrepente e que ele não entendia nada de mecânica. Me prontifiquei a ajudá-lo. Parei o carro na frente do dele e saí do meu. Quando estava debruçado sobre o motor do carro do sujeito, senti um puxão no meu braço. Olhei para o lado e vi dois caras com armas na mão. Levei um susto e, pra piorar, avistei mais dois elementos, um de cada lado do meu carro, apontando armas para as mulheres. Era uma armação. Estávamos sendo assaltados por bandidos armados e perigosos.

Não vi outro jeito a não ser pedir calma aos caras e implorar para que não fizessem nada de mal conosco. Eram dois negros, fortes e altos, um moreno meio gordo e um loiro, também forte e alto. O cara gordo era o chefe do bando e deu ordens para trazer duas mulheres para o carro deles. Minha mulher e minha cunhada foram trazidas e colocadas no banco de trás, enquanto eu fui levado para o meu carro, como motorista, juntamente com os dois negros. Então, me foi dito que deveria seguir viagem até nossa casa e que não criasse problemas, pois as mulheres do outro carro sofreriam as conseqüências.

Agiam de forma organizada e o comando era todo do cara moreno, meio gordo. Eu estava nervoso ao extremo. Completamente indefezo, sem poder reagir, não conseguindo ajudar as minhas mulheres. Elas, por sua vez, choravam o tempo todo. Minha sogra, foi ameaçada várias vezes, durante o percurso, para que parasse de chorar. Minha preocupação maior era olhar no retrovisor e ver se o outro veículo vinha junto, pois não custaria nada eles seguirem em outra direção, levando minha esposa e minha cunhada. Mas, enfim, chegamos em casa. O carro deles foi guardado no rancho que servia de garagem e o meu ficou do lado de fora. Fomos obrigados a entrar em casa, carregando as malas e as sacolas de mantimentos que havíamos comprado antes da viagem.

Sempre de armas em punho, ameaçavam o tempo todo me matar, caso alguém resolvesse causar problemas. O objetivo deles era se enconder e parece que nossa casa era o esconderijo perfeito. Procurei acalmar as mulheres, afim de manter, pelo menos, a nossa integridade física. Mas, confesso que eu estava nervoso a ponto de gaguejar enquanto falava.

Com fitas adesivas, amarraram nossos pés e nossas mãos, deixando-nos praticamente imobilizados. Enquanto os dois negros faziam a guarda na porta e na janela, olhando fixamente para o portão, para ver se ninguém chegava, o loiro foi pra geladeira pegar bebida e o chefe, o gordo, iniciou os questionamentos: Quem são vocês, o que são um do outro, idade de cada um, enfim, um monte de perguntas. Respondi a todas, dizendo nossos nomes, nossas idades e quem era quem. Quando falei quem era minha mulher, o loiro foi até ela, puxou os cabelos dela para trás, pegou nos seios dela, apalpou com força e disse que ela era um pedaço de mal caminho. Eles riram e disseram que eu tinha muita sorte de estar andando com mulheres tão gostosas. Perguntaram se eu me importaria de dividi-las com eles. Tentei responder, mandaram eu me calar. Levantou a blusa dela, deixando à mostra seus seios. Ela gritou, mas foi puxada pelos cabelos e ordenada a ficar quieta. De repente, o chefe do bando mandou o cara parar, dizendo que ainda não era hora e que era pra verificar a segurança. Ele atendeu prontamente. Virou as costas e saiu. O gordo, então, veio até minha mulher, baixou a blusa cobrindo os seios e disse que ela era muito bela e que os seios eram maravilhosos. Olhou para minha sogra e disse que gostava de mulheres mais velhas também, principalmente as com cara de safadas. Sem jeito, ela apenas baixou a cabeça. Tocou nos seios da minha cunhada e disse que apesar de serem pequenos eram duros e isso era bom. Mas, que isso era assunto para outra hora.

Contou que tinham praticado dois assaltos grandes: Um numa joalheria e outro numa empresa e que precisavam ficar fora de circulação por uns dias. Sarcasticamente, pediu licença pra mim pra se hospedarem na nossa casa.

Pelo que vi logo em seguida, os assaltos tinham rendido muito, pois espalharam sobre a mesa da cozinha, um monte de jóias, relógios e também muito dinheiro.

Disseram que tudo ia acabar bem se colaborássemos, que nunca haviam machucado alguém e que, se tudo corresse bem, domingo a noite iriam embora e nos deixariam em paz. Queriam apenas deixar as coisas se acalmarem com a polícia, pra que eles pudessem fugir com segurança.

Realmente, o lugar escolhido por eles era bem fora da cidade, praticamente escondido. Por azar, era nossa casa. Nosso final se semana, tão esperado, havia começado totalmente errado, e pelo jeito, iria ficar bem pior.

Após uma hora sentados no chão da cozinha, amarrados e sendo orientados a não atrapalhar os planos deles, foi dado ordem para que eu fossemos levados para o quarto. Vi minha sogra e minha cunhada serem levadas e colocadas sobre a cama de um dos quartos, sentadas. As duas choravam e pediam para que nada fosse feito com elas. Minha esposa foi levada para o sofá da sala e lá também permaneceu sentada e amarrada. O cara loiro me pegou pelo braço e praticamente me arrastou até o quarto. Lá fui amarrado ao pé da cama, ficando sentado, encostado no guarda-roupas. Ele saiu e ficou de guarda na porta do quarto.

Depois de alguns minutos, ouvi o chefe do bando dizer que ia tomar um banho. Veio até o quarto e perguntou por toalhas. Foi informado pela minha sogra que estavam no guarda-roupas. Ele me empurrou com os pés, pegou as toalhas e saiu. Ouvi então o chuveiro ser ligado.

Eles estavam mais tranquilos. Apenas dois deles não largaram as armas um só minuto. Parece que se sentiam seguros e sabiam que não íamos causar problemas. Tanto que já conversavam mais abertamente, riam e contavam vantagens de como tinha sido fácil executar o assalto. Nossa tortura, porém, estava apenas começando.

O gordo, apareceu no quarto enrolado na toalha. Disse que o banho estava uma delícia, mas que tinha faltado companhia. Perguntou qual das duas gostaria de servir de companhia pra ele. Vi os olhos de minha sogra pedindo socorro pra mim. Nem falar, ela conseguiu. Minha cunhada apenas baixou a cabeça. Mandou o loiro buscar uma faca na cozinha. Fiquei apavorado. O que será que iriam fazer conosco?

O loiro voltou com a faca e entregou ao chefe. Ele apontou a faca para as duas e disse que se não colaborassem, eu iria sofrer as conseqüências. O desgraçado foi até a minha sogra, cortou a fita que amarrava os pés dela e depois passou a cortar o vestido dela, de cima a baixo e, com o vestido, foi o sutiã e a calcinha. Quando ele forçou a barra para tirar a roupa dela, ela berrou e tentou se soltar. Não deu outra. O loiro veio até mim e me deu um soco no estômago. Que dor! Aí, tomei um murro no rosto. Quando ia me bater novamente, minha sogra pediu para pararem. Suas roupas foram arrancadas e jogadas num canto do quarto. Então, foi a vez da minha cunhada. O gordo, chefe, cortou a fita adesiva que amarrava os pés dela também. Aquilo pra ele era pura diversão. Minha cunhada se debateu um pouco, mas não tinha jeito. Ameaçando me bater novamente, arrancaram a calça jeans dela, deixando-a somente de calcinha. A blusa e o sutiã o cara cortou com a faca. O choro foi inevitável. Que loucura!

Sob a ameaça de eu apanhar até morrer, o gordo mandou minha sogra se deitar e abrir as pernas, dizendo que ele queria ver o que ela guardava ali e que ia se divertir um pouco. Ela não cedeu e eu levei mais socos. Exitando ao máximo ela teve que ceder. Chamando ela de gostosa e tesuda, o gordo enfiou a boca na xana enquanto o loiro segurava as pernas dela abertas. Enquanto chupava, perguntava se ela estava gostando e exigia uma resposta. Após alguns minutos de sacanagem com ela, ele a fez levantar e desfilar na minha frente. Perguntava se eu não gostaria de comer ela. Eu até então, tinha visto minha sogra apenas de biquini na praia. Mas, agora, ela estava nua, andando pra lá e pra cá na minha frente, com as mãos amarradas nas costas. Reagi. Tentei me soltar. Mas, o que ganhei foi um chute nas costelas, que me fez gemer de dor.

Foi ai que o gordo deixou minha sogra de pé ao meu lado e foi pra cima da minha cunhadinha. Puxou-a para o meio da cama e obrigou-a a abrir a pernas. Ela se debateu, xingou, chorou, mas, sob ameaça de eu apanhar novamente ela cedeu. Sua calcinha foi arrancada e vi o sacana se deliciar naquela xana peladinha, que eu estava vendo pela primeira vez.

Minha sogra começou a berrar. Foi segura pelo loiro grandão e uma fita adesiva foi colocada em sua boca. Ai, minha cunhada também foi amordaçada. Vi então a cena que nunca vou me esquecer. Minha sogra foi jogada no lado da filha, sobre a cama. O loiro caiu de boca nela. O gordo pegou a minha cunhadinha e começou a sacanagem. Após muita chupação, vi minha cunhada ser traçada pelo sacana. Ele meteu nela sem dó nem piedade. Com minha sogra não foi diferente. O loiro, com um pica tamanho de uma anaconda, colocou ela de quatro na cama e mandou ver. As duas choravam. Eu ali, amarrado, vendo minha sogra e minha cunhada serem comidas, sem poder fazer absolutamente nada. Trocaram de lugar. O gordo começou a fuder com minha sogra que a essa altura já estava soltando gemidos e o loiro colocou minha cunhada de quatro e aproveitou. Quando o loiro quis enfiar a mangueira no rabinho dela, ela não quis deixar. Rebolou até cansar, mas foi em vão. O cara segurou-a de um jeito que não teve como se desvencilhar. Ele foi metendo devagar e em poucos segundos estava bombando no rabinho dela. E o danado ainda incentivava o chefe dele a comer o rabo da

minha sogra. Mas, ele não quis fazer. Eles treparam por quase uma hora seguida, até que gozaram nas duas, para cairem na cama, quase desfalecidos. A duas se abraçaram num cantinho da cama e ali permaneceram chorando.

Nisso, os dois negros entraram no quarto e pediram permissão para se divertirem também. O chefe deles apenas levantou o braço e disse que eles aproveitassem. Não deu outra. Os dois saíram do quarto apressados e eu ouvi o gritos da minha mulher na sala, que logo foram abafados. Tentei interceder, pedindo para que não fizessem nada com ela, mas foi em vão. Ganhei foi um chute e uma mordaça.

Eu ouvi por quase uma hora os dois fuderem minha mulher na sala. Pela bagunça e pelos gemidos, comeram ela de todo jeito. Depois do serviço feito, ela foi trazida e colocada na cama, nua, junto com a mãe e a irmã. Estava com uma fita na boca e com as mãos amarradas. Me senti completamente inútil, sem forças. Nessa situação, permanecemos mais uma hora.

Foi quando o chefe gordo entrou no quarto e disse que já eram quase dezoito horas e que se nós nos comportássemos, ele deixaria a gente tomar um banho, comer alguma coisa e que poderíamos andar dentro de casa. Só que impós uma condição: as mulheres não usariam roupas. Permaneceriam nuas e que, quando eles quisessem transar novamente, elas deveriam aceitar e transar com eles de verdade.

Claro que a resposta foi não. Mas, ele repetiu a condição e disse que se não houvesse colaboração das mulheres nesse sentido, nós iríamos permanecer ali, amarrados e amordaçados, sem comer, e pior, elas seriam estrupadas do mesmo jeito. O desgraçado falou isso e ainda saiu rindo.

Trocamos olhares e vendo que não tinha jeito, tivemos que aceitar. Quer dizer, elas tiveram que aceitar, pois eu continuei amarrado na cama. Deixaram elas irem para o chuveiro e permitiram que ficássemos livres dentro do quarto.

Após o banho, mal entraram no quarto, minha esposa veio ao meu encontro e jogou-se no meu colo, chorando que soluçava. Tirou minha mordaça e liberou minhas mãos e pés. Nos beijamos. Perguntei se eles a tinham machucado e ela disse que não. Minha sogra e minha cunhada já procuraram um lençol para se cobrirem. Mas, o loiro entrou atrás delas e arrancou o lençol, dizendo que era pra elas ficarem peladas. Vendo que não tinha solução imediata, convenci as duas a ficarem calmas e aceitarem a proposta deles. Sentaram na cama abraçadas e chorando, lamentando o que tinha acontecido.

Me deixaram tomar um banho. Mas, só que também não pude mais colocar roupas. Tive que entrar no quarto, pelado e muito constrangido. Fui resguardado pela minha esposa que veio e me abraçou.

Finalmente, veio um lanche: Pão, queijo, café e água. Nos alimentamos e ficamos os quatro, sentados na cama, esperando sei lá o que. Eu calculei que eles não nos fariam mal, pois se quisessem nos matar, já teriam feito. Estavam é se divertindo. Nós ali no quarto e eles na sala vendo televisão. Pela fresta da porta, que não foi fechada totalmente eu pude ver dois deles guardando a porta da cozinha. Quando me aproximei da porta do quarto, o loiro já me deu um empurrão e me fez sentar na cama, desta vez com uma arma apontada pra mim. Pedi desculpas e fiquei quieto no meu canto.

Apesar da situação que estávamos passando, eu sou homem. Querendo ou não, eu estava num quarto com três mulheres nuas e posso dizer que minha sogra apesar dos cinquenta anos, é uma coroa enxuta. Minha cunhadinha, com seus vinte e um, estava no auge da gostosura e minha mulher, com seus trinta anos, coloca inveja em muitas menininhas por aí.

Não conseguia desviar os olhos das três. Assim como não consegui evitar uma ereção casual. Minha mulher percebeu e veio me socorrer. Como eu estava encostado na parede ela veio e se encostou em mim, deixando sua bunda gostosa na altura do meu pau, que teimou em ficar ainda mais duro. A sogra deitada na cama e a cunhada, também deitada, abraçada nela, tentavam esconder os seios e a xana evidentemente. Era só tentarem se cobrir com alguma coisa, que o loiro entrava e ameaçava. Com o passar do tempo, pareciam não mais se importar tanto com o fato de estarem nuas na minha frente. A sogra mesmo, até já andava pra lá e pra cá. A cunhadinha exitou um pouco, mas também relaxou. No fim, já estávamos conversando tranquilamente, mas, confesso, que intimamente, não consegui desviar os olhos dos seios da minha sogra e da xaninha da minha cunhada. E vez por outra, minha mulher tinha que vir e se encostar em mim, ou então, eu me virava e ficava olhando na janela.

Enquanto isso, lá na sala, os bandidos se divertiam com a TV e contavam os lucros do roubo. Só o loiro grandão não saia da frente da porta do quarto. Estava como um cão de guarda nos espreitando o tempo todo.

Por volta de umas vinte horas, mais ou menos, o gordo entra do quarto, segurando um colar de diamantes. Devia ser uma peça muito cara. Pediu pra minha mulher se levantar e ficar de pé bem na frente dele. Ela me olhou, como pedindo ajuda. Apenas fiz sinal para que atendesse. Ela então levantou-se da cama e se pôs de pé. O colar foi colocado no pescoço dela. O chefe ainda perguntou pra nós se tinha ficado bonito. Concordamos.

Minha mulher foi levada pra sala. Disse ele que iria mostrar para os outros como havia ficado bonito o colar no pescoço da minha esposa. Já saquei tudo. Ela serviria de jantar para os caras. Eu estava certo. Não levou nem dez minutos já ouvi os gritos abafados dela vindo da sala. Corri até a porta, mas o cão de guarda, me apontou uma escopeta e colocou bem no meio da minha testa, dizendo que era pra mim ficar ligado.

Minha sogra veio, me puxou pelo braço e me levou de volta pra cama, dizendo que não tinha outro jeito de fazer as coisas, a não ser deixar acontecer. O loiro me mandou ouvir o que ela estava dizendo, para o nosso bem.

Fui abraçado pela minha sogra e pela minha cunhada. Foi um momento difícil pra nós, pois por mais de uma hora, ouvimos os gemidos, os risos e os barulhos da sacanagem que rolava ali na sala, no outro lado da parede do quarto. Minha mulher estava sendo devorada pelos bandidos. Só que agora, eram três. Apenas o loiro, cão de guarda, não arredou o pé da nossa porta.

Enquanto isso, continuava abraçado às duas. Quando percebi, minhas mãos estavam tocando delicadamente os seios da minha sogra de um lado e da cunhada, do outro. Claro, que quando percebi, tratei de tirar a mão, mas aquilo estava me deixando maluco. E não é que meu pau resolveu dar sinal de vida? Bom, minha sogra percebendo, colocou o travesseiro no meu colo. Querendo ou não, tudo aquilo que estava nos acontecento, de certa forma, mexeu bastante conosco.

Após um longo período de festinha, minha mulher voltou pro quarto. Trazia no rosto um ar de satisfação. Eu percebi isso claramente. Notei que ainda usava o colar. Perguntei sobre ele e me respondeu que havia ganho do chefe do bando e que ele faria questão que eu não o tirasse mais do pescoço. Notei também ela toda melecada de porra dos bandidos. Estava toda chupada, com marcas no pescoço, braços, pernas e bunda. Ela foi acolhida pela mãe e pela irmã que pegaram um lençol e a limparam. Pior, ficaram extasiadas com o colar de brilhantes. Mulher tem disso. Apesar de estarem numa situação complicada, ainda acharam tempo e disposição para elogiar o presente.

Meia hora depois, o loiro mandou minha cunhada ir pra sala. Era chegado a hora dela. Meio que resistindo, ela foi puxada pelo cara e levada. O loiro foi pra festa e a porta foi guardada por um dos negros bombados. Passado alguns minutinhos, já ouvíamos os barulhos vindos da sala. Mais uma vez, minha cunhada estava sendo traçada pelos caras. Que saúde eles tinham! Tá certo que estava em quatro, mas mesmo assim…

Minha mulher deitou-se e praticamente dormiu. Estava visivelmente acabada. Também pudera, em menos de três horas, transou com cinco bombados. Minha sogra estava angustiada, tanto que andava pelo quarto, pouco se importando que estava nua. Era demais pra mim ver minha mulher ali deitada, minha sogra nua, andando de um lado pro outro e ali, no outro lado da parede, minha cunhadinha sendo comida, currada, chupada pelos bandidos. Eu, pra variar, não consegui evitar uma ereção.

O pior é que o cara que estava na porta viu o meu estado de excitação e me chamou na porta. Mandou eu colocar a cabeça pra fora do quarto e ficar olhando a festa dos três. Quase tive um treco quando consegui ver. O gordo estava deitado no chão, minha cunhada sentada na pica do cara, o loiro com a pica dele atolada no cuzinho dela e o outro negão, com a rola toda dentro da boca dela. A danada estava aproveitando e ao mesmo tempo sendo aproveitada, de todos os lados. Meu pau ficou uma rocha. Estava delirando já ao ver aquilo. Nisso minha sogra ne puxou para dentro. O cara que estava na porta riu um bocado. Agora, a minha sogra não riu, quase teve um treco, isso sim. Pois, no que ela me puxou, eu me virei e ela viu o meu pau, duro que ele só. Meio que sem jeito, ela virou o rosto e disse que era pra mim esconder aquilo dela. Comentou que o que eu tinha visto devia estar bem quente, pra eu ficar daquele jeito. Pedi desculpas, mas argumentei que foi inesperado ver aquilo lá fora. Aí, veio a minha surpresa. Ela confessou, em tom baixo, que estava excitada um pouco também e que entendia o estado que eu me encontrava. Rimos um pouquinho e fomos sentar na cama junto à minha mulher.

Depois de quase uma hora, minha cunhadinha voltou pro quarto, jogando-se na cama. Estava visivelmente extasiada. Não pude deixar de notar que trazia no pulso uma pulseira cheia de diamantes. Havia ganho um presentinho também. Perguntei se estava tudo bem e ela falou que sim. Até comentei com minha sogra: Espero que quando chegar sua vez, também seja presenteada. Ela me chamou de bobo, mas no fundo, naquele momento, era o que mais ela desejava. Estava nos olhos dela. Nos bicos dos seios, rigidos. Mas, ela teria que esperar um pouco, pois a cunhadinha praticamente derrubou os caras lá na sala. Ficamos quietos durante algum tempo. Com o esforço físico que as duas praticaram antes, acabaram adormecendo. Minha sogra ficou inquieta. Estava visivelmente nervosa. Sabia que a qualquer instante ela poderia ser requisitada, digamos assim.

Passado uma hora, mais ou menos, o cara da porta me chamou e disse que era pra mim ir pra sala. Levei um susto. Já pensei besteiras. Será que eu seria o cara da vez? Desconfiado, segui até a sala. Lá estava o gordo, o loiro e o negro. Fui convidado a sentar no sofá que estava na frente deles. Muito constrangido, pelo fato de estar pelado, não sabia como me comportar.

Foi então que me indagaram seu eu já havia comido minha sogra. Eu, imediatamente, disse que não. Eles riram ...


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