Sexo sem remorso

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Foi uma alegria para meus pais quando minha mãe engravidou. Prepararam meu quarto e enxoval para uma menina. Nove meses depois, nasci. Para sua decepção eu era hermafrodita. Meu pai me registrou como do sexo feminino com o nome de Cíntia e assim fui criada. Ganhava roupas femininas, brincava com bonecas e me comportava como tal. Na idade apropriada meu pai, que era médico, me levou a um hospital e fui operada, sendo castrada. Dali em diante, tomava hormônios femininos que transformavam meu corpo. Na adolescência, inscrevi-me numa academia para modelar meu corpo. Adquiri tops de ginástica, shorts e calças justas. Em alguns meses o corpo se modificou e atraia os olhares dos homens: seios grandes, cintura fina, pernas longas e torneadas. A temporada de festas se iniciou e eu as frequentava. Minha libido estava no auge e permitia que os rapazes me bolinassem enfiando a perna entre as minhas o que me fazia perceber seus mastros duros. Logo ganhei a fama de moça fácil e ‘galinha’. Não tinha namorados pois os homens se afastavam de moças assim.

Num desses bailes, um homem me tirou para dançar e se aproveitou da situação. Seu pênis roçava em meu púbis e me excitava. Os seios, pressionados contra seu peito, endureceram os mamilos. Suspirei com tesão e indagou se gostava de ser bolinada. Como resposta, apertei-me contra ele. Sugeriu que fossemos para um local mais discreto e segui-o até um canto escuro. Encostada numa parede, abri as pernas e colocou a mão entre elas tocando-me sobre a calcinha molhada com meu mel. Puxou minha mão para sua vara que se apresentava dura. Segurei-a, suspirando. “Quer provar ?”, indagou e respondi afirmativamente. Com cuidado, tirei-a da calça e beijei a glande molhando os lábios no pré-gozo. Abriu o zíper do vestido e desabotoou meu soutien. Soprou os mamilos e o hálito quente provocou arrepios e gemi. Forçou minha cabeça e ajoelhei. Involuntariamente, minha boca se abriu e permiti a entrada do mastro. “Sugue”, ordenou. Abocanhei o pau e chupei. Sentiu que ia gozar e o fez em minhas tetas. Não tinha como limpá-las e vesti o soutien, abotoando o vestido. Ordenou que lhe desse minha calcinha e tirei-a. Guardou no bolso e voltamos para o salão de baile. Minhas coxas escorriam o sumo da vagina. Pedi licença e fui ao toalete para me limpar. Entrei num dos cubículos enquanto outras moças retocavam a maquiagem. Alguém comentou que havia odor de sêmen no ar. Aguardei o toalete ficar vazio e

sai retornando ao meu lugar. Um outro rapaz me tirou para dançar, encostando em meu corpo seu mastro. Sussurrou que sabia o que fizera e também queria. Aquilo me apavorou e pedi, em vão, que não me obrigasse a repetir. Comentou que se não cedesse todos saberiam e seria rotulada como vagabunda perante meus amigos. Não havia escapatória e deixei que me levasse para o jardim. Atrás de um arbusto, tirou o vestido e o soutien deixando-me nua, só de sapatos. Encostada numa árvore, abri as pernas, fui penetrada e rompeu meu hímen. Com um beijo abafou meu grito. Principiou o vai-e-vem e molhou minhas entranhas de esperma. Humilhada e temerosa de engravidar, eu só chorava. Quando terminou pedi que me levasse embora. Levou-me para seu apartamento onde me possuiu outra vez. Obrigou-me a telefonar a meus pais dizendo que dormiria na casa de uma amiga e só voltaria no dia seguinte. Despida, deitei em sua cama. Ordenou que abrisse as pernas expondo a vagina com seu esperma escorrendo e me fotografou. Levantei as pernas, segurando-as junto aos peitos, e tirou fotos do meu cuzinho. Em seguida, comentou que ia comê-lo. Implorei que não me arrombasse e replicou que se não cedesse, colocaria as fotos na Internet e enviaria cópias a meus pais. Eu não tinha opção e virei de bruços. “Fique de quatro”, exigiu. Apoiada nos joelhos e cotovelos, permiti que me lubrificasse o cuzinho enfiando um, dois e, finalmente, três dedos, laceando-me. Eu chorava copiosamente pela dor e humilhação. Ganhei diversos tapas na bundinha e senti a cabeça do cacete forçando a entrada para me deflorar. Doía demais e supliquei pelo cabacinho, mas não se apiedou. As pregas se romperam e aconteceu a penetração. Sentia meu canal se alargando para receber aquela tora. Segurava-me pelas ancas impedindo que fugisse. Adaptei-me à grossura da vara e começou o vai-e-vem. Eu já não protestava e a excitação me tomou. Em pouco tempo pedia que metesse com força e não tirasse. “Está gostando não é, puta ?”. “Não me rotule assim, mas aprecio sua pegada. Goze dentro de mim”. O cacete inchou, latejou e senti rios de porra enchendo meus intestinos. Um orgasmo acompanhou seu gozo e eu estremecia e gritava o prazer.

“Cíntia, você é uma vadia. Vou guardar estas fotos e se você desobedecer qualquer ordem que lhe der, eu as publicarei. Vá se lavar e vestir para ir embora aguardando instruções”.

Em casa meus pais nada disseram e minha vida continuou como sempre.
...


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