Transando com minha colega de trabalho

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Este é mais um conto fictício.


Sou lésbica, já faz um ano e meio que assumi para todos.

Sou morena, alta, cabelos castanhos e olhos cor de mel. Posso dizer que sou a típica morena gostosa. Seios médios, bumbum médio, pernas grossas, essas coisas que faz da mulher uma gatinha.

Faz um ano que terminei com minha namorada;

Tenho 30 anos e trabalho como jornalista. Meu nome é Byanca.

Certa vez meu patrão pediu para que eu viajasse para Nova York, para fazer uma reportagem sobre os jornalistas de lá. Como eram as regras de trabalho, o salário, o tratamento, etc…

Viajei numa segunda-feira pela manhã e cheguei lá terça-feira ás 9:00 horas de lá.

Quando cheguei fiquei esperando pela pessoa que seria minha guia, ou seja, esta pessoa me ajudaria a realizar esta matéria, por já ser até de um grupo de jornalistas.

Quando desembarquei avistei uma mulher que veio em minha direção. Ela era lindíssima.

Alta, cabelos loiros, uns olhos verdes maravilhosos, lábios rosados e carnudos, seios fartos, coxas torneadas e um bumbum perfeito.

Ela chegou-se a mim e se apresentou, foi muito elegante e me acompanhou até o hotel onde ficaria hospedada.

No caminho, estávamos dentro do seu carro e fomos conversando sobre coisas normais. Nada haver com meu trabalho.

Ela entrou comigo em meu quarto e esperou-me na sala para que eu me arrumasse.

Arrumei-me e sai com ela novamente para o local do seu trabalho.

Eu estava social. Um terno preto, saia até as coxas preta, sapato alto e cabelos soltos.

Chegamos lá e fui muito bem apresentada.

Na volta paramos num restaurante e pedimos dois copos de wisky.

Logo depois ela pediu mais um copo e assim foi, reparei que ela estava bebendo demais e logo ela começou a chorar. Não sabia o que fazer, cheguei à cadeira para mais perto dela e disse.

-porque choras?

Ela olhou-me e abraçou-me chorando em meus ombros, deixei ela se acalmar e logo depois ela começou a falar.

-É que terminei um relacionamento de 3 anos.

Eu então me pus a ouvi-la.

Ela contou-me que amava uma pessoa e esta pessoa a traiu, sendo que ela descobriu e resolveu terminar.

Falei a ela também que tinha terminado um relacionamento de 1 ano e meio,mais que estava tentando levar uma vida normal.

Acabamos por não pedir nada e eu fui dirigindo para ela, pois no estado em que ela estava não dava.

Dirigi até sua casa, com o auxilio de sua voz a me guiar.

Chegamos a um condomínio de classe média e entramos. Gabrilla cambaleava e eu então a apoiei em mim e entramos no elevador.

Chegamos em seu apartamento e ela sentou-se no sofá e se pos a chorar novamente.

Sentei-me perto dela e Gabrilla

recomeçou a falar de seu relacionamento até que esta disse:

-eu amava muito Verônica…

Olhei para ela e disse:

-você é lésbica?

Gabrilla olhou-me por um segundo e disse:

-sim, sou…

Eu então disse a ela que também era, ficamos conversando e tal até que ela pegou uma garrafa de vodka e começou a beber.

Tirei a garrafa de sua mão e ela sentou no sofá novamente.

Sentamos as duas e Gabrilla colocou sua cabeça entre minhas pernas e chorou ali.

Pensei que ela tinha adormecido e fiquei a acarinhar seus cabelos enquanto observava sua casa com os olhos.

Senti uma mão roçando em minha perna. O que me deixou na hora acessa.

Gabrilla levantou sua cabeça me fitou e beijou-me amorosamente.

Não sabia o que fazia, se a afastava ou se deixava ela continuar a me beijar, porém não tive tempo de pensar, ela jogou-me no sofá e deitou-se em cima de mim.

A safada mordeu meus lábios e desceu mordendo meu pescoço.

Seu corpo feminino roçava lentamente no meu.

Ela então foi lambendo meu pescoço, beijando-o deixando-me ardente.

Desabotoou lentamente os botões da minha blusa e descobriu meu par de seios.

Gabrilla como quem sabia o que fazia começou a lambê-los ainda por cima do sutiã. Nossa, sua língua era tão quentinha… Eu ficava imaginando como seria aquela língua na minha xana.

Comecei a gemer baixinho e ela retirou meu sutiã e mordeu meu mamilo que há esta hora estava durinho de tesão.

Ela passou a língua contornando-o e logo colocou todo meu seio em sua boca.

Gabrilla chupava meu seio como uma putinha que quer leitinho, deixando-me louca. Suas mãos acarinhavam minhas roliças coxas o que só acendia mais o meu fogo.

Eu gemia agora despudoradamente e ela olhou-me e disse:

-a putinha gosta de ser mamada não é?

Eu entre os gemidos disse:

-sim… Adoro… Vem meu amor… Chupa meus seios até não agüentar mais vai… Morde-os… Deixe-os vermelhinhos.

Ela sorriu e colocou-o todo na boca novamente, agora os chupando com voracidade.

Ela ainda continuava a roçar seu corpo ao meu enquanto me chupava e passava suas mãos em mim.

Sua mão logo começou a subir por minhas pernas, chegando bem próxima a minha bocetinha que já estava mais que encharcada.

Gabrilla tocou com seu dedinho a minha calçinha, que por sinal era minúscula e disse.

-hum… Que vadia!Esta toda molhadinha.

-ai… Sua cachorra enfia estes dedinhos em mim vai!Faz-me gozar gostosa!

Ela subiu beijando meu pescoço e lambeu toda minha boca como uma cadela.

Enquanto beijava-me desvairadamente a boca seus dedos afastavam minha calçinha e começavam a massagear meu clitóris.

Ela foi descendo as pontinhas dos seus dedos por minha xaninha até chegar a minha fenda. Ficou melando as pontas dos seus dedinhos, fazia movimentos circulares, depois ia ...


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