Tesão no vizinho

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Eu morava no décimo terceiro andar e sempre observava o vizinho do prédio ao lado, dois andares a menos que o meu. Ele era um negro lindo, gostoso, e só andava de cueca, servindo de fantasia pras minhas siriricas. Eu imaginava que ele nunca tinha percebido que eu o observava até o dia que nos encontramos numa padaria.
- ah, você é a safadinha que fica me olhando pela janela, né?
Eu quase morri se vergonha. Na hora senti um calor na boceta e não consegui responder.
- tudo bem, bb. Nao quero te deixar tímida. Qual seu nome?
- Ana - a voz quase não saiu. Ele passou o braço por trás de mim e me deu um beijo no rosto.
- prazer, sou o Pedro. Quer carona pra casa?
Aceitei e entrei no carro.
Eu já havia feito uns boquetes e dado uns amassos mais quentes mas ainda era virgem. Talvez por isso fiquei toa sem reação. No caminho ele me encheu de perguntas triviais, e a conversa rolava despretensiosamente. Cada vez que ele passava a marcha eu torcia que a mão dele encostasse na minha já coxa. Um arrepio tomava conta de mim quando acontecia. Chegamos no condomínio e nos despedimos com outro beijo no rosto, mas dessa vez mais próximo a boca. O Pedro tem um cheiro delicioso e sua pele é macia e convidativa.
Cheguei em casa em brasa, com a boceta molhadinha. Gozei sem precisar me tocar muito mas queria

mesmo era o pau do Pedro.
Dois dias depois teve uma festinha na minha casa e decidi criar coragem pra ir no apartamento do vizinho gostoso, já que ninguém ia perceber minha ausência mesmo. Coloquei uma saia de algodão, bem leve, e uma blusinha de alcinha, sem sutiã. Tomei duas taças de vinho e quando me dei conta já estava na porta dele.
Toquei a campanhia e só de ouvir seus passos em direção a porta senti meu corpo tremer.
- ora, ora.. Aninha! Tudo bem? Aconteceu alguma coisa?
Eu não deixei que ele terminasse de falar e o beijei. No começo acho que ele se assustou mas logo me levou pra dentro e encostou na parede, beijando meu pescoço e acariciando meus seios. Ele passava a língua em meus mamilos, sugava, beijava e mordiscava. Eu segurei aquele pau que tanto desejava e pude sentir ele crescendo na minha mão.
- me come, Pedro. Come minha bucetinha.
- você é uma putinha mesmo, eu sempre soube.
Pedro me colocou no colo, com minhas pernas abraçando seu corpo, e me pôs em cima da bancada da cozinha. Passava a mão de leve por cima da minha xana sem tirar minha calcinha. Eu já estava quase suplicando pra ele me foder quando ouvi a voz de outro homem, vindo do quarto. Me assustei, claro. Pensei que ele estivesse sozinho. O outro rapaz era tão gostoso quanto ele, mas menor. E eu nunca tinha o visto. ...


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