SEM CALCINHA NO ÔNIBUS LOTADO

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Desde pequena eu tinha a mania de andar sem calcinha. Minha mãe ficava louca com este costume, meu pai olhava indignado para mim e com censura para ela. Culpa sua ele devia pensar, que não soube educar.

Na adolescência, na maioria das vezes, tirava minha calcinha na garagem, antes de sair de casa para o colégio. Escondia-a no forro da garagem e, quando voltava, entrava por ali e repunha a peça.

Se antes eu gostava de andar sem o acessório porque a calcinha me incomodava, com o passar dos anos esta mania virou uma deliciosa sensação. O ar frio entrando por baixo da minha saia subia direto por entre minhas coxas, bafejava os lábios da minha bocetinha e deixava meu botãozinho durinho e sensível.

Sentada no banco ônibus, do carro ou da escola, o prazer era maior ainda. Disfarçadamente, eu ficava roçando minha bundinha nua sobre as diversas texturas dos assentos. Adorava o contato frio do plástico do banco do ônibus, o estofado macio do banco do carro e a madeira dura e enrugada do banco da escola. Mas, o meu preferido, de longe, era o plástico lisinho e fofo da lanchonete. Era uma lanchonete bem estilo americano, com aqueles bancos imensos estofados e revestidos com um tipo de vinil vermelho e brilhante. Além da textura, havia outra grande vantagem. O banco era cercado por uma baia, o que dava certa privacidade. Eu pedia um milk shake de morango e ficava ali, me esfregando e tendo orgasmos múltiplos. Algumas vezes, quando a lanchonete estava vazia, eu pegava com o dedo uma porção de milk shake, levava a mão por baixo da saia e enfiava aquele creme geladinho na minha xaninha. Por pouco eu não berrava de tanto tesão.

Apesar de me sentir uma depravada, por nenhum momento passava pela minha cabeça dividir este tesão com alguém. Primeiro, porque eu não tinha nenhum interesse sexual

por um garoto ou garota. Segundo, porque este prazer era uma coisa muito particular, meu pequeno e grande segredo.

Uma única vez aconteceu um pequeno acidente que quase acabou com a minha diversão.

Eu estava com uma amiga, a minha melhor amiga, na cantina da escola. Havia muita gente porque era o intervalo das 10h30, quando todo mundo já está com fome. Eu disse para ela que iria aproveitar para ir ao banheiro antes porque a fila estava muito grande. Ela achou a mesma coisa e fomos juntas. Como éramos muito amigas e eu estava meio apertada, entrei no banheiro, deixei a porta do compartimento aberta e levantei a saia para sentar no vaso.

Ela estava esperando e ficou meio surpresa ao me ver sem calcinhas. Eu fiquei sem graça e disse que a menstruação tinha chegado inesperadamente, quando eu já estava no ônibus. A calcinha tinha se manchado toda e eu a joguei fora. Não sei se ela acreditou, mas a coisa ficou por aí.

Eu disse que nunca tinha passado pela minha cabeça dividir este tesão com alguém. Era verdade, isto até o momento em que aconteceu a situação que vou narrar.

Era uma segunda-feira e não teríamos aula porque os professores estavam em greve. Levantei um pouco mais tarde, tomei banho, café da manhã e pensei em aproveitar o dia para comprar umas coisinhas no centro. Deixei, como sempre, minha calcinha no forro da garagem e pensei que seria uma boa oportunidade para experimentar bancos diferentes em locais que eu nunca tinha estado: bancos da Praça da Matriz, poltrona nas lojas, cadeiras de um café, etc. Peguei o ônibus, vazio neste horário, meio da manhã, e já fui curtindo o plástico duro e familiar do banco. Cheguei ao centro e comecei o tour: primeiro em uma loja, onde comprei camisetas e uma calça. Deu tempo para uma sentadinha rápida na seção de ...


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