PORRA E FEZES, A MAMÃE ENGOLIU

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Mara era uma mulher estonteante. Filha única de pais zelosos, aos 36 anos sempre chamava a atenção aonde ia. Loira, alta, olhos verdes intensos e brilhantes, coxas muito bem torneadas, que mulher ela era! E gostava, era viciada, não pensava em outra coisa senão na sua beleza. Já viu, filha única é aquela coisa com a vaidade. Sessões intermináveis em salões de beleza, ia de manhã e pelo final de tarde em acadêmias, uma loucura sua vaidade. GOSTOSA! BOAZUDA! Como ela adorava ouvir isso quando andava pela rua. Quanto mais falavam, maior era sua felicidade. Coisa de filha única! Mara era casada, bem casada. Não era trouxa. Escolheu um piloto de linha área internacional, esses que viajam o mundo todo, para casar. RELACIONAMENTO CANSA. SE DESGASTA, MELHOR UM MARIDO QUE VIAJA BASTANTE, dizia ela para as amigas, para todas. Queria era folga: vida boa e luxuosa. E foi o que teve. Carlos, o piloto, o marido, lhe deu um apartamente suntuoso nos Jardins. Dupléx. Uma jóia. Também, vinha de família rica, o marido. E ela teve um filho logo no primeiro ano de casada. FILHO SEGURA MARIDO, confessou, fria e cínica, para a mãe, a razão da gravidez. Nojentinha essa mulher, não? Mas como tem mulher assim nesse mundo! E como! Mas ela era filha única, não sabia, não entendia dos homens,

das intimidades, daquilo que se passa na mente, primitiva e selvagem de um macho. O mundo dela era todo cor-de-rosa, lindo e bonito. E nesse mundo crescia seu filho, Henrique. Crescia livre, solto, sem cuidados. Entrava na Internet e se punha a se masturbar. Um doido. Lia contos eróticos, assistia filmes, ia em salas de chat, tudo, fazia de tudo para saciar sua sede de sexo. Depois, vieram os bordeis, as meninas, as putas, e ele queria mais. Mais sexo, mais e mais! Filho único, não aceita não! A mamãe na academia, ele na punheta ou no bordel. Que dupla. Porém, ele era pior, era homem! VOU APRONTAR UMA QUE NINGUÉM FEZ!, prometeu-se. Ia realizar uma fantasia que homem algum que andou pela Terra jamais ousou sonhar. E planejou, ideou, calculou cada passo. Um dia sua mãe chega da academia. Ouve logo que entra. MAMÃE, ESTOU COM UM PROBLEMA!, disse Henrique. QUE ACONTECEU, FILHO?, perguntou ela, se livrando da jaqueta de lycra azul, vestindo uma malha fina, sutien por baixo, calças apertadas de lycra da mesma cor e tênis. QUE ACONTECEU COM O DOCINHO DA MAMÃE? Ela procura por ele e descobre, no quarto de casal, um plástico depositado sobre a cama. COISA ESTRANHA, pensa. Mas não tem tempo de explorar o que vê, Henrique aparece atrás de si, no quarto, lamentando. ...


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