Secretária fogosa, atendia o patrão em tudo o que ele queria

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(escrito por Kaplan)
Ah… Melinda… será que deveria ser chamada de Amélia? Acho que não, Amélia sempre identificou uma mulher submissa. E Melinda era tudo, menos submissa. Fazia tudo o que queria e só o que queria. Estou me referindo à vida pessoal dela. Pois, como secretária de um executivo, ela recebia ordens e as cumpria, com rara eficiência.

Mas ela tinha seus momentos pessoais com o executivo Luiz Gustavo, de quem gostava muito. E por gostar muito foi que ela o seduziu. Tadinho dele… achava que ele é que a havia seduzido…

Melinda não era fácil. Muito fogosa, tanto no trabalho quanto no amor.

Quando percebeu que estava a fim do patrão, começou a caprichar mais no visual (afinal, os tolos homens sempre olham isso primeiro… né?) e ele respondeu direitinho ao que ela desejava. E logo começaram a transar, no escritório mesmo,

porque ele era casado e não tinha como levá-la a moteis ou a viagens.

Espiemos um fim de tarde lá no escritório, só os dois. O telefone toca e ela atende, é a esposa dele. Ela conversa com a “rival” educadamente. A esposa quer saber se o marido está. Ela olha pra ele, já tinha dito o nome da fera, ele faz sinal de que está na rua.

– Será que ele demora?

– Acredito que não, estamos já no final do expediente e ele precisa assinar uns papeis ainda hoje, já me comuniquei com ele e ele disse que viria.

– Assim que ele chegar, me avise, ok?

– Pode deixar, avisarei sim!

Teve que desligar rápido, mesmo porque o Luiz Gustavo estava brincando com o fio do telefone, enrolando no corpo dela.
...


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