SURPRESA INESPERADA COM A SOGRA COROA

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Praticamente todas as semanas eu vou pra capital. Moro em uma cidade do interior do RS. Minha sogra é uma mulher de 62 anos. Durante muito tempo, ela deu duro pra auxiliar na renda familiar e não teve como se cuidar adequadamente. Não se pode dizer que ela é uma coroa enxuta. Eu nunca tive qualquer fantasia sexual com ela, apesar de ter um carinho muito grande, pois ela gosta muito de mim. Depois de uma fase bem complicada, minha sogra mudou e ficou mais alegre, menos complicada principalmente com o meu sogro, um cara bem difícil. Durante essa nova fase, andei sentindo certo tesão pela minha sogra acho que por causa desse novo astral dela. Ela tem uns olhos verdes muito bonitos, grandes e penetrantes. Há duas semanas, quando nós estávamos visitando meus sogros, já era começo de noite e minha sogra havia recém saído do banho, colocando uma camisola bem audaciosa pra idade dela. Ela sentou em uma poltrona de frente pra mim e minha mulher, sua filha, enquanto meu sogro sentava em outra poltrona ao seu lado. Estávamos bem à vontade e, quase imperceptivelmente, senti que minha sogra se insinuava pra mim, me olhando fundo nos olhos e tocando levemente os seios. Pensei que eu estivesse viajando naquela hora, mas, como veremos, ela realmente estava dando em cima de mim. Meu sogro, talvez inconscientemente, fez uma observação sobre sua camisola e eles quase discutiram. Fomos embora. Esqueci o fato. Na semana passada, eu voltei da capital

na quarta-feira e, como sempre, fui até a casa dos meus sogros pra pegar o meu carro, que deixo com eles enquanto estou fora. Cheguei por volta das 20h e minha sogra abriu o portão. Entrei na casa e não vi meu sogro. Ele havia ido até uma reunião qualquer e iria voltar mais tarde. Logo que entramos, minha sogra falou: “E o meu beijo de boas vindas?” “Claro”, falei e fui beijá-la no rosto, mas ela virou o rosto e me deu um beijo na boca. Pedi desculpas e dei uma risada. Ela falou que tinha feito de propósito e, ao mesmo tempo, tocou no meu pau. “O que é isso, dona Larissa?”, falei, completamente desconcertado. Ela falou que fazia cinco anos que ela não transava com meu sogro e que eu dava muito tesão nela. Continuou dizendo que, desde que havia me conhecido, ficava pensando em situações eróticas comigo, mas que, antes, ficava se culpando por isso. Mas, agora, tinha resolvido se libertar da culpa e realizar seus desejos. Continuou dizendo que sabia que ela não era uma mulher bonita e que, talvez, eu a rejeitasse por nojo, mas que havia resolvido correr o risco. Eu falei que tinha muito carinho por ela, mas que a situação não era exatamente muito confortável. Ela ainda estava tocando no meu pau, que já havia endurecido um pouco. Ela falou: “Mesmo assim, você já ta ficando excitado. Eu notei que você gostou da minha camisola outro dia. Você acha ...


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