Traindo o namorado dentro da minha própria casa 1

Loading

Olá, meu nome é Daniela, mas todos me chamam de Dani. Tenho 22 anos. Minha mãe se chama Beatriz e tem 37 anos. Isso mesmo, minha mãe tinha 15 anos quando nasci. Tenho um irmão que se chama Eduardo (Dudu) e tem 16 anos. Esses são os protagonistas desse conto, onde tudo começou.

Moramos no interior do estado do Mato Grosso e como toda cidade pequena, você tem que tomar muito cuidado para não virar motivo de fofocas. E assim foi com minha mãe, engravidou muito nova e teve que casar, teve o segundo filho (Dudu), por outro descuido. Foi a gota d’água para o meu pai, que foi embora e nunca mais voltou. Minha mãe batalhou muito e conseguiu tudo sozinha. Hoje vivemos bem e inclusive temos um sítio, pequeno é verdade, mas muito legal. Finais de semana e feriados, são frequentes a nossa presença por lá.

Eu não era mais virgem, já estava namorando o Celso havia 1 ano. Ele é um cara bacana, muito conservador, daqueles de namorar dentro de casa, mas tinha um pequeno defeito, é um péssimo amante e seu cacete não era dos maiores. Ele gozava muito rápido e eu sempre querendo mais e ele não correspondia. O tesão foi acumulando… acumulando… até que explodiu.

Era uma terça feira, estava voltando para casa, estudava de manhã e fazia estágio a tarde, tinha saído mais cedo, com uma pequena dor de cabeça, meu irmão já estaria em casa e minha mãe ainda estava no trabalho. Fui entrando, nossa casa tem 2 andares e os quartos ficam no segundo andar, procurei pelo Dudu na sala, na cozinha e nada. Resolvi subir. Já na escada ouço a TV do quarto da mamãe ligada e pelo barulho era um filme pornô.

– Dudu deve estar se acabando na punheta, pensei sorrindo.

Fui chegando, pé ante pé, pisando bem de leve, encontrei a porta semi aberta. Primeiro ví a cena que passava na TV, de uma mulher gozando horrores com um cacete na sua bunda, depois vi o pé do Dudu na cama, fui me posicionando até encontrar um ponto em que ele não me via, mas eu o veria, pois a TV fica em frente a porta do quarto, ficando muito difícil para alguém deitado na cama ver se tem alguém na porta. Quando consegui ver, quase cai para traz. O cacete dele era enorme, nunca tinha visto um tão grande. Aquela visão, fez com que um calor incrível subisse pela minha espinha desde o meu cúzinho. Ele continuava, a se masturbar, e eu ia ficando louca de tesão. De onde estava, percebi que na mão esquerda dele tinha um pano que parecia um lenço. Qual foi a minha surpresa ao perceber que Dudu se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar. De repente Dudu se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu cacete enorme, indo cair na sua barriga, que ficou toda melada, pois além de grande ele gozava muito.

Confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. Sai dali e fui para a rua pensar em tudo que havia visto. Minha calcinha completamente encharcada, demonstrava todo o tesão que estava sentindo. Não havia como negar, aquilo mexeu comigo. Quando voltei para casa, fui direto para o meu quarto, não gostaria de encará-lo, pois não saberia como reagir. Tirei minha roupa, ficando completamente nua, deitei na cama e comecei a me tocar, molhava meu dedo na boca e em seguida tocava meu clitóris bem de levinho, só para enrijecê-lo. Quando já estava bem molhada transferi parte do meu caldo para os bicos dos seios e fazendo certo esforço conseguia lamber eles com a pontinha da língua, sentindo meu próprio gosto, com muita vontade de chupar da fonte! Estava muito excitada, com a xana pulsando e a cabeça a mil por hora, pensando no cacete do meu irmão. Logo comecei a intensificar os movimentos, comecei a me tocar bem rápido e esfregar meu grelinho com força, comecei a me contorcer e revirar meus olhos, como aquilo era gostoso. Após alguns minutos, senti minha perna tremendo e um tesão sem igual, nunca tinha sentido aquilo na minha vida, nem com o meu namorado, meus dedinhos começaram a ficar enxarcados e minha xotinha então, nem comento. Gozei, como nunca tinha gozado antes, foi bem intenso. Ainda fiquei deitada durante mais um pouco, só saí do quarto quando minha mãe chegou.

Depois daquele dia, minha vida mudou, pois não parava de pensar no cacete do Dudu, meu tesão estava a mil, até que resolvi que eu iria dar para o maninho. Comecei a provocá-lo de todo jeito, quando ficávamos sozinhos em casa, ora trocando de roupa com a porta de meu quarto aberta, ora lhe pedindo para trazer-me a toalha que havia esquecido enquanto estava no banho, usava shortinhos, minissaias ou camisas sem nadinha por baixo sempre me mostrando. Sempre que dava me mostrava um pouco. Ás vezes eu deixava meus seios aparecerem, pelo decote da blusa ou por baixo dela, às vezes minha calcinha… Por uns 2 ou 3 dias eu fiz assim e notei que cada vez mais ele ficava perto de mim. Eu estava cada vez mais excitada e ele também, pois reparava que ele ficava de pau duro sob o calção e aquilo me excitava a ponto de me deixar molhada entre as pernas. Mas só provoca-lo não estava me satisfazendo, eu teria que agir mais firme e foi no final de semana que as coisas aconteceram.

Estava tudo preparado para irmos ao sítio, que é bem perto da nossa casa. Fomos na sexta depois do expediente e chegamos ao local as 19:30, eu, mamãe e Dudu. Arrumamos as coisas, ligamos a TV e eu e minha mãe abrimos uma garrafa de vinho e ficamos até mais tarde conversando, nós três. Minha mãe foi a primeira a ir dormir, esperei mais meia hora, fui ao meu quarto e me preparei para dormir. Vesti uma pequena camisolinha transparente e sem calcinha, fui dar boa noite ao maninho. Quando ele me viu passando para a cozinha para pegar um copo de água, notei seu olhar diretamente na minha xaninha e na volta parei em frente a ele e disse:

– Levanta e me dá um beijo de boa noite, falei toda melosa.

Quando ele levantou fixei meu olhar no volume enorme que se formava no seu short e safadamente encostei meu corpo ao seu, pude sentir que seu pau latejava de tão duro o que me deixou louca, foi quando sem perceber fiquei alguns minutos como se estivesse em transe com aquela pica encostada no meu corpo. Dei um selinho em sua boca e fui para o meu quarto. Me deitei na cama com a porta do quarto aberta e 10 minutos depois noto que ele me observa do lado de fora pensando não ser visto, aí começa meu show particular, para provocá-lo viro de um lado para o outro, passo a mão na minha xaninha, arrebito o bumbum, Fico molhadinha com essas brincadeiras. Mas nada dele invadir meu quarto e me agarrar.

No dia seguinte, acordamos cedo para aproveitar o sol dentro da piscina, e pensei comigo:

– De hoje não passa, vou ter que dar um jeito de ficar sozinha com ele, mas como???

Enquanto tomava café, ficava bolando algum jeito de ficarmos sozinhos sem ter a mamãe por perto, mas o destino agiu por nós. Surgiu uma emergência no trabalho da mamãe e ela teria que voltar para a cidade:

– Sinto muito meus filhos, mas temos que voltar.

– Todos nós? perguntei.

– Sim, por que? Você quer ficar?

– Sim, eu quero, mas só se o Dudu também ficar, pois não quero ficar aqui sozinha.

Voltamos a cabeça para o Dudu e ele:

– Quando a Sra. volta? perguntou Dudu.

– Final da tarde ou início da noite.

Eu louca para ele ficar, me levantei fui abraça-lo, dizendo:

– Fica… fica… fica… vamos aproveitar esse sol… fica… fica… Duzinho…

Quando ele disse que ficaria, minha xoxota até se contraiu, pois teria o dia inteiro só para nós. Minha mãe voltou para a cidade e imediatamente coloquei meu biquíni e fui para a piscina. Na piscina de nossa casa pedi a ele para me passar bronzeador e deixei a parte de cima do meu bikini soltar “acidentalmente”,”enquanto ele passava. Ele não sabia o que fazer, então eu falei naturalmente que não tinha problema e que ele poderia passar nos meus seios e no meu bumbum. Meio sem jeito ele começou a espalhar o creme primeiro pela frente (principalmente nos seios), depois virei de costas e deixei ele passar quando chegou no bumbum ele demorou um tempão e eu podia notar seu pau crescendo por baixo da sunga, e minha calcinha ficando encharcada. Passava o creme na minha bunda, descia até a parte interna das coxas onde ele abriu um pouco mais minhas pernas para facilitar o trabalho e eu não resisti. Comecei a rebolar bem de leve, empinando a minha bundinha para ele e gemendo bem gostoso. Ele passava a mão por entre minhas pernas chegando quase a tocar minha calcinha, massageava minha bunda afastando as nádegas me deixando ainda mais exposta.

– Aiiiii….. Duzinho, que mão gostosa você tem, eu disse.

– Você que é muito gostosa Dani.

Quando ele sentiu que eu estava entregue a seus caprichos começou a passar o dedo na minha xoxotinha por cima do biquíni, eu gemia e rebolava em seu dedo.

– Aiiiiiiii…… safado…. desse jeito…… eu…. não aguento…..

E não aguentei mesmo. Me virei ficando de frente para ele, sentada na espreguiçadeira com ele em pé, na minha frente, com sua sunga não conseguindo tampar mais nada daquele cacete duro. Passei a mão por cima da sunga, em seu volume.

– O que você vai fazer Dani? perguntou ele, todo ofegante.

Não respondi, apenas puxei sua sunga para baixo, até tirá-la completamente, me deixando cara a cara com seu cacete duríssimo, apenas alguns centímetros da minha boca. Não me fiz de rogada e cai de boca naquela maravilha. Lambi beijei e ate tentei enfiar na boca conseguindo somente pouco mais da metade, daí pra frente não parei mais. Não queira mais parar. Pra mim isso poderia ser eterno. O cacete do meu irmão estava cada vez mais ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]