Saudades do Padrasto

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Sou o que pode se considerar de “precoce”. Ao contrário que muitas mulheres dizem, com relação ao sexo, me descobri sensual muito cedo, novinha mesmo. Aos oito anos já sentia a bucetinha ardendo de tesão quando via alguma coisa ligada à sacanagem, como revistas pornôs, novelas ou até mesmo as mulheres mais velhas falando sobre machos.

Aprendi a me masturbar sozinha, pouco depois de completar nove anos. Ficava apertando a testinha da minha xana, mesmo por cima da calcinha, e tinha gozinhos indescritíveis. Ficava hiper molhada mesmo. Antes dos meus dez anos, aprendi a beijar na boca, com uma colega de escola. Ela já estudava no segundo grau (eu na 5ª série) e ia lá em casa para me ensinar algumas matérias mais difíceis. Um dia ela me perguntou se eu já havia beijado e eu disse que não e então ela me pegou e beijou gostoso. No começo fiquei só curtindo, mas com ela ensinando, aprendi também a dar a minha língua para ela chupar. Nossa sessão de beijos ocorria pelo menos uma vez por semana, mas nunca passamos dos amassos.

Minha mãe era separada desde quando eu tinha uns oito ou nove anos e quando eu estava com onze anos, ela resolveu morar com um cara que ela já namorava há quase um ano. O tal sujeito, o Sílvio, era muito legal: quarentão, inteligente e trabalhador. Os dois se davam muito bem e eu era tratada como filha por ele, me levava à escola, dava presentes, apresentava aos amigos como sua princesa, etc. Tudo corria normal até que…

Eu havia descoberto uma nova forma de me masturbar. No banheiro, quando tomava banho, sentava no chão, ficava brincando com meus peitinhos enquanto esfregava a xoxota no calcanhar do meu pé direito. Era o máximo, o gozo era intenso, pois eu ficava adiando por vários minutos. Com isso, meus banhos da tarde demoravam quase uma hora. Minha mãe brigava, mas não sabia o que acontecia de fato. Acontece que numa tarde, eu estava naquela sessaãozinha de

siririca quando percebi que alguém teria olhado pela fechadura. Me recompus, acabei meu banho e saí. Encontrei o meu padrasto na sala, sentado no sofá, conferindo o canhoto de um talão de cheques. Passei rápido e fui para o meu quarto. Dei um tempo e perguntei pela minha mãe e ele respondeu naturalmente que não tinha visto ela. Fiquei preocupada, mas ele não esboçou nenhuma reação e continuou o mesmo comigo.

Naquela noite fiquei ainda mais com tesão. Queria que ele tivesse me visto pelada. No outro dia, percebi que ele me olhava no fundo dos olhos e morri de vergonha. Passados uns dois dias, estava no banho novamente, só que estava tomando banho realmente, quando vi uma sombra na porta. Fiquei na minha e percebi que estava sendo observada. Tomei o meu banho rápido e saí. Sílvio estava na garagem e quando me viu, me cumprimentou. Vim lhe abraçar e percebi que o seu pau estava duro. Olhei e dei um sorrisinho.

Depois de uns dez dias, estava dormindo no meu quarto, quando senti o meu lençol ser retirado de mansinho. Abri os olhos disfarçadamente e vi o meu padrasto me olhando. Meu coração parecia que iria estourar, não sei se era medo ou tesão. Depois que retirou o lençol, ele começou a puxar o meu baby doll até aparecer os meus peitinhos. Ele não focou, apenas observava e eu estava com o tesão incontrolável, com os olhos fechados. Até que ouvi um gemido dele e de repente vejo que ele se foi e entrou no seu quarto. Minha buceta estava ensopada e me masturbei gostoso…

No outro dia, ele me evitava e, para provocá-lo, vestia xortes cada vez mais curtos. Até que num domingo, minha mãe deitou cedo e também fui deitar. Sílvio ficou assistindo tv. Depois de uns quarenta minutos, ouço a minha porta se abrindo. Fechei os olhos e fingi dormir. Ele chegou nas pontas dos pés e logo começou o ritual de me despir, colaborei o máximo e percebi que ...


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