Primeiro conto - Descobertas

Loading

Apresentação

Oi leitores! Meu nome é André e vim dividir com vocês algumas experiências. Vou tentar contar com o máximo de detalhes possíveis e espero que vocês gostem!

Eu nasci em uma cidade do interior de SP, bem pequena. Aquelas onde tem uma pracinha e a igreja no centro, a prefeitura, a venda... a vida social da cidade era ali. A maioria das pessoas moravam em sítios, fazendas ou chácaras. A paisagem era ocupada por pastos, riachos e cachoeira. Um paraíso. Eu morava com a minha mãe, o meu padrasto e minha irmãzinha, 12 anos mais nova que eu. Meu pai morreu quando eu era bem pequeno e um tempo depois minha mãe se casou novamente. Meu padrasto é um homem incrível e sempre me tratou como filho, então sempre tivemos uma vida bem tranquila. Mesmo assim, mantive uma relação próxima com a família do meu pai, sempre estava junto dos meus avós e tios por parte de pai.

Tive uma infância bem divertida e feliz morando no interior, porém sempre me senti diferente dos outros garotos, mas não sabia bem porque. Lá pelos meus 9, 10 anos, brincando de esconde-esconde com amigos e primos, um deles me levou pra um beco próximo a um depósito de ferramentas, se colocou por trás de mim e começou a se esfregar. Não entendi bem o que era aquilo, mas um choque percorreu por todo meu corpo e eu adorei. Sempre queria me esconder junto com aquele garoto pra poder fazer aquilo de novo.Nas outras vezes ele abaixava a minha bermuda e colocava o pau dele pra fora (que era bem maior que o meu e ficava bem duro) e ficava roçando bem no meio da minha bundinha até ficar bem ofegante, e eu sentia uma coisa molhada. Eu ia pra casa e ficava vários minutos no banho alisando o meu pai enquanto lembrava daquela sensação gostosa. Com o tempo nós paramos com essas brincadeiras, mas confesso que sempre tive vontade de fazer algo assim de novo.

Na adolescência a diferença que eu sentia em relação aos meus amigos só aumentava, principalmente porque eu não era tão interessado em garotas como eles. Até tive algumas namoradinhas, principalmente porque as meninas caiam em cima de mim, então achava que o certo era dar uma chance pra elas, ou seria zoado pelos meus amigos. De certa forma eu me dava bem com as meninas porque sempre fui considerado bonito: minha pele é clara, cabelo loiro bem escuro, quase castanho e levemente ondulado. Tenho olhos verdes bem escuros, boca grande e lábios carnudinhos, um sorriso bem alinhado (graças a alguns anos de aparelho). Não sou alto, tenho por volta de 1,73m, mas graças à natação, que pratico desde criança, tenho um corpo bem definido. E o que mais me destaca: tenho uma bunda bem grande, macia e redondinha, genética mesmo, herdei da minha mãe. Mas acredito que a natação ajudou a deixar mais firme ainda. Essa característica também me proporcionou muita zoação por parte dos meus amigos, sempre tinha um passando a mão e dizendo que eu tinha ‘bunda de mulherzinha’, eu fingia que achava ruim, mas bem que gostava das passadas de mãe e dos olhares no vestiário, na hora do banho pós educação física. Enfim, eu fazia sucesso com as meninas, ficava com algumas, mas só trocava uns beijinhos mesmo, nada de sexo.. mais um motivo pra ser zoado. Eu fingia que não me interessava pelas meninas, que achava todas ‘muito crianças’ pra mim, mas a verdade é que eu não me interessava mesmo.

Descoberta

Quando estava com 15, 16 anos, chegou um garoto novo na escola, vindo da capital. Daniel era um garoto bem gatinho, o que logo despertou o interesse das meninas e a inveja dos meninos, já que além de bonito ele era mais ‘moderno’ e descolado do que nós, meninos do interior. No fim da aula vi ele indo pelo mesmo caminho que eu e acabei puxando conversa, e aí nos tornamos amigos. Começamos a frequentar a casa um do outro, estudar juntos, frequentávamos o clube e tal, cada vez mais íntimos.

Um dia estávamos na casa dele, fazendo um trabalho enorme de biologia. Já estávamos cansados e decidimos fazer uma pausa. Estávamos praticamente sozinhos na casa, seus pais estavam fora e só estava a moça que cuidava da limpeza da casa). – Cara, não aguento mais esse trabalho – ele disse – vamo dar uma relaxada. Ele pegou o notebook, sentou na cama e me chamou pra sentar do lado: - vem aqui, se liga nesse vídeo. Ele abriu uma pasta e deu play num vídeo. ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]