Queridos Rotweiler’s

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ESCRITO EM PORTUGUÊS DE PORTUGAL………..


Olá, sou a Teresa, mulher do António. De quando em vez, eu e o António, gostamos de ver sites de Zoofilia. Excita-nos imenso tudo o que se possa fazer com animais. Durante essas passagens, o António, por mais de uma vez, me falou na hipótese de alinhar numa coisa dessas. Fui amadurecendo a ideia e um dia calhou encontrar num chat alguém que quaeria falar do assunto. Fomos falando e quando ele soube que eu era mulher casada ficou muito entusiasmado.


Ele tinha dois Rotweiler, ambos com 3 anos, muito meigos e brincalhões e que não tinham ainda experimentado sexo. Também fiquei entusiasmada e falei disso ao António. Ele no inicio manifestou algumas dúvidas mas disse que não deveria haver mal em ir mais além. Após ter o acordo do António, voltei a falar com o tal sujeito par ver da possibilidade de ele me iniciar nesta matéria. Deixou-me tranquila pois os cães eram vacinados e muito asseados. Perguntei-lhe como eram de “equipamento” e ele disse que eram bem equipados. Combinamos então que iriamos a casa dele num fim de semana. Ele tem uma casa numa zona de campo, discreta e de acesso fácil. No sábado, à hora combinada, lá apareci eu com o António. O Fernando, era assim que se chamava, recebeu-nos efusivamente e ficou deliciado com o meu aspecto. Os cães eram magnificos mesmo. Muito limpos e bastante brincalhões. Entramos em casa e fomos par uma sala de boas dimensões onde

ele tinha uns sofás e um tapete enorme no chão. Despimo-nos os 3 e ele foi à cozinha buscar um pouco de água com mel. Disse que o mel na minha cona e nas mamas ia facilitar a acção dos dois cães.


O António passou aquela mistura na minha cona enquanto o Fernando ia incitando os cães. Um deles começou a cheirar-me a cona e o outro lambeu-me as mamas. Senti um arrepio enorme na espinha com a acção daquelas duas linguas. O que estava a lamber as mamas estava mais empinado e vi que começava a aparecer a ponta do pau bastante vermelha. Ganhei coragem e levei a mão até ele. Era um caralho grosso e de uma dimensão que eu não imaginava. Assim que lhe comecei a tocar e a arregaçar a pele, o pau saíu todo para fora. Apenas o nó ainda estava coberto. Aos poucos ia saindo um liquidozinho da ponta da pixota do animal. O Fernado e o António disseram então que aquele já estava preparado. Deitei-me no chão e, enquanto um dos cães continuava a lamber-me a cona, o outro ficou na direcção da minha boca. Não me contive e comecei a mamar aquele caralho muito vermelho. Pensava que ia ser pior mas comecei a gostar. O cão ia fazendo investidas e enfiava o caralho todo na minha boca. Parei e pedi para colocarem o outro também ao pé da minha boca. Agarrei no nó e comecei a chupar o segundo. ...


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