Surpresas da Vida (A Viagem 5/A Surpresa.) 09 de Julho 2016.

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[ Após aprontar,José Pedro fora posto de castigo por sua mãe,ficando restrito ao casarão, oque lhe deixou inconformado com a decisão de D. Luciana,que após sua sumida matinal,levantou suspeitas de JP que estranhou seu comportamento no restante do dia,mas apesar do castigo,José Pedro teria com oque se alegrar].
José Pedro estava muito puto, apesar de saber que na realidade sua atitude tinha sido muito inconsequente ao inadvertidamente pegar o SUV de seu pai e sair pela propriedade, algo que mesmo pelo fato dele ter avisado ninguém em sã consciência o deixaria fazê-lo.

Após ter almoçado no quarto, onde estava em confinamento até a segunda ordem, José Pedro estava determinado a descobrir o porquê do sumiço de sua mãe e seu comportamento estranho ao retornar a sede da fazenda.

Deitado em sua cama, JP estava a esperar o momento oportuno para falar com sua mãe, algo que seria questão de tempo, até ela se acalmar e vir conversar com ele,que como filho saberia que não iria tardar.
José Pedro estava recluso há quatro horas em seu quarto, sem ter oque fazer, estava a ler um livro de aventuras antigo,do tempo de sua mãe,chamado “Cem Noites Tapuias”,da Série de livros Vaga-Lume, que narra a história de um garoto que, junto com a professora,fora raptado pelos índios xavantes,apresentando paralelamente,uma série de histórias de mitos e lendas indígenas contadas pela professora, para tentar amenizar o sofrimento do garoto.

JP estava entretido com a leitura até ser interrompido com uma batida na porta,era Arthur que após se identificar ,entrou no quarto após JP dar sua permissão.

Ao entrar, Arthur trancou a porta para que não pudessem ser atrapalhados.
– E companheiro, que confusão heim… Que porra te deu na cabeça para você pegar o carro do seu pai e dar uma cagada daquela?

Você podia ter ferido alguém, se ferido ou pior: morrido…

– Mas não aconteceu nada Arthur! Estou vivo… Apesar de que provavelmente no fim do dia ou amanhã se deus não tiver pena de mim, Meu pai irá me matar ao saber que quase destruí seu carro de mais de R$240.000 reais.

– Cacete “tampinha”! Acho que até eu lhe daria uma surra caso fosse seu pai…

– Porra Arthur, você veio aqui me consolar ou para me deixar com raiva?!

-Me desculpe JP, mas se você quiser, eu tenho um negócio que pode alegrar você, disse Arthur alisando seu cacete.
A relação com Arthur tinha sido maravilhosa, foram bons momentos ao lado dele na lagoa, mas apesar da tentação, JP se manteve firme e cortou as intenções de Arthur.
– Oque aconteceu na lagoa foi legal Arthur, mas não quero que venha a se repetir, você é um bom amigo, mas já fiz minha escolha e não volto atrás, eu já lhe falei da minha situação atual.

Para mim você é como um irmão, como um primo ou um tio, caso oque falam por aí seja verdade.

Arthur não gostou da brincadeira de JP e respondeu chateado:

– não acredite no que falam por aí “Tampinha”, essa gente só sabe falar, me espanta você acreditar nessas fofocas desse povo, Seu Alcântara é um bom homem, sou grato a ele por tudo que tenho e vou ser.

Meu sonho e ser engenheiro agrônomo e trabalhar junto com seu avô.

-Que bom, fico feliz por seu sentimento pelos meus avós, eles sempre quiseram ter um filho homem, mas não puderam… Quase que eles não conseguiram ter minha mãe.

– Seria uma pena não ter tido D. Luciana…

– Por quê? Por acaso e gamado nela?

– Não, mas ela é uma mulher bonita de se ver, e mesmo se eu fosse gamado, de quê adiantaria?! Como se uma coroa como sua mãe fosse dar trela a um garoto como eu…

-Porque não?!

Garanto que se ela fosse ainda solteira, com certeza você chamaria a atenção dela.

– Você chamou a minha atenção, e chamaria o da minha mãe, pois ela tem bom gosto…

Mas vamos deixar dessa conversa, meu pai está vivo, não estão separados e não tem vocação para ser corno.

Vamos ao que interessa Arthur, quero que você tente limpar um pouco a minha barra com minha mãe, aí depois com cuidado eu vou amansando a fera…

Rindo Arthur falou:

– Limpar sua barra?! Você está brincando não é? Nem com Omo ou vanish eu conseguiria limpar sua barra… Mas como sou seu amigo, posso tentar, mas não garanto nada.

Mas tem uma condição:

– Ah Arthur… Isso tá cheirando a putaria… Assim é sacanagem!
Levantando-se, Arthur abriu o zíper de sua bermuda pondo seu belo cacete para fora e balançando para “JP” falou:

– Isso aqui é sacanagem “tampinha”, e das grandes… Agora deixe de charminho e vem fazer um carinho nos “culhões”… Tú sabe que de mim você não precisa ter medo, não sou como aqueles dois merdinhas que forçaram você a fazer oque não queria.

Rápido, Arthur deu um puxa avante em JP que de pé foi agarrado por Arthur que com sua rola dura, esfregava aquele monstro no rabo do nadador, que apesar da resistência inicial, foi amolecendo nos braços de Arthur que foi baixando o short de JP e encostando aquele “cogumelo de carne” em sua bunda.
Mas antes que Arthur e JP pudessem iniciar o ato, foram interrompidos por um barulho ensurdecedor da turbina de uma aeronave rasgando o ar e passando sobre a casa.

– Puta que o pariu! Gritou JP.

– E agora?! Oque vou fazer?! Estou ferrado! É o meu pai Arthur…
José Pedro se recompôs e correu para a sala,onde da janela da varanda, pôde ver a aeronave pairando no ar.

Na varanda, estavam Seu Alcântara, D.Yolanda, além de sua mãe e a empregada Enedina.

Assim como tinha dito, Seu José Pedro voltara antes do fim do dia, após algumas horas de reunião.

A aeronave abaixou o trem de pouso e suavemente tocou o solo completando o procedimento de aterrissagem, a uma distancia segura da casa.
José Pedro estava tenso, nervoso ao pensar no momento em que seu pai soubesse do ocorrido, ele observou seu pai desembarcar da aeronave juntamente com outra pessoa que carregava uma bolsa de viagem mas não tinha como identificar pois estava de boné e se deslocou para atrás de seu pai.
D. Luciana foi em direção ao esposo, dando-lhe um forte abraço e um beijo demorado.

JP viu sua mãe falar com o estranho que agora se mantinha atrás do casal que já estava chegando à varanda.

– Seja bem vindo meu filho! Espero que tudo tenha dado certo na capital.

– Obrigado Seu Alcântara, tudo correu bem, conseguimos apaziguar os ânimos e fizemos um bom acordo trabalhista.

Mas vamos deixar de conversa e vamos entrar apesar de confortável a viagem foi cansativa.

Todos se acomodaram na sala, onde rapidamente D.Enedina apressou-se em trazer um café acompanhado de bolo, pães e uma jarra de suco.
Após conversarem e comerem por uns dez minutos,JP que estava sentindo a falta da presença do acompanhante de seu pai, teve a intenção de procurar, mas foi interrompido pela fala de seu pai:

-Aconteceu alguma novidade enquanto estava longe daqui?!

Todos ficaram sérios, D.Luciana olhou para JP que estava quieto, mas estava tenso e apreensivo com a resposta a pergunta de seu pai.

– Nenhuma novidade importante José, nada que possa ser dita agora…

Olhando para seu pai, JP tomou coragem e perguntou timidamente:

-Pai, posso lhe fazer ...


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