Só aguentou porque não viu

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Meu nome é João Henrique. Tenho 20 anos, 1,79 de altura, moreno claro, e tudo aconteceu há um ano. Antes, tenho que falar que tinha certa vergonha de meu pênis, pois, ainda aos 16 anos alguns colegas da escola, me viram mijando no banheiro e começaram a fazer a maior gozação, pois na época não tinha nenhuma noção do tamanho normal de um pênis, só sei que começaram a me chamar de jeguinho, João Tripé e outros apelidos. Sou evangélico e nunca tinha tido ensinamentos do meu pai a respeito do assunto, só sei que a medida do meu pênis é de 25 cm de comprimento por seis cm de grossura e isso não é motivo para comemoração, pois aos 18 anos, conheci uma menina e fiquei super a fim dela e num dia que estávamos no maior amasso, ela pela curiosidade dos meus apelidos, acabou querendo ver o meu pênis e assustou-se com o tamanho e acabou o namorico na hora, não me dando chance nem de tentar nada! Tudo mudou quando estava num culto em minha igreja e vi, pela primeira vez, a Vanessa. Ela é muito linda, 1,70 de altura, 17 anos, cabelos castanhos bem claros, quase louros, pele branca e olhos verdes; a coisa mais linda do mundo! Foi paixão à primeira vista e o principal é que ela tem uma bunda simplesmente espetacular, bem arrebitada e com um corpo maravilhoso. Eu comecei a conversar com ela sobre assuntos da igreja, e ela na maior boa vontade foi dando ouvidos… Até que a convidei para tomarmos um sorvete quase ao lado e ela aceitou, pois os seus pais iriam ficar conversando com o pastor mais algum tempo. Após esse primeiro contato tivemos mais alguns até que eu percebi que ela tava caidinha por mim e o primeiro beijo foi inevitável… Foi o primeiro beijo dela. A partir daí começamos a namorar e cada dia que passava ficávamos mais apaixonados um pelo outro até que, uns seis meses depois, parecia que estava faltando alguma coisa para completar o nosso amor. Falávamos bastante em casamento, pois tenho emprego estável, um bom salário e fazíamos mil e um planos e ela, na hora que ficávamos numa intimidade maior, falava que queria casar virgem e coisa e tal, mais dava para perceber que quando eu a abraçava bem forte ela ficava toda molinha em meus braços e eu tinha medo de ir adiante e ela assustar-se com o tamanho do meu pau e desistir do namoro. Tudo começou quando estávamos em sua casa, pois na frente da casa tem um jardim com algumas árvores altas e, como o muro era bem alto ficávamos namorando lá sem ninguém incomodar; pois o lugar era meio escuro e os pais dela confiavam muito em mim e na filha, mas naquele dia o meu tesão estava a mil por hora e ela estava com um vestidinho um pouco mais curto que o normal; e de um tecido bem fininho… Ela ficou de pé em cima de uma muretinha bem baixinha que circulava uma das árvores e na hora que começamos a beijar, meu pau ficou super duro e como, eu tava com uma calça social também com um tecido super fino, meu pau praticamente colou em sua boceta, fiquei beijando e esfregando bem devagar, para cima e para baixo e ela começou a gemer e dizer para parar e eu não conseguia me descolar dela de jeito nenhum! Chegou uma hora que percebi que ela tava tremendo o corpo e virou-se de uma vez, ficando de costas para mim, dizendo que eu tava indo longe demais. Na hora eu a abracei por trás e disse que não, que eu a amava mais que tudo na vida e jamais faria mal a ela, mas que ela tinha que entender que essas emoções eram muito difíceis de segurar. Ela ficou quietinha com o bumbum bem empinado e eu colado naquela carne e novamente comecei a fazer um movimento de sobe e desce bem devagarzinho, para não assustá-la, e ela novamente foi se soltando em meus braços e percebi

que começou um leve rebolado em meu pau! chegou um momento que eu não agüentei mais, fui beijando e dando mordidinhas em sua nuca e pescoço e ainda comecei a apalpar sua barriguinha por cima do vestido e fui puxando ela mais ainda para o meu pau. Ela começou a gemer e eu, cada vez mais, ia esfregando descaradamente meu pau em sua bunda, e numa insanidade sem tamanho, acabei tirando o pau para fora da calça e passei a esfregar em suas nádegas por cima do vestido e depois de algum tempo peguei o pau , abaixei um pouquinho e fui subindo o vestido com a cabeça esfregando em suas coxas, até chegar na popa do bumbum e sentir a sua calçinha. Comecei a passar o pau bem de leve entre as suas nádegas e ia forçando, cada vez com mais força, como se quisesse entrar em seu ânus mesmo com a calçinha impedindo! Eu percebi que ela arrebitou mais ainda o bumbum e acabou abrindo um pouco as pernas e nisso aproveitei e passei a esfregar o pau também em sua bocetinha por cima da calçinha e ela acabou gemendo mais alto ainda, até que não agüentando fui forçando o pau como se fosse entrar em sua bocetinha, esticando ao máximo, o tecido da calçinha! Ela disse que tava doendo e que era para parar, mas já era tarde, pois comecei a gozar muito e lambuzei toda a sua calçinha, bunda e coxas e depois que acabei de gozar ela saiu correndo para dentro de sua casa sem nem olhar para trás. Depois disso, ela ficou meio brava comigo, mas depois de alguns dias estávamos no mesmo lugar e não agüentamos, fizemos igualzinho da vez anterior… Aquilo virou uma rotina era chegar à árvore ela já virava de costas, empinava a bunda e ficava esperando eu erguer o seu vestido e ficar esfregando meu pau nela… Ela não ficava de frente de jeito nenhum para mim e nem pegava no meu pau, como se tivesse vergonha do que estava fazendo… Até que num dia fui esfregar a cabeça do pau na sua bundinha e percebi que a sua calcinha era bem menor que das outras vezes e na esfregação a calcinha ficou totalmente enterrada em sua bunda e também entrou um pouco na bocetinha e senti pela primeira vez a pele de sua bocetinha e também os pelinhos dos grandes lábios. O tesão foi tanto que, quando gozei, cheguei literalmente a lavar toda a sua bunda e a parte descoberta de sua boceta… Depois desse dia ela passou a usar apenas calçinhas bem pequenininhas e eu estava ficando mestre em deixar aquele tecido todo enfiadinho em seu bumbum e cavado em sua boceta… Até que teve um dia que estávamos com tanto tesão que ela acabou deixando eu abaixar um pouco a sua calçinha e esfregar o pau direto no seu bumbum, mas sem esfregar na bocetinha, pois ela tinha medo de engravidar e eu, quando senti aquele cuzinho pela primeira vez, sem nenhuma proteção na cabeça do meu pau, quase gozei, mas consegui me segurar e fui esfregando, esfregando, esfregando… E ela foi ficando cada vez mais arrepiada e empinando o bumbum de encontro ao meu pau, que, aliás, até aquele momento ela nunca tinha visto e nem pegado, só tinha sentido nas esfregações… Eu me afastei um pouquinho e passei bastante cuspe no pau para ficar mais gostoso e fui esfregando e forçando a entradinha e ela sem noção do tamanho que tinha o meu pau e por estar com bastante tesão, foi relaxando e tentando agasalhar ele lá dentro, até que, ajudado pelo cuspe, forcei bastante e acabou entrando a cabeça e ela deu um grito e ficou na ponta dos pés tirando a cabeça de dentro e eu pacientemente fiquei com a cabeça bem encostada na entradinha do seu cuzinho forçando bem para cima e ela começou a cansar as pernas e começou a descer sua bunda de encontro ao meu pau e o seu cuzinho foi engolindo a cabeça bem devagar… Mas ainda, por duas vezes, ...


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