Submissão da minha mãe . ( Excelente )

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…………Tudo começou numa tarde quente de verão, quando eu voltei do colégio. Paulinho, meu irmão caçula estava sentado no sofá, chorando. Quem abriu a porta para mim foi Rosa, nossa empregada. Estava com um jeito muito assustado e disparou:
— Entra logo, teu pai ta batendo na tua mãe… lá no quarto deles… vai lá, ela tava gritando… agora parou… eu tenho medo que ele , à matou …………
Saí correndo para a suíte do casal. Antes que eu pusesse a mão na maçaneta, a porta se abriu. Meu pai estava suado, com um cinto na mão.
— Foi bom você chegar, filho. Chama teu irmão, eu quero falar com os dois.
Gritei pelo Paulinho e entrei no quarto. Minha mãe estava ajoelhada e curvada, com o o rosto encostado no chão, as mãos amarradas nas costas. Vestia somente uma blusa aberta no peito, deixando ver de perfil seus seios magníficos. As nádegas nuas estavam cheias de lanhos vermelhos e ela soluçava baixinho. Aparentemente, não notou minha presença.
— Que é isso pai ? é minha mãe… tua mulher…
— Minha mulher ? , mulher de todo mundo, isso sim!!! boa puta ela é… tua mãe é uma puta… pode crer…
Ouvi uma voz atrás de mim.
— Minha mãe não é nada disso!!!
Eu esqueci que tinha chamado o Paulinho e a Rosa também tinha entrado e estava abraçando meu irmão. Os dois tremiam.
— Cala a boca, moleque! todo mundo calado! vou te contar, garoto. Saí do banho e me arrumei para ir trabalhar. Cheguei na sala e essa vagabunda estava assim como está agora… de joelhos, no chão… só que com a piroca do cara que veio consertar a televisão na boca… nada menos que aquele moleque imundo………. pensou que eu já tinha ido trabalhar… mas eu ainda estava no banheiro… é puta ou não é?
Fiquei calado. Ele estava vermelho de raiva. Seus lábios tremiam. Ele estava com o uniforme de trabalho, o quepi na mão. Ele é o chefe de portaria de um restaurante cinco estrelas. Então é que eu vi que tinha aberto a braguilha e estava com o pau para fora da calça. Era uma piroca comprida, grossa, mas não estava dura… pelo menos não completamente dura… a cabeça vermelhona… balançando…
Ele percebeu que eu estava assustado vendo aquela cena e sua voz suavizou.
— Eu chamei vocês porque faço questão que vocês vejam o que sua mãe estava fazendo quando eu cheguei. Não existem palavras o bastante para contar. O melhor é ela repetir o espetáculo para vocês. Levanta a cara, vadia! olha pra mim!
Ela tirou o rosto do chão e, pela primeira vez, nos encarou.
— Por favor, na frente deles não…
Tinha voltado a chorar. As lágrimas escorriam. Papai não disse nada. Apenas deu uma bofetada que a jogou deitada no chão.
— Você só fala quando eu mandar. Ajoelha e mostra pros teus filhos como é que você faz pra agradar os fregueses. Chupa, vagabunda!
Nós estávamos estáticos, olhos arregalados… eu nunca tinha visto uma cena daquelas nem em revistas de sacanagem. Minha mãe ajoelhada, mãos dadas amarradas as costas, com o pau de meu pai na boca. Meu pai passou a gemer de desejo, de vez em quando batia com o cinto dobrado nas costas dela.
— Capricha, vagabunda. Mostra que sabe ser gostosa… assim… usa a língua… lambe gostoso, puta… aiii está muito bom… mostra aos garotos que você sabe fazer um macho gozar… cadela… rampeira…
Meu pai já não parecia estar com raiva. Seu rosto era de satisfação, ele não escondia que estava gostando daquela situação. Aos poucos meus sentimentos também foram mudando. Eu já não sentia pena da minha mãe. Pouco me importava se ela era culpada ou não. O fato é que a visão do seu corpo nu, se submetendo aos caprichos do meu pai, estava me deixando excitado. E eu não fazia nenhum esforço para evitar essa sensação. Aos dezoito anos, eu já tinha um membro bastante desenvolvido e ele estava num estado de rigidez total. Meu pai viu e abriu um sorriso malvado.
— Ta com tesão, garoto? não fica com vergonha, ela deixa qualquer um tarado… até os filhos… é

piranha mesmo… bota o pinto pra fora… eu quero ver… vamos, obedece teu pai… isso… peru bonito… grande… é de família… tal pai, tal filho…
Puxou minha mãe pelos cabelos e obrigou-a a olhar para mim.
— Olha pra ele, cadela… olha como você deixou seu filho… quer ver ele gozar? Rosa, ajoelha e chupa teu patrãozinho… agora mesmo, Rosa… obedece………………………….
Ele não gritava. Falava com voz macia, mas num tom que dava a perceber que não toleraria desobediência. A empregadinha se ajoelhou a meus pés e abocanhou meu peru. Eu não resisti. Era a minha primeira vez… o medo que ela tinha de desagradar meu pai era tão grande que até parecia que estava tendo prazer em me chupar………………..
— Assim, Rosa, está trabalhando bem… agora você, vagabunda, abre a boca de novo. Meu filho e eu queremos gozar… faz teu freguês gozar bastante… capricha pra não apanhar mais…
Eu nem tomava conhecimento da presença da Rosa. Minha atenção era toda pra minha mãe. Seu corpo maravilhoso de
mulher que está atingindo os quarenta anos, seus seios grandes e incrivelmente firmes, suas coxas grossas, aquele triângulo de pelos… mais que isso tudo, o ruído que ela fazia com a boca se aprofundando e voltando na piroca do velho… parecia que era ela que estava me chupando… não era a Rosa… eu estava para gozar na boca da minha mãezinha… gostosa… chupa, mamãe…
Agarrei a cabeça de Rosa e acelerei seus movimentos. Eu queria gozar logo. Meu pai continuava sorrindo maldosamente. Acho que ele estava até agradecido pelos chifres que ganhara… sua expressão era de profundo prazer…
De repente, ele começou a gozar. Tirou o pau da boca da mamãe e sacudiu, enchendo o rosto dela de esperma. Ela tentava aparar na boca aberta, mas ele não deixava. Queria humilhá-la de verdade.
— Está vendo, garoto? são todas umas vadias… lambuza a cara dessa tua putinha também… vamos, garoto, goza na cara dela…
Eu gozei. Não do modo que ele mandou. Deixei que ela chupasse até o fim, enchendo sua garganta com a minha porra, que já era bem abundante. Mas não conseguia desviar os olhos da minha mãe…
Meu pai estava guardando o pau, ainda pingando.
— Vou trabalhar. Rosa, dá o jantar pros meninos. Pra essa vaca, nem água, entendeu? Ela não sai do quarto pra nada! Nem precisa soltar as mãos dela!
Quando a porta da rua se fechou atrás dele, já estava escuro. Jantamos em silêncio e eu mandei Paulinho ir para a cama. Tomei banho, escovei os dentes e, ao sair, quase atropelei a empregada. Ela estava toda arrumada, com uma mala na mão.
— Adeus, menino. Desculpa, mas eu não fico nessa casa de doidos nem mais um minuto. Prefiro dormir na rua.
E não disse mais nada.. Fiquei sozinho na sala e percebi que mamãe não estava dormindo. No silêncio da casa, dava para ouvir bem os seus soluços. Peguei um prato com comida e uma garrafa d’água e fui para a suíte.
Ela estava deitada na cama. Continuava nua e nem podia deixar de ser. Suas mãos ainda estavam amarradas à s costas.
— Me dá um pouco d’água, filho. Solta minhas mãos, por favor…
Fiquei olhando, sem ação. Sabia que era minha mãe, mas assim nua… indefesa em sua nudez… dependendo de mim em tudo e para tudo…
Seu murmúrio me despertou.
— Filho… por favor…
Sem dizer nada, curvei-me sobre ela e desamarrei seus pulsos. Suas nádegas estavam quase roxas. Passei a mão suavemente. Ela se esticou e pegou a garrafa d’água. Bebeu a metade num gole sá. Eu disse:
— Vai comendo, eu vou pegar um pouco de gelo pra ver se isso melhora.
Quando voltei, o prato e a garrafa d’água estavam vazios e ela não estava no quarto. Fiquei meio em pânico, mas sosseguei ao perceber o barulho do chuveiro. Logo ela voltou enrolada numa toalha de banho.
— Mãe, que susto. Pensei que você tinha saído do quarto. Está melhor agora? deita aqui, deixa eu pôr o gelo no teu bumbum.
Com toda a naturalidade ela abriu a toalha e se deitou de bruços, com a cabeça sobre os braços cruzados. A bolsa era pequena, então fiquei passando ...


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