Transamos com nossos sobrinhos – Parte 2

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Depois de ter relações sexuais a noite toda com minha esposa, acordei cedo e fui pra luta. Se Júlia pegou o Júnior eu também tinha o “direito” de pegar minha sobrinha Janaina, irmã de Junior. Mas sabia que seria muito difícil pegar aquela lindeza de dezoito anos. Seria, sim, uma difícil missão, mas não impossível, pois Janaina era uma garotona super assanhada. Andava pela casa quase nua e me provocava com um rebolado sensual. Um dia, entrei, sem querer, no quarto dela e peguei a danadinha vendo filmes eróticos no computador. Um dia, invadi a privacidade dela, quando sua bolsa caiu e esparramou suas coisas pelo chão e, dentro, havia camisinhas à vontade, que dava pra ela trepar com um batalhão. Todo fim de semana, Janaina chegava com namorado novo, de madrugada. Era uma sobrinha da pá virada. Mas dar para o próprio tio? Ah, isso não seria fácil. Resolvi pedir ajuda com Júlia, minha mulher, que já estava transando com Júnior, irmão de Janaina, toda vez que eu me ausentava de casa. Júlia achou difícil, mas resolveu tentar me ajudar. Abriu o jogo com a sobrinha, contando pra Janaina que estava dando pro Júnior. Janaina não se surpreendeu e falou que já desconfiava, pois um dia chegou em casa e ouviu ruídos estranhos no quarto do irmão. Criando coragem, Júlia contou pra Janaina o trato que fizemos para transarmos com os dois sobrinhos. Janaina ficou furiosa com aquela confissão e falou que ia embora dali; que éramos depravados; que ia contar tudo pros seus pais. A sorte de Júlia foi que, logo depois, Junior chegou

da Faculdade e acalmou os ânimos. Janaina, chorando, contou tudo para o irmão. Ficaram conversando horas no quarto. Júlia ficou preocupada, mas quando abriram a porta do quarto, ambos estavam calmos e sorrindo. Felizes da vida, Janaina me chamou. – Tia, vem cá no quarto conversar com a gente. O Junior me convenceu a ficar por aqui mesmo. Ele gosta muito da senhora e não quer criar problema. Está tudo bem. Nós não podemos voltar pra casa dos nossos pais, porque a coisa tá preta lá; é um “misere” só. Vamos ficar por aqui mesmo. Depois que Janaina falou aquilo, tudo acabou num abração entre os dois irmãos e Júlia. Estava tudo em paz. Depois que o Junior saiu, Júlia perguntou pra Janaina se ela estava está magoada com aquele acordo maluco que fizemos. Janaina deu um sorriso sacana e disse para minha esposa: – Tia, na hora que a senhora me contou, eu fiquei brava, mas depois de conversar com Junior eu até achei legal. Ora, se a senhora está transando com meu irmão, eu posso muito bem dar pro tio; afinal, vocês gostam de mim e estão me sustentando há um bom tempo. Julia ouvia aquilo e deu um abraço apertado na sobrinha e, quando cheguei do trabalho, Júlia foi correndo contar as novidades pra mim. Ficamos eufóricos e pedi para ela continuar o relato na cama. Trepamos como nunca, comemorando o sinal verde dado por aquela menina deliciosa. Quando gozamos, falei o nome de Janaina e Júlia, me provocando, falou o nome de Junior. Naquele sábado, Janaina não foi à balada. Ficou, de ...


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