Tesão no Metrô

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Tenho 1,85, 90 Kg, sou bonito, muito carinhoso e bom de cama. Meu codinome será Dalton e esse conto narrará uma experiência vivida por mim em setembro de 2001. Era dia 17 de setembro e eu começaria naquela manhã em um emprego novo, na região da Avenida Paulista, em São Paulo onde nasci e fui criado. Moro na Zona Leste da cidade e pego o metrô na estação Tatuapé, naquele dia estava muito bem trajado, usando roupas sociais e um perfume discreto. Ao embarcar, o metrô estava lotado como de custume, arrumei um canto e comecei a ler meu livro quando antes de chegar a próxima estação senti que com a forte freada havia encochado grandiosamente alguém, olhei e era uma linda ruivinha com cabelos cortados em V até a cintura, olhos verdes, + ou – 1,60 de altura e o principal fartos peitos e uma bunda redondinha, resumindo a menina é um Tesão! Pedi desculpas imediatamente mas ela sequer olhou para trás, após a primeira parada, o metrô ficou lotado e nós muito próximos, assim que as portas se

fecharam ela deu um passo p/ trás e encontrou uma pica dura para escorar aquele rabão, nossa que sonho! A boazuda dava pequenas reboladas e meu saco estava quase estourando, essa deliciosa tortura durou até a estação Sé, onde fizemos a primeira baldeação, ao decermos perguntei para onde ela iria, a gostosa sem demora disse que era p/ Jabaquara e retribuiu minha pergunta que respondi sorrindo: – Eu também. descemos a escada rolante de mãos dadas e embarcamos novamente. Aquela encochação maravilhosa se estendeu até desembarcarmos p/ nova baldeação e a maior surpresa foi que desceríamos na mesma estação, quando chegamos ao nosso destino que era estação Consolação eu estava meia hora adiantado pois entraria às 9 hs, convidei aquele monumento para um café que foi recusado pois ela alegou que entrava às 8:30 hs, nos despedimos c/ um selinho e ela se foi, senti que nunca mais a veria, fazer o que. No trabalho ao ser apresentado à todos os departamentos SURPRESA, lá estava a bucetuda, que ficou trasparente quando me viu. Nunca mais sequer me olhou, então no ...


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