Sou casada e acabei traindo (verídico)

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Sou casada e acabei traindo (verídico)

Sou casada e acabei traindo (verídico)

Oi, meu nome é Marta. Tenho 34 anos, sou casada, duas filhas, moro em São José dos Campos (SP). Sou do tipo loira, cabelos lisos compridos, 1,70m de altura. Quando era solteira e mesmo depois que casei, não gostava muito do meu corpo, mas depois que engravidei da minha primeira filha, foi cesariana, fiquei com um corpo bem melhor: seios médios, cintura fina, bumbum redondinho e arrebitado, 98 de quadril, coxas roliças e grossas, minha pele é bem clarinha, com os pelinhos também loiros e de rosto sempre me achei bonita, com nariz bem feito e lábios carnudos. Vocês podem ver nas minhas fotos.

Meu marido é bem mais velho e trabalha para um órgão governamental há muito tempo, mas faz tempo também, que não me dá a atenção devida e chega cansado do trabalho e na maioria das vezes acabava não apagando todo o meu fogo. De uns tempos pra cá, minha vida começou a mudar e quase nem sou a pessoa que eu sempre fui. Sempre fui muito recatada e as pessoas que me conhecem nunca imaginariam as loucuras que passam pela minha cabeça nesses últimos tempos. É sempre pensamentos sobre sexo e mais sexo, nunca tinha me sentido tão assim, digamos, tarada. Às vezes fico até tarde da noite lendo as estórias que colocam aqui, às vezes entro em sites de sexo e na maioria das vezes é inevitável eu ir dormir com a calcinha molhada de tanto tesão.

Bom, esse meu jeito fora de suspeita acabou me ajudando a realizar uma loucura que nunca pensei que fosse capaz de fazer. O que vou contar aconteceu à semana passada e desde então acho que, mudou minha vida. Depois de ficar sem fazer sexo por um bom tempo, pois meu marido não para em casa, na sexta-feira o meu tesão falou mais alto.

Arrumei-me pra ir ao supermercado que fica num shopping aqui perto, mas, resolvi ousar. Fiz uma maquiagem leve, prendi meus cabelos fazendo um rabo de cavalo, coloquei um vestido curto preto com um enorme decote nos meus seios e nas minhas costas, bem colado ao meu corpo que deixava todas as minhas curvas a mostra. Vesti uma tanga bem cavada porque tinha certeza que deixaria o vestido marcando ela por cima. Calcei sandálias de salto, peguei minha bolsa e sai.

Quando cheguei estacionei o carro no sub solo e peguei o elevador que estava lotado e um grupo de homens engravatados estava me encarando. Eram quase todos jovens, mas havia um coroa que me encarava com uma baita cara de tarado. E foi justamente na frente dele que eu acabei ficando. Em questão de segundos, senti ele encostar disfarçadamente atrás de mim, e logo eu comecei a sentir tesão com aquilo, e resolvi me ajeitar mais pra trás e arrebitar bem a bunda pra ele. Aquilo me deixou louca e com vontade de provocá-lo, então não tive dúvidas comecei a me mexer, como se procura-se as chaves do carro na bolsa e naquele aperto todo e com o elevador chegando no primeiro andar dei uma esfregadinha nele e me desencostei rapidamente para caminhar até porta do elevador conforme as pessoas iam saindo.

Não olhei pra trás, mas tenho certeza que aquele cara deve ter comido o meu bumbum com os olhos até eu entrar no supermercado. Eu fiquei tremendo, com medo que alguém pudesse ter notado e ao mesmo tempo minha calcinha estava úmida. Também fiquei com sentimento de culpa, de uma culpa que não era culpa. Era uma sensação forte…sei lá!

Bem, depois disso muitos homens me comeram com os olhos e não passou disso. Voltei pra casa e quando estava estacionando na garagem, o zelador do prédio chamado Augusto veio ao meu encontro com um rapaz do lado e foi dizendo: – Boa tarde, dona Marta! Quero apresentar pra senhora o Renato que é bombeiro hidráulico e vai me ajudar por uns tempos aqui no condomínio. Caso a senhora tenha algum serviço no apartamento é só falar comigo que eu chamo ele.

Meus olhos ficaram paralisados e fixos naquele homem sem camisa, peito suado, de bermudão, negro com mais de 1,80m, ombros largos e fortes, as coxas grossas e nenhuma barriga e principalmente aquele cacete aparentemente grande e grosso que balançava conforme o andar dele por baixo da bermuda. Talvez estivesse sem cueca.

Desci do carro estendi a mão pra ele e com um sorriso disse: – Muito prazer! Acho que você vai ter muito serviço por aqui. O prédio é meio velho e sempre tem alguma coisa pra arrumar.

Ele sorriu e discaradamente vi que ele estava me comendo com os olhos, mas só balançou a cabeça concordando comigo.

Peguei as compras no porta malas do carro, fui saindo e caminhando para o elevador e nessa hora fiquei passada com o que ouvi já meio de longe da boca do tal Renato que falou para o zelador: – Porra, cara! Um rabo para ninguém por defeito, heim? Uma bunda maravilhosa. Deve ser uma delícia. Que tesão de mulher!

Nisso o sr. Augusto falou pra ele num tom de voz, mas baixo, mas que eu também pude ouvir: – Ta maluco! Fala baixo! Se ela escuta você falar isso complicada a minha vida e a sua também. Ela é casada, muito séria e não dá papo pra quase ninguém! Fica na sua, cara!

Dei risada comigo mesma e subi. Em casa, guardei as compras, tirei a roupa e fui tomar um banho frio pra me acalmar. Como já passavam das 17h fiz um lanche, coloquei um baby dool curtinho, transparente com uma minúscula tanguinha por baixo pra me sentir super à vontade, pois estava sozinha em casa e liguei para as minhas filhas que fazem faculdade em Mogi das Cruzes e ficam a semana inteira por lá, só vindo no final de semana. A mais nova não iria vir neste sábado porque tinha uma festa que ela iria, mas a mais velha me falou que chegaria por volta das 15:h no sábado e se eu poderia busca-la na rodoviária e aquelas coisas de filhos…rsssss.

O fato é que o tal Renato não me saiu da cabeça e resolvi ir até a janela do meu quarto pra ver se via ele lá embaixo.

Saibam que mulher quando está no cio, não esconde de ninguém!

Logo ele passou carregando uma caixa de ferramentas e não me viu na janela. Não sabia se entrava ou ficava e acabei ficando, disfarçando o olhar.

Não acreditei no que vi depois! Na maior cara de pau ele parou perto da lixeira, deixou a caixa de ferramentas no chão e sem mais sem menos disfarçadamente passou a mão por cima da bermuda e meus olhos foram desviados na hora para lá. Havia um volume enorme, parecia que ia rasgar sua bermuda. Só depois, quando ele acendeu um cigarro é que me viu na janela e daí começou uma troca de olhares entre nós.

Naquela hora acabei ficando sem graça e me sentindo uma puta oferecida. Sai da janela, mas no fundo a minha vontade era que ele pegasse o elevador, toca-se a campainha, me agarrasse, passasse as mãos pelo meu corpo e me beija-se muito. Posso ter cara de santa e muito séria, mas naquele momento me sentia uma putinha sedenta pra ser comida.

Sentei na poltrona da sala, liguei a TV e comecei a mudar de canal feito uma doida. Nada estava bom. Minha xoxota estava molhadinha, meu corpo quente e a minha cabeça viajavam pensando naquele cara.

Derepente ouvi o barulho do elevador e logo vozes no corredor. Fui até a porta e espiei pelo olho mágico e quase sem visão percebi que ele ia entrar no apartamento ao lado. Na hora eu imaginei que o vizinho havia chamado ele pra resolver algum problema. Ele entrou e eu voltei pra poltrona e lá fiquei.

Ai tive uma idéia. Fui na cozinha, peguei o interfone e liguei para o zelador e quando ele me atendeu fui logo falando: – Seu Augusto, será que o rapaz que está trabalhando no condomínio poderia vim ver o meu chuveiro? Começou a pingar mesmo com o registro fechado.

Prontamente ele respondeu: – Claro Dona Marta. Aliás, ele foi resolver um problema no seu andar num apartamento perto do seu. Vou interfonar pra lá e pedir pra ele dar uma verificada no seu chuveiro.

Agradeci e voltei mais excitada ainda pra sala. Tinha que trocar de roupa pensei. Como atenderia ele vestida naquele baby dool? Corri para o meu quarto e vesti um conjunto de lycra branco que uso na pra malhar de vez enquanto na academia. Um chortinho que marca a minha tanga e deixa aparecendo às pouquinhas do meu bumbum quando ando e uma blusinha tipo baby look sem soutien. Prendi os cabelos e descalça voltei pra sala. Sentei e fiquei esperando. Depois de uns 40 minutos a campainha tocou e fui atender já impaciente. Era ele e ficamos cara a cara. O peito todo suado dele e aquele corpão me deixou tonta de tesão.

Ele entrou, eu fechei a porta e fomos andando na direção do banheiro. Eu ia na frente explicando o que estava acontecendo e podia jurar que ele me comia com os olhos atrás de mim.

Ele também não conseguia disfarçar um certo nervosismo, e evitava me olhar nos olhos. Abri o Box e levei a mão na torneira do chuveiro pra abrir e mostrar pra ele o que estava acontecendo e naquela hora senti ele bem colado atrás de mim, grudado no meu bumbum. Sua respiração no meu ouvido estava me deixando mais ainda possuída de desejo, seu hálito e seu cheiro de suor me levavam a loucura de querer de beijá-lo, rasgá-lo, dominá-lo. Estava toda arrepiada. Eu estava tão excitada que até tremia. Com a calcinha toda melada eu estava a ponto de explodir e ele também parecia muito agitado.

Então, rapidamente sai da frente dele pra deixar ele fazer o serviço e pude ver que ele estava todo desajeitado e tentava esconder o volume enorme que tinha se formado dentro da bermuda. Sem ter o que dizer e sem saber o que fazer na maior tremedeira fui pra a sala e me debrucei na janela pra esfriar a cabeça e os ânimos. Ao ouvir uma sirene de ambulância fiquei na ponta dos pés pra olhar melhor e quando desci os calcanhares tomei um baita susto. Meus pés estavam pisando em cima dos pés do Renato.

Antes que eu fizesse alguma coisa, ele passou o braço em volta da minha cintura e me puxou com toda força para perto de dele encostando aquela coisa dura no bumbum e me perguntou bem baixinho: – Você é casada, né? Demorei um pouco pra responder porque estava passada, assustada e com muito tesão e ele tornou a falar: – Eu sei que você é! Mas to nem aí, porque tenho um desejo enorme de transar com uma mulher casada. Você já traiu seu marido alguma vez?

Com a voz baixa e tremula, respondi imediatamente:  Não! Nunca fui pra cama com outro homem.

E novamente, num movimento rápido, me desvencilhei dos seus braços e falei: – Me dá licença, não quero me envolver com ninguém!

Daí, suas mãos fortes prenderam minhas mãos contra a parede, enquanto eu lutava para sair da pegada dele, ele roçou seu cacete nas minhas coxas. E veio com o rosto para me beijar, mas não deixei e virava o rosto para um lado e para o outro sempre lutando, como ele não conseguiu cravou a boca no meu pescoço e me deu uma baita chupada, mordeu minha orelha e assoprou fazendo eu me arrepiar toda, minhas pernas nessa hora ficaram bambas e aí ele tentou chupar os seios por cima da minha blusinha porque acho que percebeu os biquinhos

duros por baixo da minha roupa, mais como ele é muito alto não conseguiu me segurar e chupar eles ao mesmo tempo.

Tentei empurrá-lo, mas estava sem forças, tipo travada. Quando levantei os olhos para dar uma bronca nele, ele beijou minha boca com uma tara tão grande que me deixou sufocada. Eu achei que ia me dar um troço. Ele quase engoliu minha língua. Nunca tinha sido beijada assim antes.

Aos poucos fui cedendo aos seus beijos e ele foi passando a mão nas minhas coxas enquanto eu gemia baixinho. Tocou minha calcinha com a ponta dos dedos já dentro do meu shortinho, e senti que o seu mastro latejava de desejo para penetrar minha xoxota. Bem devagarzinho ele, afastou minha calcinha e começou a acariciar meu clitóris já todo úmido pelo desejo.

Nessa hora o interfone tocou e cortou o que estava acontecendo. Era o Zelador querendo saber se o Renato já tinha chegado aqui. Passei o interfone pra ele e voltei para onde estava, mas ouvi quando ele falou que ia fazer o concerto aqui em casa e depois ia embora pra casa dele. Colocou o interfone no gancho e ouvi quando veio na minha direção.

Me empurrou contra uma das paredes da sala, deixando minhas costas contra a parede gelada, minhas pernas escorregaram pelo seu corpo e ele se esfregava em mim enquanto me agarrava e eu sentia cada vez mais forte o cacete dele nas minhas coxas, na minha barriga e às vezes do meu lado.

Cheguei a sentir o membro dele durinho e enorme latejando entre as minhas coxas. Devia estar sem cueca e aquilo me desnorteou. Percebendo minha excitação, alisou minhas costas e, aos poucos, foi tocando minha bundinha. Fiquei passada, mas nem não reagi diante daquele cara forte e abusado, pois o tesão era tanto que eu estava aflita.

Daí ele olhou bem nos meus olhos com a boca quase colada na minha e sussurrou: – Sabe que eu vou te comer todinha, não sabe? Sua bocetinha, seu cuzinho, vou gozar na tua boquinha linda, hoje eu vou te dar um trato!

E eu com os olhos meio fechados gemendo e morrendo de tesão só respondi: – seeei!

E ele continuou: – você quer? Eu balancei levemente a cabeça e respondi presa pelos braços dele meio que sorrindo, totalmente envergonhada: – Aham! Ele me apertou mais contra o seu corpo colocou a boca no meu ouvido e insistiu: – Fala! Quero ouvir! Você quer? Quer?.

Sentindo o hálito dele e o forte cheiro de suor do seu corpo, fiz cara de coitadinha e respondi: – Queeero! Mas me solta, por favor.

Ele então com uma das mãos abaixou meu short totalmente me deixando só de tanguinha e blusinha na frente dele e quis me penetrar daquele jeito mesmo, mas eu não deixei…e quando ele relaxou um pouco a sua pegada em mim, corri para o meu quarto me atirei na cama e peguei o travesseiro pra tentar cobrir um pouco o meu corpo. E ele veio atrás e quando entrou no meu quarto vi que estava pelado com o cacete duro apontando para o teto. Pulava tanto que às vezes batia na barriga dele. Fiquei morta de vergonha, mas meus olhos arregalados e a minha boca aberta, acho que me deixaram com cara de tonta pra ele porque ele riu.

Foi aí que eu caí na real. O cara tem uns 20cm de tamanho no cacete. Eu jamais pensei que pudesse ver ao vivo, na minha frente, uma coisa tão grande daquelas, ali parada e pulsando perto de mim.

Respirei fundo quando ele me falou ali parado na porta do quarto: – Quero tudo que você pode me dar!

Não fica espantada! O pau do seu marido não é assim?.

Sem tirar os olhos do cacete dele e grudada no travesseiro, acenei com a cabeça dizendo que não.

Ele balançou com a mão o cacete e tornou a perguntar: – Você quer mesmo? Tem certeza?

Criei coragem e falei: – Olha, não sei bem o que eu quero porque estou confusa. Nunca trai meu marido, mas meu medo é ser comida por esse monstro de cacete aí, e apontei com o dedo pro cacete dele, me machucar toda, ficar alargada e meu marido depois desconfiar de alguma coisa. Principalmente se depois eu ficar acostumada! Viciada! Sei lá!

Sem falar nada ele sentou na minha cama e já estava muito excitado e exalava um cheiro de macho delicioso, me puxou pra perto e percebendo que eu estava com fome levou a minha mão até o cacete dele. Eu sem pensar acariciei a tora dele e comecei a masturba-lo. Minha mão parecia pequena agarrada naquele cacete. Sentia as veias incharem e as batidas do coração dele nelas. Minha tanga estava encharcada, toda melada. Eu podia sentir escorrer pelas minhas coxas.

Renato, então, segurou o meu rosto como se fosse me beijar e foi abaixando a minha cabeça na direção do cacete dele e me forçando a chupa-lo. Eu abri bem a boca, mas não consegui e engasguei com a cabeça e parte do cacete dele dentro dela. Levei minha cabeça pra trás e tirei aquilo da minha boca.

Fechei a boca rápido, mas ele falou esfregando e empurrando a cabeça do cacete entre os meus lábios: – Chupa, chupa Dona! Deixa meu pau molhadinho pra te comer gostoso!

Quando então resolvi abrir a boca ele colocou aquela coisa dura de novo e eu sentir ela latejar entre o céu da minha boca e a minha língua e num movimento forte, entrou todo até minha garganta. Senti os pelos do saco dele roçarem meus lábios. Sufocada, grunhia e ele fazia um vai e vem sem pressa. Por alguns segundos pensei que ele fosse gozar na minha boca.

Comecei a gozar e deixei que aquela tora enorme me invadisse. Aos poucos fui fechando os olhos e não resisti chupei tudo como se fosse um picolé. Com uma das mãos tirei a minha tanguinha, já lavada pelo meu gozo…e ele se encarregou de tirar minha blusinha. Fiquei nua em pele e pêlos praquele cara. Logo, ele tirou o cacete da minha boca que saiu pingando por causa da minha saliva e da minha baba e caiu de boca nos meus seios… Dizendo que mamaria como um neném nos meus seios e que não parava de pensar neles desde o momento que me viu naquela roupinha. Às vezes ele mordia os biquinhos e eu delirava de prazer. Eu estava muito excitada e louca para transar e ele foi maravilhosamente chupando meus seios, ao mesmo tempo em que ia acariciando minha xoxota. Me contorcia, gemia, dava urrinhos, grunnhia largada nas mãos e na boca dele.

Eu já estava mais do que pronta para encarar aquela tora enorme que esperava por mim.

Fui deitando de barriga pra cima e trazendo ele comigo, ao mesmo tempo ele ia me aparando com os seus braços fortes, encostei ele na entrada da minha xoxota e fui deixando escorregar pra dentro de mim. Cada centímetro que entrava , era um puta tesão que ia se acumulando dentro de mim. Ficamos brincando de fazer um vai e vem gostoso só com a cabeçona do cacete dele. Os lábios da minha vagina se abriram como nunca eu tinha sentido antes e o tesão já acumulado me deixava sem respiração.

Ele sussurrou no meu ouvido me fazendo tremer: – Humm! Você é apertadinha…ta apertando o meu cacete. Parece até a sua boquinha!.

O cacete dele continuava entrando bem devagar em mim e eu fui engolindo aquela coisa louca, grossa e dura até sentir as bolas do saco dele encostarem no meu bumbum. Comecei a gozar alucinadamente e a dizer coisas sem sentido.

Me vendo daquele jeito, ele começou a enterrar a tora com estocadas firmes e pude sentir que aquele cacete sumia dentro de mim e aos gritos eu pedia pra ele meter em mim. Eu nunca tinha encarado um cacete tão grande.

Ele foi ficando alucinado e quando começou a gozar me puxou para junto dele de forma que só ficou o seu saco de fora e aí eu berrava em intervalos que acompanhavam os meus gemidos mais fortes. Gozei, gozei e gozei não sei quantas vezes. E quando ele retirou o cacete de dentro da minha xoxota vi que ele estava vermelho e pulsante, todo molhado e branco da porra dele e do meu gozo. Quando me virei de bruços, cansada e molhada de suor levei a mão na minha xana e assustada senti ela arrombada e inchada de uma forma que eu nunca tinha visto antes. Eu estava toda ardida. O lençol da cama estava bem molhado no lugar que ficamos.

Levantei meio tonta da cama sem falar com ele e fui pro banheiro me lavar. No chuveiro sentia a porra dele escorrer pelas minhas pernas e a minha xoxota bem aberta. Aquele cara me fez gozar feito uma doida.

Quando voltei ele estava fumando no meu quarto e aquele cacete já estava duro de novo. Fiquei brava e mandei ele apagar o cigarro na hora. Um pouco ainda molhada e enrolada na toalha abri um pouco a janela praquele cheiro horrível sair dali. Então ele me pediu: – Vem cá, vem! Deita aqui pertinho de mim!.

Eu disse que não e que estava muito cansada e recusei, mas ele veio por traz arrancou a minha toalha do corpo e como era mais forte e mais alto do que eu me abraçou com força por traz me imobilizando me deixando inerte, eu dizia: – Para eu não quero mais! E ele dizia:- calma e com uma das mãos segurava seu cacete tentando colocar no meu cuzinho.

Comecei a choramingar e falei sério com ele: – Chega! Por favor, não faz isso! Eu não vou dar minha bunda pra você. Você já machucou minha boca, minha xoxota e agora ainda quer machucar o meu bumbum?. Ta louco?. Eu não quero! Você é muito gostoso e me deixou acabada, mas hoje eu não agüento mais nada. E ainda falei que apesar de já ter dado a bunda algumas vezes eu jamais agüentaria aquele talo no meu cuzinho.

Renato então me puxou pela cintura, me agarrou forte e com uma palma da mão aberta na altura da minha barriga e a outra presa no meu quadril começou o ralar o cacete muito duro na minha bunda e implorou: – Ahhh…Dona deixa eu comer sua bundinha, vai?. Prometo que não te machuco! Olha que bunda deliciosa! Falava, olhando pro meu bumbum como se fosse um tarado.

Continuei dizendo que não, mas pra mexer com ele fiquei na ponta dos pés, arrebitei bem a bunda e deixei aquele cacetão passar pelo meu rego quando a cabeça do mastro dele tocou de passagem a minha entrada anal, senti meu cuzinho se contraindo e se dilatando como se tivesse vontade própria e quisesse dar pra ele.

Me afastei dele e disse: – Vamos fazer o seguinte? Hoje eu não agüento mais nada mesmo gatinho! Mas, prometo deixar você me comer assim outro dia, juro! Agora vai embora, está tarde e o zelador pode desconfiar que você ainda está aqui e não foi embora pra casa. Depois beijei ele pra valer e grudei no cacete dele fazendo carinhos. Ainda bem que ele entendeu, mas prometeu voltar e que não ia me dar sossego no condomínio.

Eu ri, ele se vestiu e foi embora usando a saída dos fundos do prédio pra ninguém perceber e ainda me jogou alguns beijos lá de baixo.

Confesso que fiquei tão tarada naquele cara que mais tarde, deitada e relaxada na cama me veio uns pensamentos loucos, tipo dar a bunda como uma cadela sem vergonha por tesão mesmo e se ficar viciada o azar seria do meu corninho!

Eu acho que ainda vou fazer mais essa loucura com ele.

Beijos a todos com carinho !

Marta