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Primeiro

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goddess
Hetero

Essa história é uma de diversas. Mas admito que é uma de minhas preferidas.

Estávamos no começo do namoro, começando a “brincar”. A vontade era insaciável - e quem disse que isso mudou? Até parece -. Fomos para a casa de uma amiga, onde haveria uma socialzinha entre amigos próximos. Foi de tarde, então no começo não estava aquela animação toda. Eu estava doida para sair de lá e pegar ele um pouco. E é lógico que ele queria o mesmo. Uma hora, estávamos atrás do balcão que dava para a churrasqueira, e ele ficava se friccionando em mim. Eu chegava a revirar os olhos da puta vontade que sentia em transar com ele. Só sentir o seu instrumento maravilhoso contra minha vagina já me deixava assim. Eu me sentia muito impura. E como eu adorava me sentir assim. Nunca fui puritana nem nada mesmo.

A casa dessa nossa amiga era perto da casa dele, umas duas quadras mais longe. Eu nunca havia ido lá, não conhecia seus pais e parentes – e sabe, aquele medo básico tirava o interesse completo de realmente ir. Mas fomos, claro. Demos aquela fugida rápida com o pessoal enchendo o saco questionando aonde iríamos e pensando coisas impróprias, mas realmente fomos para casa dos pais dele.

Era uma casa humilde, as pessoas eram aparentemente legais, mas eu não estava nem aí. Fomos para seu quarto, mas não havia portas (é sério, uma casa bem humilde. A minha também é, não posso julgar). Só havia nós lá, mas a casa estava cheia, digamos.

Começamos as provocações. Primeiro um beijo suave e lento, depois quente e devorador. Ele pressionava seu corpo contra o meu que eu já sentia minhas pernas ficarem bambas de tanta vontade. Entre abri as pernas ao redor dele e as encaixei, comigo já deitada na cama e ele

por cima. Começou o vai e vem com o seu quadril, me deixando louca. Só olhar nos olhos dele já me fazia querer fazer muita merda, sério mesmo. E começou a acelerar, e mesmo de roupa, eu conseguia sentir um prazer inimaginável. Eu queria algo mais, claro. Mas era muito cedo – pelo menos é o que havíamos combinado.

O medo de sermos pegos pelos seus pais ou irmãos com o tesão e o fogo dilacerando minha pele só deixava tudo mais gostoso. Ouvir sua respiração alta e seu interior me querendo só me fazia deseja-lo mais e mais. Até que gozei – infelizmente. Queria ter aproveitado mais. Ele automaticamente parou tudo. Ele sempre parava. Eu me sentia culpada em não fazê-lo chegar ao ápice tão facilmente como ele me fazia chegar, e também por ficar tão vulnerável quando tinha este meu momento.

E então, ficamos lá um pouco, deitados só curtindo a presença um do outro. Depois voltamos para a casa de nossa amiga, para a festa. Fomos nos acalmando durante o caminho, mas ao chegar lá, verdadeiramente, não nos contentaríamos só com aquilo.

A casa era composta por três andares. O terceiro era a laje, onde estava sendo a festa. O segundo era a casa com uma grande varanda e o primeiro a garagem. O segundo andar estava completamente escuro e vazio. O lugar parecia nos chamar. Não tinha como aquietar diante de um local tão perfeito para efetuar impropérios.

O puxei pela camisa e fui recostando na parede, aproximando-o de mim rapidamente. Ele já sorria. Adorava quando eu tomava a iniciativa em provoca-lo - se bem que eu não fazia muita coisa, e ele sempre dizia que eu provocava muito bem. Ser eu mesma o provocava? Até hoje me sinto bem foda por lembrar disso -. O beijei, mas ele imediatamente desceu ...


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