REVELANDO MEU DESEJO

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Aos 18 anos descobri que apreciava homens e olhava seus dotes ao frequentar a sauna.

Procurei um psicólogo, revelando minha inclinação sexual e iniciei um tratamento que, no entanto, não diminuía a vontade de me entregar a um homem.

Verificando que o tratamento não progredia, aconselhou-me a consultar um médico.

Marquei a consulta com o dr. Antonio Carlos revelando-lhe meus desejos. Indagou se ainda era virgem e confirmei. Deitei, nu, numa cama ginecológica com as pernas abertas e me examinou. Pela primeira vez alguém me penetrava. Seus dedos lacearam meu cuzinho e gemi.

“Dói”? “Um pouco”. “Vai se acostumar em breve. Preciso terminar o exame”.

Realmente a dor passou em poucos minutos e comecei a me remexer em seus dedos, suspirando alto.

“Está gostando” ? “Sim. Por favor não pare, pois vou gozar”.

Pediu alguns exames ordenando que retornasse na semana seguinte.

Ao voltar, informou que a suspeita inicial fora confirmada. Eu jamais seria um homem. Lágrimas rolaram de meu rosto e consolou-me “Vou receitar-lhe alguns hormônios. Volte daqui a 3 meses para nova consulta. Enquanto isso, procure um homem e entregue-se satisfazendo seus instintos”.

Naquela noite frequentei a sauna. Ao me despir vi um homem alto, forte e másculo me olhando. Seguiu-me até a sauna sentando-se a meu lado, puxando conversa. Eu não tirava os olhos de seu dote: era um mastro comprido e grosso.

A sauna estava vazia e excitado eu mordia

os lábios e suspirava.

“Gosta do que está vendo”?, perguntou.

“É lindo e apetitoso”, respondi.

“Quer segurar” ? “Posso” ?

“Siga-me e vamos para um dos cubículos para termos privacidade”.

No escuro, deixei que suas mãos percorressem meu corpo enquanto segurava a verga.

“Ai, que delícia. Como é grosso”.

“Chupe”, ordenou.

Ajoelhei-me segurando a vara e aproximei-a de meus lábios. Um líquido vazava da fenda e lambi-o. Era salgado. Gemi com prazer abrindo a boca. Segurou minha cabeça e enterrou a pica até a garganta. Engasguei, aliviou a pressão, mas continuei a sugar até receber seu leite na boca e rosto. Era viscoso, espesso e saboroso e engoli.

Como o mastro continuava duro, virou-me e apontou para meu cuzinho.

“Vá com gentileza, pois sou virgem”.

Forçou a entrada e gritei. “Cale a boca”, ordenou batendo em minha bundinha. Enterrou a vara em minhas entranhas. Eu chorava pela dor e humilhação aguentando a penetração. Após muitos minutos, senti o pau inchar e latejar despejando sua carga em minhas entranhas. Desabei no chão quando saiu de mim e foi lavar-se. Sentia o vazio que deixara pois eu ainda não gozara. Muitos minutos depois, levantei e me limpei. Andei aquela semana com as pernas abertas e dolorido.

Algumas semanas se passaram e os seios desabrocharam em pequenos cones com os bicos eretos. Com o passar dos dias, cresceram e fui a ...


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